Investimento

RJ terá investimento de R$ 6,9 bilhões no setor portuário

Volume corresponde a 14% do total de R$ 51 bilhões previstos para todo o Brasil.

Agência Brasil
30/11/2015 10:13
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Os portos do Estado do Rio de Janeiro vão receber R$ 6,9 bilhões de investimentos até 2042. Esse cálculo de valores a serem aplicadas em obras nos terminais fluminenses considera R$ 1,3 bilhão de arrendamentos, R$ 2,8 bilhões de prorrogações contratuais e R$ 2,7 bilhões em ações em terminais privados. Os números foram apresentados pelo ministro da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, nesta sexta-feira (27), no 2º Fórum de Infraestrutura, no Rio de Janeiro.
Em dezembro, a Secretaria de Portos estará apta a assinar a autorização para o início da dragagem do canal do Porto do Rio de Janeiro. “Uma obra de R$ 193 milhões, há muito esperada por esse Estado”, disse o ministro.
Os recursos a serem aplicados nos portos fluminenses representam 14% do total previsto para obras no setor em todo o Brasil nos próximos anos. Barbalho lembrou que até 2042 os investimentos previstos para os portos brasileiros somam cerca de R$ 51 bilhões. “A maior parte desses recursos virá do setor privado”, destacou o ministro.
País
Segundo Helder Barbalho, do total de investimentos no País, R$ 3,9 bilhões representa a fatia de recursos do governo e entre R$ 47 bilhões e R$ 48 bilhões virão da iniciativa privada. “O papel do governo é o de criar condições para o setor investir”, declarou. Na carteira de investimentos listada pela Secretaria de Portos estão obras de dragagem, autorizações para construção de terminais de uso privado, licitação de áreas para arrendamento e prorrogações de contratos de arrendamentos.
Serão R$ 3,9 bilhões em obras de dragagem, infraestrutura e modernização da gestão portuária; mais de R$ 19 bilhões a serem investidos em terminais de uso privado, caso todos os 66 pedidos de autorização em análise na SEP sejam concedidos; outros R$ 16 bilhões em investimentos planejados para as 93 áreas a serem licitadas e leiloadas até o fim de 2016; e mais R$ 11 bilhões de obras prometidas nos processos de prorrogação dos arrendamentos.

Os portos do Estado do Rio de Janeiro vão receber R$ 6,9 bilhões de investimentos até 2042. Esse cálculo de valores a serem aplicadas em obras nos terminais fluminenses considera R$ 1,3 bilhão de arrendamentos, R$ 2,8 bilhões de prorrogações contratuais e R$ 2,7 bilhões em ações em terminais privados. Os números foram apresentados pelo ministro da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, nesta sexta-feira (27), no 2º Fórum de Infraestrutura, no Rio de Janeiro.

Em dezembro, a Secretaria de Portos estará apta a assinar a autorização para o início da dragagem do canal do Porto do Rio de Janeiro. “Uma obra de R$ 193 milhões, há muito esperada por esse Estado”, disse o ministro.
Os recursos a serem aplicados nos portos fluminenses representam 14% do total previsto para obras no setor em todo o Brasil nos próximos anos. Barbalho lembrou que até 2042 os investimentos previstos para os portos brasileiros somam cerca de R$ 51 bilhões. “A maior parte desses recursos virá do setor privado”, destacou o ministro.

País

Segundo Helder Barbalho, do total de investimentos no País, R$ 3,9 bilhões representa a fatia de recursos do governo e entre R$ 47 bilhões e R$ 48 bilhões virão da iniciativa privada. “O papel do governo é o de criar condições para o setor investir”, declarou. Na carteira de investimentos listada pela Secretaria de Portos estão obras de dragagem, autorizações para construção de terminais de uso privado, licitação de áreas para arrendamento e prorrogações de contratos de arrendamentos.

Serão R$ 3,9 bilhões em obras de dragagem, infraestrutura e modernização da gestão portuária; mais de R$ 19 bilhões a serem investidos em terminais de uso privado, caso todos os 66 pedidos de autorização em análise na SEP sejam concedidos; outros R$ 16 bilhões em investimentos planejados para as 93 áreas a serem licitadas e leiloadas até o fim de 2016; e mais R$ 11 bilhões de obras prometidas nos processos de prorrogação dos arrendamentos.

 

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