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Vendas líquidas da Wärtsilä chegam 1,039 milhões de euros no terceiro trimestre de 2010

A Wärtsilä, líder global em soluções energéticas para mercados marítimos e de geração de energia, registrou, no terceiro trimestre de 2010, vendas líquidas de 1,1039 milhão de euros. O fluxo de caixa das atividades operacionais chegou a 491 milhões de euros. O total de encomendas recebid

Redação
04/11/2010 16:00
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A Wärtsilä, líder global em soluções energéticas para mercados marítimos e de geração de energia, registrou, no terceiro trimestre de 2010, vendas líquidas de 1,1039 milhão de euros. O fluxo de caixa das atividades operacionais chegou a 491 milhões de euros. O total de encomendas recebidas pela Wärtsilä para o terceiro trimestre foi de 1,004 milhões de euros, um aumento de 38% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. A recuperação da área de Ship Power continuou com pedidos para o terceiro trimestre, totalizando 176 milhões de euros, 160% a mais do que o mesmo período do ano passado.

 

O mercado de Power Plants continua bastante ativo com projetos de médio e grande portes sendo fechados. A produção industrial está aumentando na maioria dos mercados emergentes, o que demanda mais geração de energia. As encomendas para a área no terceiro trimestre totalizaram 393 milhões de euros, 131% superior ao mesmo período do ano passado. Durante o período analisado as principais encomendas foram registradas no Caribe, na Rússia e em Bangladesh. A base instalada de eólica também cresceu e está gerando novas demandas da área de energia flexível.

 

A área de Ship Power prosseguiu na retomada do mercado, registrando mais de 100 novas encomendas de navios por mês.  Até o final do terceiro trimestre, 1.150 navios foram encomendados. O segmento offshore representou 43% do total de pedidos, sendo que 33% foram de navios mercantes, 18% de navios especiais, Cruise & Ferry e Ship Design totalizaram 2% e 3%, respectivamente.

 

A China continuou a reforçar a sua posição na indústria de construção naval, e pela primeira vez este ano, dominou o mercado, tanto em número de navios como em tonelagem de porte bruto (TPB). O market share da China em número de navios foi de 49%, contra 30% da Coréia, 7% do Japão e 5% da Europa. Durante o período em análise, as regiões de construção naval emergentes, como Brasil, Rússia e Filipinas garantiram 9% de todos os contratos.

 

"O terceiro trimestre foi positivo para a Wärtsilä em vários aspectos como o nível de vendas líquidas, desenvolvidas de acordo com o plano, rentabilidade forte e fluxo de caixa das atividades operacionais, que se manteve alto. Como resultado desta evolução positiva, esperamos que nossa rentabilidade seja superior aos 10% previstos para o ano 2010. As melhorias no mercado da Wärtsilä que começaram no segundo trimestre continuaram, e esperamos que a entrada de pedidos para o ano inteiro exceda os níveis do ano passado", observa Ole Johansson, presidente e CEO da multinacional.

 

Metas ambiciosas

 

A multinacional finlandesa experimenta bom crescimento em território brasileiro, onde os contratos em usinas e na área naval crescem e alavancam serviços em Operação e Manutenção. Há 20 anos no Brasil, a finlandesa tem um plano ambicioso de crescimento. Para isso, a Wärtsilä aposta nas oportunidades do pré-sal, em projetos de novas termoelétricas e na indústria naval, com soluções que vão desde serviços de Front End Engineering & Design (FEED) até sistemas de energia, propulsão, elétricos e de automação, assim como Operação e Manutenção (O&M).

 

Recentemente, a empresa fechou três novos contratos de O&M com as Usinas Termelétricas Campina Grande, (Borborema Energética S.A.) na Paraíba, com 164MW de potência, Maracanaú, (Maracanaú Geradora de Energia S.A.) no Ceará, com 168MW de potência e Linhares (Linhares Geração S.A), no Espírito Santo. A Wärtsilä também foi responsável pela construção e fornecimento dos equipamentos às três UTEs. Com estas novas contratações a multinacional ultrapassou a marca de 1,5 GW em contratos em O&M, tornando-se o maior operador independente em usinas de geração de energia elétrica no Brasil.

 
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