Economia

WEG prevê crescimento de receita em 2013

Entre janeiro e março, a receita líquida teve alta de 7,9%.

Valor Econômico
25/04/2013 11:11
Visualizações: 799

 

O ritmo de crescimento mais baixo no primeiro trimestre já era esperado pela WEG, mas a fabricante de motores elétricos vê uma aceleração gradual para os próximos trimestres do ano, segundo Laurence Beltrão Gomes, diretor financeiro e de relações com investidores. "Acreditamos que vamos recuperar [o ritmo de crescimento]; essa recuperação provavelmente será gradual e constante."
Entre janeiro e março, a WEG obteve receita líquida de R$ 1,477 bilhão, alta de 7,9% em relação às vendas do primeiro trimestre de 2012. O índice foi inferior ao crescimento no quarto trimestre, de 13%, e no consolidado de 2012, quando a receita subiu 19%. "Já era esperado um primeiro trimestre mais lento, com queda de atividade no exterior e um ambiente mais competitivo", disse Gomes.
Mesmo com a desaceleração, o diretor afirmou que a empresa está bastante satisfeita com o resultado do primeiro trimestre, principalmente por causa do ganho de rentabilidade. O Ebitda avançou 25,5% em um ano, para R$ 248,9 milhões, e o lucro líquido cresceu 16,2%, para R$ 172,3 milhões.
Com a continuidade da política de ganhos de produtividade nos processos industriais e controle de despesas administrativas, a WEG espera manter a rentabilidade nos próximos trimestres. De acordo com Gomes o que pode prejudicar o desempenho são possíveis variações em preços de matérias-primas, mas oscilações bruscas não estão previstas no curto prazo.
As vendas do mercado interno voltaram a superar as vendas no exterior, o que é um sinal de recuperação no Brasil e de piora no ambiente externo, avalia Gomes.
"Vemos já um ambiente melhor no Brasil, onde o mercado interno parece reagir", disse. Gomes afirmou também que houve uma redução do nível de atividade no exterior. Segundo ele, os Estados Unidos, que vinham em um bom ritmo de consumo dos produtos da empresa, desaceleraram, além de ter havido aumento de competitividade, a partir da percepção do crescimento da WEG por empresas concorrentes estabelecidas há mais tempo no exterior.
Com esses fatores, as vendas no Brasil superaram as do mercado externo e representaram 52% da receita da WEG no primeiro trimestre. No ano de 2012, o mercado interno representou 49% das vendas da companhia.
Segundo Gomes, a tendência para os próximos trimestres é de que o Brasil continue apresentando perspectivas um pouco melhores que o mercado externo.

O ritmo de crescimento mais baixo no primeiro trimestre já era esperado pela WEG, mas a fabricante de motores elétricos vê uma aceleração gradual para os próximos trimestres do ano, segundo Laurence Beltrão Gomes, diretor financeiro e de relações com investidores. "Acreditamos que vamos recuperar [o ritmo de crescimento]; essa recuperação provavelmente será gradual e constante."


Entre janeiro e março, a WEG obteve receita líquida de R$ 1,477 bilhão, alta de 7,9% em relação às vendas do primeiro trimestre de 2012. O índice foi inferior ao crescimento no quarto trimestre, de 13%, e no consolidado de 2012, quando a receita subiu 19%. "Já era esperado um primeiro trimestre mais lento, com queda de atividade no exterior e um ambiente mais competitivo", disse Gomes.


Mesmo com a desaceleração, o diretor afirmou que a empresa está bastante satisfeita com o resultado do primeiro trimestre, principalmente por causa do ganho de rentabilidade. O Ebitda avançou 25,5% em um ano, para R$ 248,9 milhões, e o lucro líquido cresceu 16,2%, para R$ 172,3 milhões.


Com a continuidade da política de ganhos de produtividade nos processos industriais e controle de despesas administrativas, a WEG espera manter a rentabilidade nos próximos trimestres. De acordo com Gomes o que pode prejudicar o desempenho são possíveis variações em preços de matérias-primas, mas oscilações bruscas não estão previstas no curto prazo.


As vendas do mercado interno voltaram a superar as vendas no exterior, o que é um sinal de recuperação no Brasil e de piora no ambiente externo, avalia Gomes.

"Vemos já um ambiente melhor no Brasil, onde o mercado interno parece reagir", disse. Gomes afirmou também que houve uma redução do nível de atividade no exterior. Segundo ele, os Estados Unidos, que vinham em um bom ritmo de consumo dos produtos da empresa, desaceleraram, além de ter havido aumento de competitividade, a partir da percepção do crescimento da WEG por empresas concorrentes estabelecidas há mais tempo no exterior.


Com esses fatores, as vendas no Brasil superaram as do mercado externo e representaram 52% da receita da WEG no primeiro trimestre. No ano de 2012, o mercado interno representou 49% das vendas da companhia. Segundo Gomes, a tendência para os próximos trimestres é de que o Brasil continue apresentando perspectivas um pouco melhores que o mercado externo.

 

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