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Troca de presidente incomoda e ações da MMX caem 2%

Esta é a terceira troca de executivo-chefe.

Valor Econômico
22/01/2013 11:04
Visualizações: 821

 

A troca do comando da mineradora MMX, anunciada na sexta-feira (19) à noite, incomodou os investidores. Na segunda-feira (21), as ações caíram 2,01%, para R$ 3,90, na quinta maior baixa do Ibovespa, que encerrou o dia praticamente estável, em queda de 0,09%, para 61.899 pontos, segundo números preliminares do pregão.
Carlos Gonzalez, que liderava a diretoria de mineração do grupo EBX, substituirá Guilherme Escalhão, que renunciou ao cargo. Em menos de 18 meses, essa é a terceira troca de executivo-chefe da MMX. Em outubro de 2011, Roger Downey saiu da presidência alegando “motivos pessoais”. Além do diretor-presidente, a MMX já trocou de diretor financeiro cinco vezes em apenas quatro anos.
A equipe da HSBC Corretora mostrou surpresa com mais uma troca no comando e afirmou que a “dança das cadeiras” na administração da empresa pode trazer riscos na condução dos projetos. “A nosso ver, mudanças contínuas na administração exercem efeito negativo sobre a execução do projeto, sendo o exemplo mais recente o atraso de seis meses no Superporto Sudeste, adiado para o final de 2013”, afirmou o analista Jonathan Brandt em relatório.

A troca do comando da mineradora MMX, anunciada na sexta-feira (19) à noite, incomodou os investidores. Na segunda-feira (21), as ações caíram 2,01%, para R$ 3,90, na quinta maior baixa do Ibovespa, que encerrou o dia praticamente estável, em queda de 0,09%, para 61.899 pontos, segundo números preliminares do pregão.


Carlos Gonzalez, que liderava a diretoria de mineração do grupo EBX, substituirá Guilherme Escalhão, que renunciou ao cargo. Em menos de 18 meses, essa é a terceira troca de executivo-chefe da MMX. Em outubro de 2011, Roger Downey saiu da presidência alegando “motivos pessoais”. Além do diretor-presidente, a MMX já trocou de diretor financeiro cinco vezes em apenas quatro anos.


A equipe da HSBC Corretora mostrou surpresa com mais uma troca no comando e afirmou que a “dança das cadeiras” na administração da empresa pode trazer riscos na condução dos projetos. “A nosso ver, mudanças contínuas na administração exercem efeito negativo sobre a execução do projeto, sendo o exemplo mais recente o atraso de seis meses no Superporto Sudeste, adiado para o final de 2013”, afirmou o analista Jonathan Brandt em relatório.

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