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Os negócios da empresa saltaram 15% no ano.
Redação TN/ Ascom Solaris
A Solaris, locadora de locação de equipamentos, informou nesta quarta-feira (17) a abertura de sua unidade de São José dos Campos, localizada no Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. O objetivo é atender às exigências de diferentes mercados, oferecendo soluções, experiência e flexibilidade.
Segundo Paulo Esteves, diretor da empresa, com foco nos segmentos de mineração, óleo e gás, e investindo para ampliar a participação na construção civil, a Solaris tem mantido forte ritmo de crescimento sustentável.
Apesar do aumento da competitividade, redução dos preços de locação e do atraso em parte das obras previstas para os megaeventos esportivos no Brasil, os negócios de locação de equipamentos da Solaris saltaram 15% no ano – próximo aos níveis de crescimento experimentados pela empresa no período pré-crise de 2008 – e alcançaram cerca de US$ 115 milhões frente a US$ 100 milhões em 2011.
"Com portfólio variado composto por plataformas aéreas, manipuladores telescópicos, grupos geradores, compressores de ar e torres de iluminação portáteis, a Solaris aumentou sua frota em 25% no ano, contando atualmente com mais de 3 mil máquinas", afirma o executivo.
A locadora possui 13 filiais em todo o país, para ampliar negócios com os mercados de offshore, mineração e energia. Ao todo, a empresa investiu US$130 milhões nos últimos três anos para consolidar sua expansão.
“Também estamos aumentando bastante nossa atuação junto ao setor de construção”, diz Esteves, “enviamos nosso time comercial a canteiros de obra para prospectar negócios, pois muitas construtoras não conhecem plataformas, manipuladores e perdem dinheiro e tempo em algumas atividades nas quais poderiam substituir guindastes, caminhões-munck e andaimes”.
De acordo com o diretor, a empresa também está atenta a obras ligadas a mobilidade urbana, aeroportos e infraestrutura em geral. “Em etapas mais adiantadas, nossos equipamentos poderão ajudar”, completa Esteves, que também tem máquinas em grandes projetos de geração de energia, entre outros.
O executivo aposta em uma evolução contínua do setor de locação no Brasil. “Desde que liderado de forma sustentável e responsável, é possível elevar os percentuais do rental penetration (porcentagem de equipamentos vendidos no mercado para empresas de locação) dos atuais 15% estimados para o mercado brasileiro para os 45% registrados nos Estados Unidos e, em algum momento, os 80% da Inglaterra”, compara Esteves, que aponta ainda o déficit habitacional e demanda por infraestrutura como fatores que podem aquecer a demanda mesmo após o encerramento dos megaeventos esportivos.
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