Avaliação

Vale e Belo Monte são citadas como indutoras da desconcentração industrial pelo ministro Rezende

O Brasil precisa dar continuidade ao processo de desconcentração industrial e estimular regiões ricas em matérias primas a investir em ciência, tecnologia e inovação. Como exemplo dessa necessidade, o Ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, citou o estado do Pará onde, além da ab

Agência Brasil
14/10/2010 16:53
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O Brasil precisa dar continuidade ao processo de desconcentração industrial e estimular regiões ricas em matérias primas a investir em ciência, tecnologia e inovação. Como exemplo dessa necessidade, o Ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, citou o estado do Pará onde, além da abundância de matérias primas como minério de ferro, há boas hidrovias e a expectativa positiva de oferta de energia a partir da conclusão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.


“Nosso país é grande e diversificado e isso faz com que o processo de desconcentração das indústrias seja ainda mais importante. Por isso o tema tem pautado o governo federal em muitos setores”, disse hoje (14) Rezende à Agência Brasil, após participar da 2ª Oficina de Trabalho Diagnóstico da Base Industrial da Defesa.
 

Segundo ele, o exemplo da mineradora Vale serve de referência. A Vale, uma das maiores exploradoras de recursos naturais do mundo, está criando um instituto de pesquisas no Pará com o objetivo de desenvolver tecnologias.


“Isso atrairá outras empresas, a exemplo do que já ocorreu em São José dos Campos (SP). Lá estão concentrados importantes centros de pesquisas e, junto a centros desse tipo, costumam aparecer empresas inovadoras”, disse o ministro. “Com Belo Monte e o minério de ferro da Vale, as empresas certamente ficarão incentivadas a desenvolver produções locais”.


Rezende avaliou que o crescimento que já vem ocorrendo no mercado brasileiro como um todo. Com as Regiões Norte e Nordeste se tornando um mercado mais significativo, o Brasil caminha na direção da desconcentração das empresas e, consequentemente, estimula a demanda por pesquisa e inovação no país. O ministro informou que, enquanto a produção mundial cresceu aproximadamente duas vezes e meia entre 1982 e 2009, a brasileira aumentou em 14 vezes no mesmo período.
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