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Produção brasileira de aço cai

O Brasil produziu 23,2 milhões de toneladas de aço bruto de janeiro a agosto deste ano, 3,3% a menos do que no mesmo período do ano passado. Mantem-se o excedente de capacidade mundial acima de 500 milhões de toneladas, num contexto internacional de déficit fiscal

Redação
19/09/2012 11:19
Visualizações: 901
O Brasil produziu 23,2 milhões de toneladas de aço bruto de janeiro a agosto deste ano, 3,3% a menos do que no mesmo período do ano passado. Mantem-se o excedente de capacidade mundial acima de 500 milhões de toneladas, num contexto internacional de déficit fiscal nos Estados Unidos, crise na zona do Euro, desaceleração na China e em outros mercados emergentes, principalmente nos países muito dependentes de exportações. O quadro geral, segundo o WorldSteel Association, é de estabilização, com fraca recuperação, o que reforça a necessidade de atenção do Governo brasileiro a mecanismos de defesa comercial e correção de assimetrias competitivas. 
 
 
A desoneração da energia elétrica e da folha de pagamentos são medidas do Governo que podem aumentar a competividade da indústria. A realização dos chamados projetos especiais como a Copa, Olimpíadas, pré-sal e Minha Casa e Minha Vida podem ser indutores de uma retomada do consumo de aço.
 
 
O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos e as vendas apresentaram leve recuperação no período de janeiro a agosto. O consumo aparente totalizou 17,2 milhões de toneladas em 2012, aumento de 1,7% em relação a igual período de 2011. Enquanto as vendas acumuladas em 2012, de 14,7 milhões de toneladas, mostraram leve crescimento de 1,4% com relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para o setor automotivo que vem aumentando suas vendas com a redução do IPI, concedida pelo Governo.
 
 
As exportações de janeiro a agosto caíram 12,4%, chegando a 6,6 milhões de toneladas de janeiro a agosto. As importações ainda preocupam. Foram 2,6 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, 5,7% acima do mesmo período do ano anterior. O fim da Guerra dos Portos e o recente aumento das tarifas de importação devem ajudar e melhorar esse quadro.
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