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BNDES avaliará pedido de financiamento para Belo Monte

Sem revelar números, superintendente afirma que quantia será expressiva.

Agência Brasil
11/10/2012 10:16
Visualizações: 780

 

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverá avaliar ainda este ano o pedido de financiamento de longo prazo para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará.
A informação foi dada pelo superintendente da Área de Energia da instituição, Nelson Siffert, ao participar do seminário "A Agenda da Infraestrutura do Brasil", promovido pelo Instituto de Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).
Segundo Siffert, o corpo técnico do BNDES está procurando concluir a análise de maneira a que o pedido de empréstimo possa ser submetido à apreciação da diretoria da instituição. “Em seguida da aprovação por parte da diretoria viria a contratação do crédito de longo prazo e depois a liberação, mas isto dependerá da velocidade das empresas de contratarem”.
Embora tenha se esquivado de revelar o valor do financiamento, o superintendente do BNDES destacou a importância do empreendimento. “Eu não gostaria de adiantar números, mas o banco entende o empreendimento como um projeto muito importante e que agrega uma capacidade de energia [ao Sistema Interligado Nacional - SIN] bastante expressiva”.
Na avaliação do executivo, é preciso analisar o projeto levando em conta também as questões sócioambientais. “O banco está comprometido com o projeto, mas tem que ser levado em conta também as questões sócioambientais, o desenvolvimento do entorno [do empreendimento]. Eu não gostaria de adiantar o valor do financiamento, mas será sim um valor bastante expressivo - proporcional ao próprio empreendimento. É um contrato único. Imagina-se que terá agentes repassadores, públicos e privados. Então não será o BNDES sozinho”.
O superintendente da Área de Energia do BNDES disse que a carteira de energia do banco vem crescendo bastante em relação ao ano passado e deverá somar, este ano, cerca de R$ 15 bilhões, considerando também a parte destinada à energia eólica, que está registrando um crescimento “bastante expressivo”. “O desembolso do banco este ano para o setor de energia deverá crescer cerca de 20%”.

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverá avaliar ainda este ano o pedido de financiamento de longo prazo para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará.


A informação foi dada pelo superintendente da área de Energia da instituição, Nelson Siffert, ao participar do seminário "A Agenda da Infraestrutura do Brasil", promovido pelo Instituto de Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).


Segundo Siffert, o corpo técnico do BNDES está procurando concluir a análise de maneira a que o pedido de empréstimo possa ser submetido à apreciação da diretoria da instituição. “Em seguida da aprovação por parte da diretoria viria a contratação do crédito de longo prazo e depois a liberação, mas isto dependerá da velocidade das empresas de contratarem”.


Embora tenha se esquivado de revelar o valor do financiamento, o superintendente do BNDES destacou a importância do empreendimento. “Eu não gostaria de adiantar números, mas o banco entende o empreendimento como um projeto muito importante e que agrega uma capacidade de energia [ao Sistema Interligado Nacional - SIN] bastante expressiva”.


Na avaliação do executivo, é preciso analisar o projeto levando em conta também as questões sócioambientais. “O banco está comprometido com o projeto, mas tem que ser levado em conta também as questões sócioambientais, o desenvolvimento do entorno [do empreendimento]. Eu não gostaria de adiantar o valor do financiamento, mas será sim um valor bastante expressivo - proporcional ao próprio empreendimento. É um contrato único. Imagina-se que terá agentes repassadores, públicos e privados. Então não será o BNDES sozinho”.


O superintendente da Área de Energia do BNDES disse que a carteira de energia do banco vem crescendo bastante em relação ao ano passado e deverá somar, este ano, cerca de R$ 15 bilhões, considerando também a parte destinada à energia eólica, que está registrando um crescimento “bastante expressivo”. “O desembolso do banco este ano para o setor de energia deverá crescer cerca de 20%”.

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