Posicionamento

Sinaval manifesta apoio à política de conteúdo local

Apoio também ao esforço de aumento da produção de petróleo.

Redação TN/ Ascom Sinaval
24/03/2014 09:58
Sinaval manifesta apoio à política de conteúdo local Imagem: Presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha. Divulgação Visualizações: 2229

 

A construção naval brasileira manifesta apoio ao esforço de aumento da produção de petróleo e à manutenção da política de conteúdo local
 
Os estaleiros associados ao Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) manifestam apoio à Petrobras no esforço de aumentar a produção brasileira de petróleo e ratificam seu compromisso com a eficiência e a produtividade da retomada dessa indústria.
 
O Presidente do SINAVAL, Ariovaldo Rocha, informa que as empresas acionistas dos maiores estaleiros brasileiros, reunidos em 19 de março na sede da instituição, no Rio de Janeiro, consideram o programa de conteúdo local na construção de navios e plataformas de petróleo essencial e estratégico para que os objetivos da Petrobras e do País sejam atingidos.
 
A realidade que o SINAVAL apresenta em seus cenários, desde 2006, mostra a geração de emprego e renda, com 78 mil pessoas diretamente empregadas em polos de construção naval em diversos Estados brasileiros, com investimentos próprios e financiamentos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) que representam mais de R$ 60 bilhões, já realizados e em obras em andamento de embarcações, navios-sonda e novos estaleiros. Aos empregos diretos nos estaleiros, somam-se cerca de 300 mil outros postos de trabalho criados na indústria brasileira fornecedora de equipamentos e serviços, devido ao grande fator multiplicador de empregos da indústria naval. 
 
Tais números são consequência da bem sucedida política pública de conteúdo local implementada pelo então Presidente Lula e ratificada pela Presidenta Dilma Rousseff, que conta com o apoio da sociedade brasileira, dos sindicatos dos trabalhadores e de investidores nacionais e internacionais. 
 
Um grande esforço de qualificação desses recursos humanos e desenvolvimento de tecnologia em toda a cadeia produtiva da indústria naval está em andamento. Na perspectiva futura, temos o desafio do desenvolvimento das bacias produtoras de petróleo em grandes reservatórios na camada geológica do pré sal.
 
O resultado concreto desse esforço coordenado é a entrega, em 2013, de 6 plataformas de produção de petróleo, 2 navios do PROMEF, 21 navios de apoio marítimo, 10 rebocadores portuários e cerca de 100 barcaças de transporte oceânico e fluvial. 
 
Os navios de apoio marítimo, em construção ou recentemente entregues, incluem projetos da mais  avançada tecnologia hoje existente, como os dos tipos AHTS (Anchor Handling Tug Supply) e PLSV (Pipe Laying Support Vessel), atestando a crescente especialização e a qualificação dos estaleiros e da Engenharia nacional.    
 
A Petrobras é o principal cliente da construção naval brasileira e os estaleiros cumprem sua missão estratégica de atender a parte da demanda.
 
Atualmente estão em construção no Brasil 15 plataformas de petróleo, sendo que 12 serão totalmente construídas em estaleiros locais e três terão a integração de módulos em cascos construídos na Ásia. Também estão sendo construídos 28 navios-sonda contratados pela Sete Brasil para perfuração de poços de petróleo. 
 
O programa de construção de 49 navios petroleiros para a Transpetro registra sete navios já entregues à operações e três em fase de acabamento para entrega este ano. 
 
Os estaleiros brasileiros trabalham para sete segmentos do mercado:
 
Apoio portuário - Construção de rebocadores para manobras de atracação de navios em portos e terminais marítimos especializados;
Prorefam – Programa de Renovação da Frota de Apoio Marítimo;
Promef – Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro;
Offshore – Construção de plataformas de produção de petróleo e sondas de perfuração;
Cabotagem – Construção de navios porta-contêineres e graneleiros para transporte de mercadorias na ampla costa brasileira;
Navegação fluvial e interior –  Construção de comboios, balsas, empurradores, ferry boats e navios de passageiros para transporte em rios e travessias de baías e lagoas.
Embarcações militares – Construção, para a Marinha do Brasil, de navios-patrulha, navios de escolta e uma frota de cinco submarinos, com a construção, em Itaguaí (RJ), de um estaleiro da Marinha do Brasil especializado para a construção de submarinos e base de apoio e, também, para manutenção da frota. 
 
Os principais competidores da indústria naval internacional – Japão, Coreia do Sul e China – levaram mais de 30 anos para atingir níveis de competitividade. A construção naval brasileira já apresenta resultados em 14 anos de operação.
 
A política de conteúdo local vem sendo executada com bom senso e em parâmetros competitivos. É uma diretriz política do Estado brasileiro e uma regra da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em ambientes político e regulatório onde a Petrobras existe e cumpre sua missão de executora de concessões públicas das reservas brasileiras de petróleo.
 
Sem a construção naval brasileira, a Petrobras teria ainda mais dificuldades de conseguir nos prazos adequados os equipamentos, os navios e as estruturas flutuantes necessários para executar sua curva de produção de petróleo. 
 
Os estaleiros brasileiros têm como acionistas alguns dos maiores grupos empresariais locais e internacionais, são parceiros e atuam em projetos conjuntamente com grandes empresas internacionais. Esses investidores acreditam na continuidade da política do Governo brasileiro quanto ao conteúdo local dos projetos. 
 
Entre os principais fornecedores dessa grande rede de suprimentos estão 17 grandes grupos, sendo 14 de capital internacional, listados entre os mil maiores do País. 
 
Todo esse sistema, que gera emprego, renda, investimentos e tecnologia, tem sua viabilidade assegurada pelo conteúdo local. É a favor desse esforço que os estaleiros se posicionam, com compromisso econômico e político. 

Os estaleiros associados ao Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) manifestam apoio à Petrobras no esforço de aumentar a produção brasileira de petróleo e ratificam seu compromisso com a eficiência e a produtividade da retomada dessa indústria.
 
O Presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, informa que as empresas acionistas dos maiores estaleiros brasileiros, reunidos em 19 de março na sede da instituição, no Rio de Janeiro, consideram o programa de conteúdo local na construção de navios e plataformas de petróleo essencial e estratégico para que os objetivos da Petrobras e do País sejam atingidos.
 
A realidade que o Sinaval apresenta em seus cenários, desde 2006, mostra a geração de emprego e renda, com 78 mil pessoas diretamente empregadas em polos de construção naval em diversos Estados brasileiros, com investimentos próprios e financiamentos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) que representam mais de R$ 60 bilhões, já realizados e em obras em andamento de embarcações, navios-sonda e novos estaleiros. Aos empregos diretos nos estaleiros, somam-se cerca de 300 mil outros postos de trabalho criados na indústria brasileira fornecedora de equipamentos e serviços, devido ao grande fator multiplicador de empregos da indústria naval. 
 
Tais números são consequência da bem sucedida política pública de conteúdo local implementada pelo então Presidente Lula e ratificada pela Presidenta Dilma Rousseff, que conta com o apoio da sociedade brasileira, dos sindicatos dos trabalhadores e de investidores nacionais e internacionais. 
 
Um grande esforço de qualificação desses recursos humanos e desenvolvimento de tecnologia em toda a cadeia produtiva da indústria naval está em andamento. Na perspectiva futura, temos o desafio do desenvolvimento das bacias produtoras de petróleo em grandes reservatórios na camada geológica do pré sal.
 
O resultado concreto desse esforço coordenado é a entrega, em 2013, de 6 plataformas de produção de petróleo, 2 navios do Promef, 21 navios de apoio marítimo, 10 rebocadores portuários e cerca de 100 barcaças de transporte oceânico e fluvial. 
 
Os navios de apoio marítimo, em construção ou recentemente entregues, incluem projetos da mais  avançada tecnologia hoje existente, como os dos tipos AHTS (Anchor Handling Tug Supply) e PLSV (Pipe Laying Support Vessel), atestando a crescente especialização e a qualificação dos estaleiros e da Engenharia nacional.    
 
A Petrobras é o principal cliente da construção naval brasileira e os estaleiros cumprem sua missão estratégica de atender a parte da demanda.
 
Atualmente estão em construção no Brasil 15 plataformas de petróleo, sendo que 12 serão totalmente construídas em estaleiros locais e três terão a integração de módulos em cascos construídos na Ásia. Também estão sendo construídos 28 navios-sonda contratados pela Sete Brasil para perfuração de poços de petróleo. 
 
O programa de construção de 49 navios petroleiros para a Transpetro registra sete navios já entregues à operações e três em fase de acabamento para entrega este ano. 
 
Os estaleiros brasileiros trabalham para sete segmentos do mercado:
 
Apoio portuário - Construção de rebocadores para manobras de atracação de navios em portos e terminais marítimos especializados;
Prorefam – Programa de Renovação da Frota de Apoio Marítimo;
Promef – Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro;
Offshore – Construção de plataformas de produção de petróleo e sondas de perfuração;
Cabotagem – Construção de navios porta-contêineres e graneleiros para transporte de mercadorias na ampla costa brasileira;
Navegação fluvial e interior –  Construção de comboios, balsas, empurradores, ferry boats e navios de passageiros para transporte em rios e travessias de baías e lagoas.
Embarcações militares – Construção, para a Marinha do Brasil, de navios-patrulha, navios de escolta e uma frota de cinco submarinos, com a construção, em Itaguaí (RJ), de um estaleiro da Marinha do Brasil especializado para a construção de submarinos e base de apoio e, também, para manutenção da frota. 
 
Os principais competidores da indústria naval internacional – Japão, Coreia do Sul e China – levaram mais de 30 anos para atingir níveis de competitividade. A construção naval brasileira já apresenta resultados em 14 anos de operação.
 
A política de conteúdo local vem sendo executada com bom senso e em parâmetros competitivos. É uma diretriz política do Estado brasileiro e uma regra da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em ambientes político e regulatório onde a Petrobras existe e cumpre sua missão de executora de concessões públicas das reservas brasileiras de petróleo.
 
Sem a construção naval brasileira, a Petrobras teria ainda mais dificuldades de conseguir nos prazos adequados os equipamentos, os navios e as estruturas flutuantes necessários para executar sua curva de produção de petróleo. 
 
Os estaleiros brasileiros têm como acionistas alguns dos maiores grupos empresariais locais e internacionais, são parceiros e atuam em projetos conjuntamente com grandes empresas internacionais. Esses investidores acreditam na continuidade da política do Governo brasileiro quanto ao conteúdo local dos projetos. 
 
Entre os principais fornecedores dessa grande rede de suprimentos estão 17 grandes grupos, sendo 14 de capital internacional, listados entre os mil maiores do País. 
 
Todo esse sistema, que gera emprego, renda, investimentos e tecnologia, tem sua viabilidade assegurada pelo conteúdo local. É a favor desse esforço que os estaleiros se posicionam, com compromisso econômico e político. 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Águas Profundas
Firjan promove Agrega+Indústria Especial SEAP II e SEAP I
10/09/26
ROG.e 2026
Merax confirma participação na ROG.e 2026 com soluções p...
10/09/26
ROG.e 2026
PRINER exibe na Rio Oil & Gas Energy o serviço de pintur...
05/09/26
Produtos e Serviços
Mancais e Vedações RiverTough
05/09/26
Apoio Offshore
OceanPact conclui a aquisição do Estaleiro Dock Brasil
04/09/26
Margem Equatorial
Ibama autoriza Petrobras a perfurar três novos poços na ...
04/09/26
Rio de Janeiro
Firjan lança recorte Norte Fluminense do Anuário do Petr...
04/09/26
PPSA
TotalEnergies e Petrobras vencem lotes do 8º Leilão Spot...
02/09/26
Bacia de Santos
Shell Brasil adquire participação no bloco exploratório ...
02/09/26
ANP
Produção de petróleo e gás em julho de 2026 foram de 5,8...
01/09/26
Royalties
ANP publica resolução sobre distribuição a municípios af...
28/08/26
Pré-Sal
P-80 e P-82, que vão operar em Búzios, são batizadas em ...
28/08/26
Royalties
Valores referentes à produção de junho foram distribuído...
27/08/26
Pré-Sal
Campo de Búzios bate recordes mensal e diário de exporta...
26/08/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 reúne líderes globais para discutir o futuro ...
26/08/26
Simpósio
Porto de Imbituba sedia II Simpósio Catarinense de Direi...
26/08/26
Pessoas
Felipe Arbelaez é nomeado head of country da bp no Brasil
26/08/26
ROG.e 2026
MODEC é patrocinadora da ROG.e 2026
26/08/26
Tecnologia
Corvus Energy amplia suporte técnico ao crescente setor ...
26/08/26
Pré-Sal
Com 180 mil bpd, FPSO Alexandre de Gusmão atinge topo de...
21/08/26
Parceria
Petrobras e Marinha do Brasil assinam protocolo de inten...
21/08/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25