Evento
<P>O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, Fernando Fialho, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, e o diretor do Banco Mundial para o Brasil e Caribe, John Briscoe, abriram no dia 1º de março o seminário “Reforma Portuária para Formuladores...
AssessoriaO diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, Fernando Fialho, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, e o diretor do Banco Mundial para o Brasil e Caribe, John Briscoe, abriram no dia 1º de março o seminário “Reforma Portuária para Formuladores de Política e Especialistas”, realizado na sede da Agência, em Brasília. O objetivo do evento, que termina hoje (3), é discutir políticas para fortalecer a capacidade do setor portuário brasileiro.
Fernando Fialho ressaltou a importância da cooperação técnica com o Banco Mundial para capacitar os agentes portuários. “Trazer o Banco Mundial para mostrar experiências internacionais bem-sucedidas e enriquecer com isso os conhecimentos da nossa equipe técnica é fundamental para tornar ainda melhor a qualidade do nosso trabalho”, disse o diretor-geral da ANTAQ.
O ministro Pedro Brito disse que o Brasil pode beneficiar-se muito da cooperação do Banco Mundial no planejamento de políticas públicas para o setor portuário. Para o secretário sspecial de Portos, essa cooperação deve priorizar a formação de mão-de-obra qualificada para o setor, a fim de acompanhar as melhorias da infra-estrutura e tecnologia portuárias.
Pedro Brito reiterou o anúncio que fez durante a posse do diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, no dia 26 de março: “Vamos lançar um edital nesta semana para contratar uma consultoria que nos ajudará a estabelecer, para os próximos 30 anos, a estratégia para o setor portuário, incluindo a definição dos portos concentradores, a melhoria dos acessos portuários, o desenvolvimento da cabotagem etc”.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil e o Caribe, John Briscoe, disse que o país deve resolver aspectos institucionais, legais, financeiros e sociais para levar adiante a reforma portuária. O diretor relatou que o Banco Mundial desenvolve, em Santos, um trabalho social para integrar a população local ao desenvolvimento do complexo portuário. “Além disso, estamos elaborando um estudo sobre o sistema de logística que liga São Paulo a Santos”, disse Briscoe.
O seminário é realizado e organizado em conjunto com a Secretaria Especial de Portos e o World Bank Institute, por meio do Programa de Infra-Estrutura em Parceria Público-Privada, com contribuição do Fundo Espanhol.
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