Economia

Projeção da inflação oficial em 2013 tem leve alta e chega a 5,68%

Analistas estimam crescimento da economia em 3,1%.

Agência Brasil
04/02/2013 09:41
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Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram pela quinta semana seguida a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 5,67% para 5,68%. Para 2014, permanece a projeção de 5,5%.
É função do BC perseguir a meta de inflação, medida pelo IPCA, que tem como centro 4,5% e margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, as projeções do mercado financeiro estão acima do centro da meta, mas abaixo do limite superior de 6,5%.
Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e calibrar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, em 2013, essa taxa deve permanecer em 7,25% ao ano. Para 2014, a expectativa é que o BC eleve a taxa, que deve encerrar o período em 8,25% ao ano.
A pesquisa do BC aos analistas também traz estimativa para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que foi ajustada de 4,96% para 5,07%, neste ano, e passou de 5% para 4,95%, em 2014.
A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 5,19% para 5,16%, este ano, e mantida em 5%, no próximo ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), houve alteração de 5,26% para 5,09%, este ano, e de 5,18% para 5,19%, em 2014.
Analistas mantêm em 3,1% estimativa para o crescimento da economia este ano
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) mantiveram em 3,1% a estimativa de crescimento da economia este ano. Para 2014, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 3,65% para 3,70%.
Para a produção industrial, a estimativa de expansão este ano passou de 3,10 para 3,17%. Para 2014, a expectativa foi mantida em 3,70%.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB permanece em 34%, este ano, e passou de 33% para 33,1%, em 2014.
A expectativa para a cotação do dólar passou de R$ 2,07 para R$ 2,05, ao fim deste ano, e de R$ 2,09 para R$ 2,07, ao final de 2014.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 16,75 bilhões para US$ 15,5 bilhões, este ano, e mantida em US$ 16 bilhões, em 2014.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi ajustada de US$ 61,96 bilhões para US$ 62,65 bilhões, este ano, e mantida em US$ 70 bilhões, em 2014.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram pela quinta semana seguida a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 5,67% para 5,68%. Para 2014, permanece a projeção de 5,5%.


É função do BC perseguir a meta de inflação, medida pelo IPCA, que tem como centro 4,5% e margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, as projeções do mercado financeiro estão acima do centro da meta, mas abaixo do limite superior de 6,5%.


Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e calibrar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, em 2013, essa taxa deve permanecer em 7,25% ao ano. Para 2014, a expectativa é que o BC eleve a taxa, que deve encerrar o período em 8,25% ao ano.


A pesquisa do BC aos analistas também traz estimativa para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que foi ajustada de 4,96% para 5,07%, neste ano, e passou de 5% para 4,95%, em 2014.


A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 5,19% para 5,16%, este ano, e mantida em 5%, no próximo ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), houve alteração de 5,26% para 5,09%, este ano, e de 5,18% para 5,19%, em 2014.



Analistas mantêm em 3,1% estimativa para o crescimento da economia este ano


Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) mantiveram em 3,1% a estimativa de crescimento da economia este ano. Para 2014, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 3,65% para 3,70%.


Para a produção industrial, a estimativa de expansão este ano passou de 3,10 para 3,17%. Para 2014, a expectativa foi mantida em 3,70%.


A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB permanece em 34%, este ano, e passou de 33% para 33,1%, em 2014.


A expectativa para a cotação do dólar passou de R$ 2,07 para R$ 2,05, ao fim deste ano, e de R$ 2,09 para R$ 2,07, ao final de 2014.


A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 16,75 bilhões para US$ 15,5 bilhões, este ano, e mantida em US$ 16 bilhões, em 2014.


Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi ajustada de US$ 61,96 bilhões para US$ 62,65 bilhões, este ano, e mantida em US$ 70 bilhões, em 2014.


A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 60 bilhões tanto para 2013 quanto para o próximo ano.

 

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