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Bolt Energias faz captação para ampliar atuação no setor

Expectativa é arrecadar R$ 450 milhões nos próximos dois meses.

Redação
31/10/2012 15:20
Visualizações: 701

 

O FIP Ático Geração de Energia, controlador da Bolt Energias, acaba de lançar oferta para sua segunda emissão de cotas. A expectativa é arrecadar R$ 450 milhões nos próximos dois meses para financiar a expansão da empresa que oferece soluções integradas em projetos de geração de energia. A empresa, cujo valor total aumentou de R$ 132,5 milhões para 170,5 milhões entre 2010 e 2012, pretende adquirir novos ativos de geração já performados de diferentes fontes de energia, desenvolver projetos greenfield de geração e investir na comercialização de energia e serviços de eficiência energética.
Hoje, a Bolt Energias conta com dois ativos de geração: 40% da PCH Braço do Norte III, com potência de 14 MW e 10,8% da UTE Linhares, de 204MW. Com estratégia imediata de investimento em ativos performados e planos de entrar em projetos greenfield, a meta é atingir 2GW de geração nos próximos sete anos.
“O investimento em geração de energia é fundamental para o crescimento do país e este momento pode ser excelente para a concretização de novos negócios na área de geração”, pondera Ricardo Junqueira, presidente da Bolt Energias, que avalia projetos de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), UHEs (Usinas Hidrelétricas), usinas solares, parques eólicos e térmicas a biomassa. A empresa já se encontra em negociações avançadas com duas UHEs. “A aquisição das participações em UHEs fará a Bolt Energias mudar de patamar no mercado”, afirma.
Outra aposta é para o setor de eficiência energética, ainda pouco explorado no Brasil. A empresa planeja a aquisição de uma ESCO - empresa de serviço de conservação de energia - para realização de estudos para redução de consumo de energia, instalação, financiamento, leasing, operação e manutenção de equipamentos, compra e venda de energia e serviços de consultoria.
“As vantagens na contratação destes serviços são inúmeras, desde financeiras, até de imagem para os clientes”, avalia Gustavo Almeida Magalhães, Membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, que pretende prospectar empresas de agronegócios, industrias, shoppings, hotéis, entre outras.
A Bolt Comercializadora já está entre as cinco maiores independentes do Brasil e planeja seu crescimento na compra de carteiras de contratos de outras comercializadoras, gestão de ativos de geração e operações estruturadas. As medidas anunciadas pelo governo, através da Portaria 455 e a Medida Provisória 579 trouxeram novas regras de funcionamento para o setor elétrico.
“As novas medidas podem acarretar numa concentração dos agentes no Mercado Livre de energia e estamos atentos às oportunidades de aquisição ou fusão”, sinaliza Erico Evaristo, Membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, responsável pela comercialização.

O FIP Ático Geração de Energia, controlador da Bolt Energias, acaba de lançar oferta para sua segunda emissão de cotas. A expectativa é arrecadar R$ 450 milhões nos próximos dois meses para financiar a expansão da empresa que oferece soluções integradas em projetos de geração de energia. A empresa, cujo valor total aumentou de R$ 132,5 milhões para 170,5 milhões entre 2010 e 2012, pretende adquirir novos ativos de geração já performados de diferentes fontes de energia, desenvolver projetos greenfield de geração e investir na comercialização de energia e serviços de eficiência energética.


Hoje, a Bolt Energias conta com dois ativos de geração: 40% da PCH Braço do Norte III, com potência de 14 MW e 10,8% da UTE Linhares, de 204MW. Com estratégia imediata de investimento em ativos performados e planos de entrar em projetos greenfield, a meta é atingir 2GW de geração nos próximos sete anos.


“O investimento em geração de energia é fundamental para o crescimento do país e este momento pode ser excelente para a concretização de novos negócios na área de geração”, pondera Ricardo Junqueira, presidente da Bolt Energias, que avalia projetos de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), UHEs (Usinas Hidrelétricas), usinas solares, parques eólicos e térmicas a biomassa. A empresa já se encontra em negociações avançadas com duas UHEs. “A aquisição das participações em UHEs fará a Bolt Energias mudar de patamar no mercado”, afirma.


Outra aposta é para o setor de eficiência energética, ainda pouco explorado no Brasil. A empresa planeja a aquisição de uma ESCO - empresa de serviço de conservação de energia - para realização de estudos para redução de consumo de energia, instalação, financiamento, leasing, operação e manutenção de equipamentos, compra e venda de energia e serviços de consultoria.


“As vantagens na contratação destes serviços são inúmeras, desde financeiras, até de imagem para os clientes”, avalia Gustavo Almeida Magalhães, Membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, que pretende prospectar empresas de agronegócios, industrias, shoppings, hotéis, entre outras.


A Bolt Comercializadora já está entre as cinco maiores independentes do Brasil e planeja seu crescimento na compra de carteiras de contratos de outras comercializadoras, gestão de ativos de geração e operações estruturadas. As medidas anunciadas pelo governo, através da Portaria 455 e a Medida Provisória 579 trouxeram novas regras de funcionamento para o setor elétrico.


“As novas medidas podem acarretar numa concentração dos agentes no Mercado Livre de energia e estamos atentos às oportunidades de aquisição ou fusão”, sinaliza Erico Evaristo, Membro do Conselho Administrativo da Bolt Energias, responsável pela comercialização.

 

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