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Os primeiros ministros da China e da Rússia concordaram nesta quinta-feira em agilizar as negociações sobre a construção do oleoduto que Pequim espera venha a ajudar a aplacar sua sede por mais energia.
O premier chinês, Wen Jiabao, e seu homólogo russo, Mikhail Fradkov, também concordaram em incrementar os acordos sobre esforços anti-terrorismo, disse o governo chinês depois do encontro.
"Ambos os lados concordam em acelerar o alcance de um acordo sobre o oleoduto", disse Wen Jiabao em uma coletiva de imprensa.
A importação chinesa por petróleo começou com seu crescimento econômico.
Pequim e Moscou discutiram a possibilidade de construir um oleoduto desde Anagarsk, na Rússia, para se unir à rede de dutos existente na China na cidade de Daqing, no nordeste do país.
Em uma proposta alternativa, o duto não se conectaria com a China, mas a um porto na Sibéria, na cidade de Nadhoka, permitindo a Rússia a enviar seu petróleo não só à China, mas também ao Japão e Coréia do Sul.
A China já concordou em comprar mais petróleo e gás da Rússia para ser enviado por trens e os dois lados têm acompanhado de perto a segurança nas linhas da Ásia Central durante os últimos anos.
"As relações entre China e Rússia estão em seu ponto mais alto na história", considera Wen Jiabao.
Fradkov vai se encontrar com o presidente chinês, Hu Jintao, na sexta-feira.
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