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Balança comercial tem melhor resultado no mês de junho desde 2011

Superávit foi de US$ 2,365 bilhões.

Agência Brasil
01/07/2014 17:45
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A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,365 bilhões em junho. É o melhor resultado desde 2011, quando a balança ficou superavitária em US$ 4,428 bilhões. O saldo responde por US$ 20,468 bilhões em exportações e US$ 18,103 bilhões em importações.
No primeiro semestre, há déficit acumulado de US$ 2,49 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 3 bilhões no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.
Do lado dos industrializados, diminuíram os ganhos com plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, etanol e autopeças; motores para veículos e partes, motores e geradores elétricos, açúcar refinado, veículos de carga e polímeros plásticos. No setor de semimanufaturados, foram vendidos menos ouro e açúcar bruto.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 905,2 milhões. O Brasil importou menos bens de capital (queda de 17,7%), matérias-primas e intermediários (6,6%). As compras de combustíveis e lubrificantes aumentaram 43,3%.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, e o secretário de Comércio Exterior da pasta, Daniel Godinho, darão entrevista coletiva esta tarde para comentar os resultados da balança comercial no primeiro semestre.

A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,365 bilhões em junho. É o melhor resultado desde 2011, quando a balança ficou superavitária em US$ 4,428 bilhões. O saldo responde por US$ 20,468 bilhões em exportações e US$ 18,103 bilhões em importações.

No primeiro semestre, há déficit acumulado de US$ 2,49 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 3 bilhões no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.

Do lado dos industrializados, diminuíram os ganhos com plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, etanol e autopeças; motores para veículos e partes, motores e geradores elétricos, açúcar refinado, veículos de carga e polímeros plásticos. No setor de semimanufaturados, foram vendidos menos ouro e açúcar bruto.

Nas importações, a média diária ficou em US$ 905,2 milhões. O Brasil importou menos bens de capital (queda de 17,7%), matérias-primas e intermediários (6,6%). As compras de combustíveis e lubrificantes aumentaram 43,3%.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, e o secretário de Comércio Exterior da pasta, Daniel Godinho, darão entrevista coletiva esta tarde para comentar os resultados da balança comercial no primeiro semestre.

 

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