Tecnologia e Inovação

Termoelétricos flexíveis transformam calor em eletricidade

Material é desenvolvido na Alemanha.

Redação / Agência
12/04/2013 11:39
Visualizações: 2129

 

Engenheiros alemães desenvolveram um material termoelétrico flexível que pode ser fabricado em larga escala na forma de um revestimento a ser aplicado sobre qualquer superfície que emita calor. A inovação é capaz de gerar eletricidade, o que pode mudar o panorama energético mundial devido às magnitudes envolvidas.
Os motores a combustão dos carros aproveitam pouco mais de 25% da energia contida na gasolina - a maior parte é perdida na forma de calor. As grandes usinas termoelétricas, por sua vez, não conseguem converter em eletricidade mais do que 40% do combustível que consomem. Todo o restante é liberado na atmosfera como calor saindo de suas chaminés.
"Os geradores termoelétricos atuais têm uma eficiência de cerca de 8%. Isso pode parecer pouco, mas se conseguirmos fabricar materiais termoelétricos com um custo razoável, poderemos instalá-los nas enormes torres das usinas geradoras, onde cerca de 1.500 litros de vapor de água evaporam por minuto - isso vai resultar em enormes quantidades de eletricidade," disse o Dr. Aljoscha Roch, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.
Material termoelétrico flexível
Para baratear o material termoelétrico, Roch e seus colegas desenvolveram uma técnica para sua fabricação por meio de impressão contínua, da mesma forma que os jornais são impressos nas gráficas.
"Os materiais termoelétricos de hoje são fabricados de forma quase manual, a partir de elementos tóxicos, que contêm chumbo, por exemplo. Nós agora estamos usando uma moderna tecnologia de impressão 3D e plásticos inofensivos que são eletricamente condutores", explica Roch.
Os polímeros termoeletricamente ativos são aplicados em camadas de 20 a 30 micrômetros de espessura sobre substratos temporários, de onde são posteriormente retirados para aplicação sobre superfícies irregulares.
Quando o calor atinge o material em um de seus lados, os elétrons migram para o outro lado, produzindo uma corrente elétrica.
Testes iniciais foram realizados no escapamento de um carro, produzindo potências de até 600 Watts.

Engenheiros alemães desenvolveram um material termoelétrico flexível que pode ser fabricado em larga escala na forma de um revestimento a ser aplicado sobre qualquer superfície que emita calor. A inovação é capaz de gerar eletricidade, o que pode mudar o panorama energético mundial devido às magnitudes envolvidas.


Os motores a combustão dos carros aproveitam pouco mais de 25% da energia contida na gasolina - a maior parte é perdida na forma de calor. As grandes usinas termoelétricas, por sua vez, não conseguem converter em eletricidade mais do que 40% do combustível que consomem. Todo o restante é liberado na atmosfera como calor saindo de suas chaminés.


"Os geradores termoelétricos atuais têm uma eficiência de cerca de 8%. Isso pode parecer pouco, mas se conseguirmos fabricar materiais termoelétricos com um custo razoável, poderemos instalá-los nas enormes torres das usinas geradoras, onde cerca de 1.500 litros de vapor de água evaporam por minuto - isso vai resultar em enormes quantidades de eletricidade", disse o Dr. Aljoscha Roch, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.



Material termoelétrico flexível


Para baratear o material termoelétrico, Roch e seus colegas desenvolveram uma técnica para sua fabricação por meio de impressão contínua, da mesma forma que os jornais são impressos nas gráficas.


"Os materiais termoelétricos de hoje são fabricados de forma quase manual, a partir de elementos tóxicos, que contêm chumbo, por exemplo. Nós agora estamos usando uma moderna tecnologia de impressão 3D e plásticos inofensivos que são eletricamente condutores", explica Roch.


Os polímeros termoeletricamente ativos são aplicados em camadas de 20 a 30 micrômetros de espessura sobre substratos temporários, de onde são posteriormente retirados para aplicação sobre superfícies irregulares.


Quando o calor atinge o material em um de seus lados, os elétrons migram para o outro lado, produzindo uma corrente elétrica.


Testes iniciais foram realizados no escapamento de um carro, produzindo potências de até 600 Watts.

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