Bacia de Pelotas
Estudos preliminares apontam a existência de estruturas promissoras, com elevado potencial para reservatórios.
Redação TN Petróleo/Assessoria TGS
Após o término da janela ambiental para a proteção da biodiversidade marinha iniciada em agosto, a TGS está retomando neste mês a pesquisa sísmica que investiga o potencial petrolífero da Bacia de Pelotas.
Nesta etapa, os trabalhos se concentrarão na região conhecida como Pelotas Sul, cobrindo aproximadamente 11.200 km². A área de atividade fica a cerca de 100 quilômetros do município de Mostardas (RS), em lâmina d'água com profundidade a partir de 200 metros, estendendo-se da altura de Lagoa dos Patos até o Chuí, na fronteira com o Uruguai.
"Os estudos realizados até agora apontam a existência de estruturas promissoras, com elevado potencial para reservatórios", afirma João Correa, country manager da TGS no Brasil. "A fase 2 de Pelotas Sul fornecerá informações adicionais de alta qualidade, tanto em áreas já pesquisadas quanto em áreas ainda não exploradas", acrescenta.
A operação utilizará o navio de pesquisa Ramform Titan, com o suporte de três embarcações de apoio: Ocean Mermaid, C Itajaí e DRS Ipanema. O Ramform Titan já iniciou o lançamento dos cabos. A previsão para a retomada da pesquisa é entre os dias 24 e 29 de outubro.
Iniciada em novembro do ano passado, a campanha da TGS na Bacia de Pelotas tem previsão de término em 2028. A atividade é devidamente licenciada pelo Ibama e conta com autorização da Marinha do Brasil e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
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