Energia Renovável

ABEEólica comemora recorde de contratação histórico

Que alcançou 4,7GW nos três leilões realizados.

Ascom ABEEólica
13/12/2013 17:44
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Este ano marcará a trajetória da fonte eólica no Brasil como um ano histórico no volume de contratação. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) confirmou as boas perspectivas para o último leilão (A-5), no qual foram contratados 2,3GW de energia eólica, ao preço médio de R$ 109,93. Com esse número, a fonte contabiliza 4,7GW contratados nos três leilões realizados ao longo do ano, um recorde de desempenho celebrado pelo setor.
“Para nós, investidores da indústria, a energia eólica encerra o ano de forma exitosa e competente, com a transposição de desafios impactantes para o setor, como as mudanças de regras de conteúdo nacional no Finame, na metodologia dos leilões, além da obrigatoriedade do P90 e a situação das linhas de transmissão. A fonte demonstrou competência e competitividade e reforçou sua posição estratégica na composição da matriz elétrica nacional”, destaca a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo.
Com o volume total de energia eólica contratado em 2013, a energia eólica contribuirá  para a geração de mais de 70 mil empregos, R$ 21,2 bilhões  em investimentos, 8.5 milhões casas abastecidas e 4 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “Esses números reforçam que, além da importância da fonte para a matriz elétrica nacional, a energia eólica impacta, de forma positiva, a sociedade brasileira como um todo”, avalia Elbia.
O primeiro sinal positivo da indústria eólica ocorreu em agosto de 2013, com a contratação de 1,5 GW no LER 2013, ao preço médio de R$ 110,51. Na semana seguinte à realização do leilão, a indústria recebeu a notícia da inclusão da fonte eólica no leilão A-5, o que representou um sinal de “reversão” de expectativas, tornando o cenário muito favorável para energia eólica ao longo do ano.
O segundo leilão que contou com a participação da fonte foi o A-3, realizado em 18 de novembro de 2013. Embora não tenha sido um leilão exclusivo para a eólica, o certame contratou, exclusivamente, energia eólica para atender a demanda, com 867.6 MW contratados, ao preço médio de R$ 124,43. “Os resultados desses dois leilões, em termos de demanda e preço, marcam efetivamente a consolidação dessa fonte na matriz elétrica nacional e proporcionou sinal positivo para a indústria que atua no País”, observa Elbia Melo.
No último leilão de energia do ano, A-5, a energia eólica apresentou 97 projetos contratados, a região Nordeste foi a que mais vendeu, com 87 projetos no total, representando um volume de 2.185,8 MW. Destaque para a Bahia, com 1GW e para o Rio Grande do Norte, com 684,7MW.
“Encerramos o ano com muitos motivos para comemorar. A energia eólica iniciou sua história no Brasil recentemente e, dentro de pouco tempo, conquistou seu espaço relevante na matriz elétrica nacional. Em 2014, o País colocará mais de 4GW em operação. Esse montante gerado será suficiente para abastecer 8.5 milhões de residências e contribuirá de forma efetiva para melhorar os índices de armazenamento dos reservatórios e para a segurança energética nacional”.

Este ano marcará a trajetória da fonte eólica no Brasil como um ano histórico no volume de contratação. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) confirmou as boas perspectivas para o último leilão (A-5), no qual foram contratados 2,3GW de energia eólica, ao preço médio de R$ 109,93. Com esse número, a fonte contabiliza 4,7GW contratados nos três leilões realizados ao longo do ano, um recorde de desempenho celebrado pelo setor.

“Para nós, investidores da indústria, a energia eólica encerra o ano de forma exitosa e competente, com a transposição de desafios impactantes para o setor, como as mudanças de regras de conteúdo nacional no Finame, na metodologia dos leilões, além da obrigatoriedade do P90 e a situação das linhas de transmissão. A fonte demonstrou competência e competitividade e reforçou sua posição estratégica na composição da matriz elétrica nacional”, destaca a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo.

Com o volume total de energia eólica contratado em 2013, a energia eólica contribuirá para a geração de mais de 70 mil empregos, R$ 21,2 bilhões em investimentos, 8.5 milhões casas abastecidas e 4 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “Esses números reforçam que, além da importância da fonte para a matriz elétrica nacional, a energia eólica impacta, de forma positiva, a sociedade brasileira como um todo”, avalia Elbia.

O primeiro sinal positivo da indústria eólica ocorreu em agosto de 2013, com a contratação de 1,5 GW no LER 2013, ao preço médio de R$ 110,51. Na semana seguinte à realização do leilão, a indústria recebeu a notícia da inclusão da fonte eólica no leilão A-5, o que representou um sinal de “reversão” de expectativas, tornando o cenário muito favorável para energia eólica ao longo do ano.

O segundo leilão que contou com a participação da fonte foi o A-3, realizado em 18 de novembro de 2013. Embora não tenha sido um leilão exclusivo para a eólica, o certame contratou, exclusivamente, energia eólica para atender a demanda, com 867.6 MW contratados, ao preço médio de R$ 124,43. “Os resultados desses dois leilões, em termos de demanda e preço, marcam efetivamente a consolidação dessa fonte na matriz elétrica nacional e proporcionou sinal positivo para a indústria que atua no País”, observa Elbia Melo.

No último leilão de energia do ano, A-5, a energia eólica apresentou 97 projetos contratados, a região Nordeste foi a que mais vendeu, com 87 projetos no total, representando um volume de 2.185,8 MW. Destaque para a Bahia, com 1GW e para o Rio Grande do Norte, com 684,7MW.

“Encerramos o ano com muitos motivos para comemorar. A energia eólica iniciou sua história no Brasil recentemente e, dentro de pouco tempo, conquistou seu espaço relevante na matriz elétrica nacional. Em 2014, o País colocará mais de 4GW em operação. Esse montante gerado será suficiente para abastecer 8.5 milhões de residências e contribuirá de forma efetiva para melhorar os índices de armazenamento dos reservatórios e para a segurança energética nacional”.

 

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