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Braskem prioriza Comperj e México e adia projeto 'verde'

Ativos não estratégicos podem ser vendidos.

Valor Econômico
08/02/2013 10:22
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A Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht, vai manter neste ano o mesmo rigor financeiro de 2012. Isso significa que a companhia vai priorizar projetos importantes, que fazem todo o sentido à companhia, casos do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), e o projeto de etileno do México. Carlos Fadigas, presidente da empresa, afirmou que a Braskem avalia vender mais ativos não estratégicos, que incluem armazéns, serviços logísticos e negócios que envolvem tratamentos de água e afluentes.
No ano passado, a companhia vendeu para a Foz do Brasil, que pertence à Odebrecht, dois ativos na área de tratamento de água e afluentes que detinha na Bahia. O grupo também se desfez de 1.500 vagões que o grupo mantinha nos EUA para transporte de produtos químicos para priorizar contratos de leasing. A desmobilização desses negócios rendeu cerca de R$ 820 milhões.
Fadigas afirmou que o grupo vai apostar na química verde, mas projetos do grupo nessa área não estão previstos para este ano. O Comperj já está em processo avançado de análise, com conversações adiantadas com a Petrobras. Um projeto desse porte, que prevê a produção de polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC, está avaliado pelo mercado em US$ 5 bilhões. Fadigas afirmou que a Braskem tem interesse nesse projeto, assim como o do México, de US$ 3,2 bilhões. A Petrobras ainda não definiu sua participação no complexo petroquímico do Rio, assim como a Braskem não decidiu se vai participar do projeto de Suape (PE).
A Braskem não pretende acessar o mercado de capitais neste primeiro trimestre, afirmou Marcela Drehmer, vice-presidente de finanças, planejamento e relações com os investidores. Mas, segundo Marcela, a companhia analisa oportunidades que possam mudar o perfil de endividamento do grupo, da ordem de R$ 6,8 bilhões. "Cerca de 10% de nosso endividamento vence este ano", disse.
No quarto trimestre, o grupo reportou receita líquida de R$ 9,2 bilhões, alta de 8% sobre igual período de 2011. A empresa encerrou o período com lucro líquido de R$ 275 milhões, revertendo dois trimestres consecutivos de prejuízo. Em todo o ano passado, a receita líquida da empresa ficou em R$ 35,5 bilhões, alta de 9% sobre o ano anterior. Todavia, fechou com prejuízo líquido de R$ 738 milhões, resultado 52% superior ao de 2011.

A Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht, vai manter neste ano o mesmo rigor financeiro de 2012. Isso significa que a companhia vai priorizar projetos importantes, que fazem todo o sentido à companhia, casos do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), e o projeto de etileno do México. Carlos Fadigas, presidente da empresa, afirmou que a Braskem avalia vender mais ativos não estratégicos, que incluem armazéns, serviços logísticos e negócios que envolvem tratamentos de água e afluentes.


No ano passado, a companhia vendeu para a Foz do Brasil, que pertence à Odebrecht, dois ativos na área de tratamento de água e afluentes que detinha na Bahia. O grupo também se desfez de 1.500 vagões que o grupo mantinha nos EUA para transporte de produtos químicos para priorizar contratos de leasing. A desmobilização desses negócios rendeu cerca de R$ 820 milhões.


Fadigas afirmou que o grupo vai apostar na química verde, mas projetos do grupo nessa área não estão previstos para este ano. O Comperj já está em processo avançado de análise, com conversações adiantadas com a Petrobras. Um projeto desse porte, que prevê a produção de polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC, está avaliado pelo mercado em US$ 5 bilhões. Fadigas afirmou que a Braskem tem interesse nesse projeto, assim como o do México, de US$ 3,2 bilhões. A Petrobras ainda não definiu sua participação no complexo petroquímico do Rio, assim como a Braskem não decidiu se vai participar do projeto de Suape (PE).


A Braskem não pretende acessar o mercado de capitais neste primeiro trimestre, afirmou Marcela Drehmer, vice-presidente de finanças, planejamento e relações com os investidores. Mas, segundo Marcela, a companhia analisa oportunidades que possam mudar o perfil de endividamento do grupo, da ordem de R$ 6,8 bilhões. "Cerca de 10% de nosso endividamento vence este ano", disse.


No quarto trimestre, o grupo reportou receita líquida de R$ 9,2 bilhões, alta de 8% sobre igual período de 2011. A empresa encerrou o período com lucro líquido de R$ 275 milhões, revertendo dois trimestres consecutivos de prejuízo. Em todo o ano passado, a receita líquida da empresa ficou em R$ 35,5 bilhões, alta de 9% sobre o ano anterior. Todavia, fechou com prejuízo líquido de R$ 738 milhões, resultado 52% superior ao de 2011.

 

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