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BP lança projeto para estudar formação da Bacia do Parnaíba

Pesquisas terão colaboração de universidades brasileiras e britânicas.

Redação
28/09/2012 17:39
Visualizações: 776

 

A BP anunciou nesta sexta-feira (28) um projeto de pesquisa de US$ 10 milhões que envolve a colaboração de cinco universidades brasileiras e três universidades britânicas.
O projeto, que tem por objetivo aprimorar o entendimento da formação da Bacia do Parnaíba no Nordeste do Brasil, vai combinar dados sísmicos de reflexão da crosta profunda, sismologia e estudos geológicos de campo.
Tendo início com a aquisição sísmica, o projeto vai envolver estudantes das Universidades Federais do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Brasília e, ainda, do Observatório Nacional, bem como das Universidades de Aberdeen, Cambridge e Oxford.
O projeto foi lançado durante a visita ao Brasil do Primeiro Ministro britânico, David Cameron, com a assinatura de convênio pelo Dr. Mike Daly, vice-presidente executivo da BP e pelo Prof. Dr. Isaac Roitman, Decano de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB.
“O Brasil e o Reino Unido estão compromietidos com o aproimoramento das nossa excelentes relações em ciências, pesquisa e educação superior. Esse novo acordo vai fortalecer ainda mais nosso laços” disse David Willetts, Ministro de Estado Britânico para Universidades e Ciências. “Também vai abrir mais oportunidades para nossos cientistas, universidades e empresas de ponta para colaboração e aprendizado mútuo, desenvolvendo conhecimentos e competências em nossos países”.
“Acreditamos que a Bacia do Parnaíba representa um excelente laboratório para entender bacias cratônicas em geral e aprofundar o conhecimento sobre seus mecanismos de desenvolvimento” disse o Dr. Mike Daly, vice-presidente Executivo da BP.
“Os dados sísmicos adquiridos pela BP serão interpretados junto com outros dados geofísicos e geológicos, aumentando o conhecimento dos cientistas brasileiros e britâncios envolvidos no projeto, com o objetivo de criar uma visão geológica integrada e entender o potencial dos recursos petrolíferos da bacia”.
A bacia do Parnaíba é uma bacia cratônica clássica que tem sido pouco explorada. Bacias cratônicas são tipicamente grandes bacias terrestres sub-circulares formadas durante longos períodos de tempo sobre espessa crosta continental. Algumas têm produzido bilhões de barris de hidrocarbonetos, especialmente no Hemisfério Norte, mas a maioria ainda é pouco explorada. Indícios de petróleo e gás e os anúncios de recentes descobertas demonstram o potencial da Bacia do Parnaíba, mas esta ainda não é uma província de petróleo estabelecida.
A BP contratou a Global Geophysical em uma base não-exclusiva para adquirir uma linha sísmica regional de 1.440 quilômetros através da bacia, passando pelos estados do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará. Estes dados serão disponibilizados para as universidades, que irão integrar dados geofísicos e geológicos adicionais para a construção de um modelo que irá ajudar a compreender a evolução da bacia.
"Isso demonstra o compromisso de longo prazo da BP com o Brasil, onde estamos presentes em cinco bacias, a maioria das quais são fronteiras exploratórias", disse Guillermo Quintero, Presidente Regional da BP Brasil. “Este projeto voluntário vem se somar ao extenso programa de exploração e avaliação que a BP está realizando no Brasil entre 2011 e 2014”.

A BP anunciou nesta sexta-feira (28) um projeto de pesquisa de US$ 10 milhões que envolve a colaboração de cinco universidades brasileiras e três universidades britânicas.


O projeto, que tem por objetivo aprimorar o entendimento da formação da Bacia do Parnaíba no Nordeste do Brasil, vai combinar dados sísmicos de reflexão da crosta profunda, sismologia e estudos geológicos de campo.


Tendo início com a aquisição sísmica, o projeto vai envolver estudantes das Universidades Federais do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Brasília e, ainda, do Observatório Nacional, bem como das Universidades de Aberdeen, Cambridge e Oxford.


O projeto foi lançado durante a visita ao Brasil do Primeiro Ministro britânico, David Cameron, com a assinatura de convênio pelo Dr. Mike Daly, vice-presidente executivo da BP e pelo reitor da Universidade de Brasília (UNB), José Geraldo de Sousa Junior.


“O Brasil e o Reino Unido estão compromietidos com o aproimoramento das nossa excelentes relações em ciências, pesquisa e educação superior. Esse novo acordo vai fortalecer ainda mais nosso laços” disse David Willetts, Ministro de Estado Britânico para Universidades e Ciências. “Também vai abrir mais oportunidades para nossos cientistas, universidades e empresas de ponta para colaboração e aprendizado mútuo, desenvolvendo conhecimentos e competências em nossos países”.


“Acreditamos que a Bacia do Parnaíba representa um excelente laboratório para entender bacias cratônicas em geral e aprofundar o conhecimento sobre seus mecanismos de desenvolvimento” disse o Dr. Mike Daly, vice-presidente Executivo da BP. “Os dados sísmicos adquiridos pela BP serão interpretados junto com outros dados geofísicos e geológicos, aumentando o conhecimento dos cientistas brasileiros e britâncios envolvidos no projeto, com o objetivo de criar uma visão geológica integrada e entender o potencial dos recursos petrolíferos da bacia”.


A bacia do Parnaíba é uma bacia cratônica clássica que tem sido pouco explorada. Bacias cratônicas são tipicamente grandes bacias terrestres sub-circulares formadas durante longos períodos de tempo sobre espessa crosta continental. Algumas têm produzido bilhões de barris de hidrocarbonetos, especialmente no Hemisfério Norte, mas a maioria ainda é pouco explorada. Indícios de petróleo e gás e os anúncios de recentes descobertas demonstram o potencial da Bacia do Parnaíba, mas esta ainda não é uma província de petróleo estabelecida.


A BP contratou a Global Geophysical em uma base não-exclusiva para adquirir uma linha sísmica regional de 1.440 quilômetros através da bacia, passando pelos estados do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará. Estes dados serão disponibilizados para as universidades, que irão integrar dados geofísicos e geológicos adicionais para a construção de um modelo que irá ajudar a compreender a evolução da bacia.


"Isso demonstra o compromisso de longo prazo da BP com o Brasil, onde estamos presentes em cinco bacias, a maioria das quais são fronteiras exploratórias", disse Guillermo Quintero, Presidente Regional da BP Brasil. “Este projeto voluntário vem se somar ao extenso programa de exploração e avaliação que a BP está realizando no Brasil entre 2011 e 2014”.

 

 

O texto foi alterado para correção de informação às 9h47 de 1º de outubro.

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