Resultado

Receita líquida da CPFL Renováveis supera R$ 1 bilhão em 2013

Com a geração de energia distribuída em 60 usinas.

Redação TN/ Ascom CPFL Renováveis
26/03/2014 10:29
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A CPFL Energias Renováveis registrou receita líquida de R$ 334 milhões no quarto trimestre de 2013, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2013, a receita líquida totalizou R$ 1 bilhão, com um incremento de 26% em comparação com 2012.
“O ano de 2013 foi desafiador para a CPFL Renováveis, que deu passos importantes na consolidação de sua plataforma de ativos em operação e no desenvolvimento de seus objetivos de longo prazo. A geração total de energia da Companhia alcançou 3.201 GWh, 17% maior do que em 2012. Ainda nas operações, houve grande evolução na integração da gestão e controles dos nossos ativos, que em dezembro de 2013 somavam 1.283,1 MW de capacidade em operação, distribuídos em 60 usinas/parques eólicos”, afirma Andre Dorf, presidente da Companhia.
“Com relação às novas iniciativas de crescimento, atuamos em duas frentes ao longo do ano: anunciamos a aquisição do complexo eólico Rosa dos Ventos em junho e participamos do leilão de energia A-5 em dezembro. Além disso, atuamos na implantação de 5 projetos simultaneamente – 3 complexos eólicos (Atlântica, Macacos e Campo dos Ventos II) e 2 usinas de biomassa (Coopcana e Alvorada). Adicionalmente, anunciamos em fevereiro de 2014 a associação com a DESA que, depois de concluída, adicionará 330,8 MW de capacidade contratada ao nosso portfólio, dos quais 277,6 MW já estão em operação”, acrescenta ele.
O Ebitda – sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – totalizou cerca de R$ 176 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, com um aumento de 6% ante os mesmos meses de 2012. A margem Ebitda, por sua vez, foi de 53%. Em 2013, o Ebitda atingiu R$ 563 milhões, com margem de 55%, representando uma elevação de 12% em relação a 2012. Tal resultado deve-se à maior receita auferida com a expansão do portfólio da Companhia nos períodos comparados, que foi parcialmente compensada pela compra extraordinária de energia para suprir lastro de contratos e despesas de GSF. Desconsiderando esses efeitos extraordinários, o Ebitda da CPFL Renováveis alcançaria R$ 249 milhões no 4T13, com margem de 74%, crescimento de 50% em relação ao 4T12 e R$ 738 milhões no ano de 2013, com margem de 72%, elevação de 46% em relação ao ano anterior.
Já o lucro líquido da CPFL Renováveis alcançou cerca de R$ 28 milhões no quarto trimestre de 2013, ante um prejuízo líquido de R$ 155 mil no último trimestre de 2012. No acumulado de 2013, a Companhia apresentou um resultado líquido negativo de R$ 55 milhões ante um lucro líquido de R$ 8 milhões em 2012. Desconsiderando os gastos extraordinários de compra de energia, os resultados líquidos dos períodos alcançariam R$ 101 milhões no 4T13 e R$ 120 milhões no acumulado de 2013.
Indicadores operacionais
Em 2013, a CPFL Renováveis gerou 3.201 GWh de energia, um aumento de 17% em relação ao ano de 2012. O parque gerador da empresa atingiu ao final de 2013 uma capacidade total contratada de 1.786,6 MW nas quatro fontes de energia renovável (PCHs, eólica, biomassa e solar), dos quais 1.283,1 MW estão em operação. O crescimento da capacidade ao final de 2013 é de 11% em comparação com 2012 e se deve, à entrada em operação das usinas termelétricas movidas à biomassa Coopcana (50 MW) e Alvorada (50 MW) e do parque eólico Campo dos Ventos II (30MW). 
O parque eólico Campo dos Ventos II está apto a operar desde 27 de setembro de 2013, por meio do despacho Aneel nº 3.333 e, de acordo com as regras do Leilão de Energia de Reserva (LER) 2010, passou a ter direito à receita correspondente à geração desde tal data, ainda que o término da construção da ICG (Instalação Compartilhada de Geração) esteja pendente.
Investimentos
Em 2013, A CPFL Renováveis investiu R$ 804 milhões, ante R$ 1 bilhão em 2012. No quarto trimestre do ano, os investimentos chegaram a R$ 117 milhões, ficando 24%, abaixo do 4T12, e foram direcionados basicamente aos complexos eólicos Campo dos Ventos II (RN), Coopcana (PR), Alvorada (MG), Atlântica (RS) e Macacos I (RN).
Em 22 de março de 2014, entrou em operação comercial o último parque que completa o Complexo Atlântica (RS), que já vem entrando gradualmente em operação desde novembro de 2013. A potência instalada do empreendimento é de 120 MW e a garantia física de 52,7 MW médios. A Companhia prevê para os próximos meses a entrada em operação do Complexo Macacos I (RN), com potência instalada de 78,2 MW e garantia física de 37,5 MW médios. 
Para o primeiro semestre de 2016, está prevista a entrada em operação do Complexo Campo dos Ventos (RN), com potência instalada de 82 MW e garantia física de 40,2 MW médios. No segundo semestre do mesmo de 2016 será a vez do Complexo São Benedito (RN), com potência instalada de 172 MW e garantia física de 89 MW médios. Em 2018, está prevista a entrada em operação do Complexo Pedra Cheirosa (CE), com potência instalada de 51,3 MW e a garantia física de 26,1 MW médios. 
Endividamento 
O endividamento líquido consolidado da CPFL Renováveis encerrou 2013 em R$ 3,9 bilhões, valor 9% superior à 2012. Grande parte deste aumento decorreu das captações realizadas em 2013 para fazer frente aos investimentos necessários para a construção do Complexo Macacos, Campo dos Ventos II, Complexo Atlântica, Bio Alvorada e Bio Coopcana.Em decorrência disto, em 2013 a Companhia realizou captações de R$ 1,4 bilhão em novas dívidas para seus projetos em construção. A alavancagem da Companhia foi de 6,9 vezes o Ebitda em 2013, com perfil de amortização e custo adequados aos projetos da empresa. “Temos um nível de alavancagem compatível com nossa trajetória de crescimento e um perfil adequado, com custos competitivos e prazo de amortização apropriado, explica o presidente da Companhia, Andre Dorf. O saldo de caixa caixa, em dezembro de 2013, era de R$ 890 milhões.

A CPFL Energias Renováveis registrou receita líquida de R$ 334 milhões no quarto trimestre de 2013, o que representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2013, a receita líquida totalizou R$ 1 bilhão, com um incremento de 26% em comparação com 2012.

“O ano de 2013 foi desafiador para a CPFL Renováveis, que deu passos importantes na consolidação de sua plataforma de ativos em operação e no desenvolvimento de seus objetivos de longo prazo. A geração total de energia da Companhia alcançou 3.201 GWh, 17% maior do que em 2012. Ainda nas operações, houve grande evolução na integração da gestão e controles dos nossos ativos, que em dezembro de 2013 somavam 1.283,1 MW de capacidade em operação, distribuídos em 60 usinas/parques eólicos”, afirma Andre Dorf, presidente da Companhia.

“Com relação às novas iniciativas de crescimento, atuamos em duas frentes ao longo do ano: anunciamos a aquisição do complexo eólico Rosa dos Ventos em junho e participamos do leilão de energia A-5 em dezembro. Além disso, atuamos na implantação de 5 projetos simultaneamente – 3 complexos eólicos (Atlântica, Macacos e Campo dos Ventos II) e 2 usinas de biomassa (Coopcana e Alvorada). Adicionalmente, anunciamos em fevereiro de 2014 a associação com a DESA que, depois de concluída, adicionará 330,8 MW de capacidade contratada ao nosso portfólio, dos quais 277,6 MW já estão em operação”, acrescenta ele.

O Ebitda – sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – totalizou cerca de R$ 176 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, com um aumento de 6% ante os mesmos meses de 2012. A margem Ebitda, por sua vez, foi de 53%. Em 2013, o Ebitda atingiu R$ 563 milhões, com margem de 55%, representando uma elevação de 12% em relação a 2012. Tal resultado deve-se à maior receita auferida com a expansão do portfólio da Companhia nos períodos comparados, que foi parcialmente compensada pela compra extraordinária de energia para suprir lastro de contratos e despesas de GSF. Desconsiderando esses efeitos extraordinários, o Ebitda da CPFL Renováveis alcançaria R$ 249 milhões no 4T13, com margem de 74%, crescimento de 50% em relação ao 4T12 e R$ 738 milhões no ano de 2013, com margem de 72%, elevação de 46% em relação ao ano anterior.

Já o lucro líquido da CPFL Renováveis alcançou cerca de R$ 28 milhões no quarto trimestre de 2013, ante um prejuízo líquido de R$ 155 mil no último trimestre de 2012. No acumulado de 2013, a Companhia apresentou um resultado líquido negativo de R$ 55 milhões ante um lucro líquido de R$ 8 milhões em 2012. Desconsiderando os gastos extraordinários de compra de energia, os resultados líquidos dos períodos alcançariam R$ 101 milhões no 4T13 e R$ 120 milhões no acumulado de 2013.

Indicadores operacionais

Em 2013, a CPFL Renováveis gerou 3.201 GWh de energia, um aumento de 17% em relação ao ano de 2012. O parque gerador da empresa atingiu ao final de 2013 uma capacidade total contratada de 1.786,6 MW nas quatro fontes de energia renovável (PCHs, eólica, biomassa e solar), dos quais 1.283,1 MW estão em operação. O crescimento da capacidade ao final de 2013 é de 11% em comparação com 2012 e se deve, à entrada em operação das usinas termelétricas movidas à biomassa Coopcana (50 MW) e Alvorada (50 MW) e do parque eólico Campo dos Ventos II (30MW). 

O parque eólico Campo dos Ventos II está apto a operar desde 27 de setembro de 2013, por meio do despacho Aneel nº 3.333 e, de acordo com as regras do Leilão de Energia de Reserva (LER) 2010, passou a ter direito à receita correspondente à geração desde tal data, ainda que o término da construção da ICG (Instalação Compartilhada de Geração) esteja pendente.

Investimentos

Em 2013, A CPFL Renováveis investiu R$ 804 milhões, ante R$ 1 bilhão em 2012. No quarto trimestre do ano, os investimentos chegaram a R$ 117 milhões, ficando 24%, abaixo do 4T12, e foram direcionados basicamente aos complexos eólicos Campo dos Ventos II (RN), Coopcana (PR), Alvorada (MG), Atlântica (RS) e Macacos I (RN).

Em 22 de março de 2014, entrou em operação comercial o último parque que completa o Complexo Atlântica (RS), que já vem entrando gradualmente em operação desde novembro de 2013. A potência instalada do empreendimento é de 120 MW e a garantia física de 52,7 MW médios. A Companhia prevê para os próximos meses a entrada em operação do Complexo Macacos I (RN), com potência instalada de 78,2 MW e garantia física de 37,5 MW médios. 

Para o primeiro semestre de 2016, está prevista a entrada em operação do Complexo Campo dos Ventos (RN), com potência instalada de 82 MW e garantia física de 40,2 MW médios. No segundo semestre do mesmo de 2016 será a vez do Complexo São Benedito (RN), com potência instalada de 172 MW e garantia física de 89 MW médios. Em 2018, está prevista a entrada em operação do Complexo Pedra Cheirosa (CE), com potência instalada de 51,3 MW e a garantia física de 26,1 MW médios. 

Endividamento 

O endividamento líquido consolidado da CPFL Renováveis encerrou 2013 em R$ 3,9 bilhões, valor 9% superior à 2012. Grande parte deste aumento decorreu das captações realizadas em 2013 para fazer frente aos investimentos necessários para a construção do Complexo Macacos, Campo dos Ventos II, Complexo Atlântica, Bio Alvorada e Bio Coopcana.Em decorrência disto, em 2013 a Companhia realizou captações de R$ 1,4 bilhão em novas dívidas para seus projetos em construção. A alavancagem da Companhia foi de 6,9 vezes o Ebitda em 2013, com perfil de amortização e custo adequados aos projetos da empresa. “Temos um nível de alavancagem compatível com nossa trajetória de crescimento e um perfil adequado, com custos competitivos e prazo de amortização apropriado, explica o presidente da Companhia, Andre Dorf. O saldo de caixa caixa, em dezembro de 2013, era de R$ 890 milhões.

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