Economia

Setor de máquinas terá mercado de usados, diz Abimaq

Opção será estratégica para pequeno empresário.

Folha de São Paulo
31/08/2012 12:05
Visualizações: 738

 

As novas medidas anunciadas pelo BNDES para financiar a compra de bens de capital usados (máquinas, ferramentas, tratores, aeronaves) vão incentivar a criação de um mercado paralelo, a exemplo do que ocorre com automóveis.
A previsão é da Abimaq, associação da indústria de máquinas, que está otimista com essa possibilidade.
Com a possibilidade de fazer empréstimos para comprar equipamentos usados e a taxa de 2,5% para máquinas novas, mais a permissão de abater de uma vez a depreciação das compradas neste ano, fecha-se um ciclo virtuoso, avalia José Veloso, vice-presidente da associação.
"Sem capital para bancar uma máquina nova, o pequeno empresário poderá optar pela usada. Quem vendeu a usada poderá adquirir uma nova. A nova linha incentivará os dois mercados".
Cesar Prata, dono da Asvac Bombas, que fornece máquinas para indústrias de vários setores e para navios e plataformas da Petrobras, acredita que as linhas do BNDES, associadas à redução da Selic e outras medidas macroeconômicas, vão estimular os negócios. "O setores de petróleo, mineração e siderurgia foram os que mais retardaram a aquisição de equipamentos, entre nossos clientes".
Foi após a queda de 25% nos financiamentos feitos pelo BNDES para máquinas (de janeiro a maio) que o governo decidiu agir e incentivar novos investimentos.
No caso dos caminhões, a queda de empréstimos chegou a 63%. Os juros para essa linha também foram reduzidos de 5,5% ao ano para 2,5%. A diferença será bancada pelo Tesouro, que "equaliza" as taxas -ou seja, arca com o valor que o BNDES perde com os juros menores.
Para Mauro Saltini, vice-presidente da Anfavea, a medida é favorável e deve resultar num aumento das vendas de caminhão. O corte dos juros, diz, "praticamente anula" o aumento dos veículos.
Saltini afirma que o setor já começa a esboçar uma reação, após sentir os efeitos dos preços mais altos, da crise externa e da freada da economia doméstica.

As novas medidas anunciadas pelo BNDES para financiar a compra de bens de capital usados (máquinas, ferramentas, tratores, aeronaves) vão incentivar a criação de um mercado paralelo, a exemplo do que ocorre com automóveis.


A previsão é da Abimaq, associação da indústria de máquinas, que está otimista com essa possibilidade.


Com a possibilidade de fazer empréstimos para comprar equipamentos usados e a taxa de 2,5% para máquinas novas, mais a permissão de abater de uma vez a depreciação das compradas neste ano, fecha-se um ciclo virtuoso, avalia José Veloso, vice-presidente da associação.


"Sem capital para bancar uma máquina nova, o pequeno empresário poderá optar pela usada. Quem vendeu a usada poderá adquirir uma nova. A nova linha incentivará os dois mercados".


Cesar Prata, dono da Asvac Bombas, que fornece máquinas para indústrias de vários setores e para navios e plataformas da Petrobras, acredita que as linhas do BNDES, associadas à redução da Selic e outras medidas macroeconômicas, vão estimular os negócios. "O setores de petróleo, mineração e siderurgia foram os que mais retardaram a aquisição de equipamentos, entre nossos clientes".


Foi após a queda de 25% nos financiamentos feitos pelo BNDES para máquinas (de janeiro a maio) que o governo decidiu agir e incentivar novos investimentos.


No caso dos caminhões, a queda de empréstimos chegou a 63%. Os juros para essa linha também foram reduzidos de 5,5% ao ano para 2,5%. A diferença será bancada pelo Tesouro, que "equaliza" as taxas -ou seja, arca com o valor que o BNDES perde com os juros menores.


Para Mauro Saltini, vice-presidente da Anfavea, a medida é favorável e deve resultar num aumento das vendas de caminhão. O corte dos juros, diz, "praticamente anula" o aumento dos veículos.


Saltini afirma que o setor já começa a esboçar uma reação, após sentir os efeitos dos preços mais altos, da crise externa e da freada da economia doméstica.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e 2026, Shell destaca parcerias, inovação e disci...
25/09/26
ROG.e 2026
Nikki Martin, presidente e CEO da EnerGeo Alliance falou...
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e OceanPact assinam acordo para expansão de...
25/09/26
ROG.e 2026
Shell destaca papel da capacitação para aproximar jovens...
25/09/26
Terminais
Ultracargo é reconhecida pelo quarto ano consecutivo com...
25/09/26
GNL
Edge e Governo do Rio Grande do Sul assinam Memorando de...
25/09/26
E&P
ANP contrata B3 para assessoria técnica às licitações de E&P
25/09/26
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25