Negócios

Cade vê infração da OGX em compra de fatia de bloco da Petrobras

Empresa comprou fatia de 40% no Bloco BS-4.

Valor Online
29/07/2013 14:42
Visualizações: 837

 

Para a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a OGX, empresa de exploração de petróleo e gás pertencente ao grupo EBX, realizou a compra da fatia de 40% que a Petrobras detinha no Bloco BS-4, da Bacia de Santos, antes de o órgão antitruste analisar a operação. Isso representa uma infração à lei e cabe multa de até R$ 60 milhões. O plenário do Cade ainda terá que julgar esse caso.
Anunciado em novembro do ano passado, o negócio é estimado em US$ 270 milhões. Cláusulas do contrato geraram preocupação por uma “possibilidade de consumação da operação antes da devida análise do Cade”, de acordo com o parecer da superintendência. Em resposta, as empresas negaram que o negócio tenha sido concretizado.
A Procuradoria do Cade também se manifestou sobre a questão. “Conclui-se que houve a prática de atos de consumação do negócio antes de sua análise pelo Cade”, de acordo com a procuradoria. Ela lembrou que o caso é analisado pela nova lei de defesa da concorrência, em que as empresas não podem realizar as operações sem o aval do órgão.
As partes do contrato que causaram preocupação são confidenciais. Mas um dos pontos citados pela procuradoria destaca que a OGX passou a “agir, de forma antecipada, como verdadeira titular dos novos ativos antes mesmo da aprovação do negócio jurídico pelo Cade”. O valor da multa, no entanto, deve ser calculado pelo plenário do órgão, se entender pela infração, completou.
Ao analisar os efeitos concorrenciais da operação, a superintendência não encontrou problemas causados pela compra da fatia da Petrobras no bloco.
Mas, diante da suposta ilegalidade, decidiu pelo envio dos autos ao plenário do Cade “para apreciação da consumação da operação e de eventual infração”, de acordo com despacho publicado nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial da União.
Com a compra dos 40% da Petrobras pela OGX, o bloco da Bacia de Santos será dividido entre: Queiroz Galvão (30%), Barra Energia (30%) e OGX (40%).

Para a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a OGX, empresa de exploração de petróleo e gás pertencente ao grupo EBX, realizou a compra da fatia de 40% que a Petrobras detinha no Bloco BS-4, da Bacia de Santos, antes de o órgão antitruste analisar a operação. Isso representa uma infração à lei e cabe multa de até R$ 60 milhões. O plenário do Cade ainda terá que julgar esse caso.


Anunciado em novembro do ano passado, o negócio é estimado em US$ 270 milhões. Cláusulas do contrato geraram preocupação por uma “possibilidade de consumação da operação antes da devida análise do Cade”, de acordo com o parecer da superintendência. Em resposta, as empresas negaram que o negócio tenha sido concretizado.


A Procuradoria do Cade também se manifestou sobre a questão. “Conclui-se que houve a prática de atos de consumação do negócio antes de sua análise pelo Cade”, de acordo com a procuradoria. Ela lembrou que o caso é analisado pela nova lei de defesa da concorrência, em que as empresas não podem realizar as operações sem o aval do órgão.


As partes do contrato que causaram preocupação são confidenciais. Mas um dos pontos citados pela procuradoria destaca que a OGX passou a “agir, de forma antecipada, como verdadeira titular dos novos ativos antes mesmo da aprovação do negócio jurídico pelo Cade”. O valor da multa, no entanto, deve ser calculado pelo plenário do órgão, se entender pela infração, completou.


Ao analisar os efeitos concorrenciais da operação, a superintendência não encontrou problemas causados pela compra da fatia da Petrobras no bloco.


Mas, diante da suposta ilegalidade, decidiu pelo envio dos autos ao plenário do Cade “para apreciação da consumação da operação e de eventual infração”, de acordo com despacho publicado nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial da União.


Com a compra dos 40% da Petrobras pela OGX, o bloco da Bacia de Santos será dividido entre: Queiroz Galvão (30%), Barra Energia (30%) e OGX (40%).

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Biocombustíveis
RenovaBio: ANP divulga metas definitivas para as distrib...
31/03/26
Drilling
Norbe IX, da Foresea, conclui parada programada de manut...
31/03/26
Etanol
Produtor de cana avança com novas estratégias para reduz...
31/03/26
Firjan
Estado do Rio pode receber mais de R$ 526 bilhões em inv...
31/03/26
Combustíveis
Preço médio do diesel S-10 sobe 14% em março e atinge o ...
31/03/26
iBEM26
No iBEM 2026, Pason destaca apostas da empresa em digita...
31/03/26
Pessoas
Bow-e anuncia Ciro Neto como CEO
31/03/26
Apoio Offshore
SISTAC amplia contrato com Petrobras para manutenção de ...
31/03/26
IBEM26
Encontro internacional de energia vai abrir calendário m...
30/03/26
Biodiversidade
Maior projeto de biodiversidade marinha inicia na região...
30/03/26
Drilling
BRAVA Energia inicia campanha de perfuração em Papa-Terr...
30/03/26
Combustíveis
Etanol recua no indicador semanal e fecha a sexta-feira ...
30/03/26
Diesel
ANP aprova medidas relativas à subvenção ao óleo diesel
29/03/26
Pessoas
Ocyan anuncia seu novo diretor Jurídico e de Governança
29/03/26
Energia Elétrica
USP desenvolve modelos para reduzir curtailment e amplia...
29/03/26
Biocombustíveis
Acelen Renováveis e Dia Mundial da Água: cultivo da maca...
29/03/26
iBEM26
Goldwind avança na Bahia com fábrica em Camaçari e proje...
27/03/26
iBEM26
Bahia apresenta potencial da bioenergia e reforça protag...
27/03/26
Bacia de Campos
Nova descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos
26/03/26
Royalties
Royalties: valores referentes à produção de janeiro para...
26/03/26
IBEM26
Práticas ESG do setor de energias renováveis são destaqu...
26/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23