Combustíveis

Primeira usina de etanol celulósico é inaugurada na Itália

Unidade produzirá 75 milhões de litros do combustível anualmente.

Ascom Novozymes
09/10/2013 12:08
Primeira usina de etanol celulósico é inaugurada na Itália Imagem: Usina de etanol celulósico. Divulgação Visualizações: 1189

 

A Beta Renewables e a Novozymes, líder mundial em enzimas industriais, fazem hoje (9) a abertura oficial da primeira usina do mundo destinada à produção de etanol celulósico em escala comercial. Instalada na cidade de Crescentino, na província de Piemonte, ao norte da Itália, a usina utiliza resíduos como palha de trigo, arroz e cana-do-reino para fazer etanol. Além disso, gera sua própria eletricidade a partir do aproveitamento da lignina, um polímero extraído da biomassa durante o processo de produção do etanol, vendendo a eletricidade excedente para a rede elétrica local.
A biorrefinaria é de propriedade da Beta Renewables, joint venture entre a Biochemtex, uma empresa de engenharia do Grupo Mossi Ghisolfi, o fundo americano TPG (Texas Pacific Group), e a Novozymes. As duas empresas (Beta Renewables e Novozymes) formaram uma parceria estratégica em outubro de 2012, fazendo com que a fabricante dinamarquesa de enzimas se tonasse a fornecedora preferencial para atuais e futuros projetos de biocombustíveis celulósicos da Beta.
“O mercado de biocombustíveis apresenta oportunidades de transformação econômica, ambiental e social. Com esta inauguração estamos abrindo o caminho para a revolução verde na indústria química”, afirma o presidente e CEO da Beta Renewables, Guido Ghisolfi. “Faremos a expansão comercial da nossa tecnologia para o mundo e estamos confiantes na demanda global”.
“A inauguração da usina representa um salto adiante, é o começo de uma nova era para os biocombustíveis avançados,” diz o CEO da Novozymes, Peder Holk Nielsen. “Nessa planta, com nossa tecnologia enzimática embarcada. Nós transformaremos resíduos agrícolas em milhões de litros de combustível verde de baixa emissão de gases, provando que o etanol celulósico não é mais um sonho. Ele está aqui, está acontecendo e está pronto para venda".
Políticas de incentivo
Com a tecnologia pronta em escala comercial, é vital que sejam criadas condições políticas estáveis e favoráveis em todo o mundo, para colher melhor as vastas oportunidades em etanol celulósico e biocombustíveis avançados.
"Agora o governo precisa enviar sinais claros para incentivar os investimentos necessários em biocombustíveis avançados", diz Peder Holk Nielsen. "Mandatos de mistura de etanol, incentivos para o uso de resíduos agrícolas e apoio ao investimento para as primeiras plantas em larga escala ajudarão a mover o mundo substancialmente em termos de redução de gases de efeito estufa, estimulando a economia e proporcionando segurança energética. A dependência contínua de combustíveis fósseis não é viável".
Tecnologia a custo competitivo
Desenvolvida pela Beta Renewables, a PROESA™, é uma tecnologia única de pré-tratamento e conversão de biomassa. Aliada à família de enzimas Cellic® da Novozymes, a PROESA™ é hoje a plataforma de produção de etanol celulósico de melhor custo competitivo. Mais de US $ 200 milhões foram investidos em pesquisa e desenvolvimento da tecnologia utilizada para a produção de etanol celulósico na instalação da biorrefinaria de Crescentino, desde 2011.
"Os investidores interessados em etanol celulósico muitas vezes perguntam quando a tecnologia estará pronta em escala comercial", diz Guido Ghisolfi. "PROESA permite aos clientes produzir biocombustível avançado a um preço de custo competitivo em relação aos biocombustíveis convencionais - em grande escala e hoje. Nossa oferta completa faz com que projetos de biocombustíveis celulósicos sejam financeiramente viáveis. A primeira usina comercial do mundo em funcionamento aqui no norte da Itália me deixa muito ansioso em percorrer o caminho rumo ao estabelecimento de uma nova indústria, nova e promissora".

A Beta Renewables e a Novozymes fazem hoje (9) a abertura oficial da primeira usina do mundo destinada à produção de etanol celulósico em escala comercial. Instalada na cidade de Crescentino, na província de Piemonte, ao norte da Itália, a usina utiliza resíduos como palha de trigo, arroz e cana-do-reino para fazer etanol. Além disso, gera sua própria eletricidade a partir do aproveitamento da lignina, um polímero extraído da biomassa durante o processo de produção do etanol, vendendo a eletricidade excedente para a rede elétrica local.

A biorrefinaria é de propriedade da Beta Renewables, joint venture entre a Biochemtex, uma empresa de engenharia do Grupo Mossi Ghisolfi, o fundo americano TPG (Texas Pacific Group), e a Novozymes. As duas empresas (Beta Renewables e Novozymes) formaram uma parceria estratégica em outubro de 2012, fazendo com que a fabricante dinamarquesa de enzimas se tonasse a fornecedora preferencial para atuais e futuros projetos de biocombustíveis celulósicos da Beta.

“O mercado de biocombustíveis apresenta oportunidades de transformação econômica, ambiental e social. Com esta inauguração estamos abrindo o caminho para a revolução verde na indústria química”, afirma o presidente e CEO da Beta Renewables, Guido Ghisolfi. “Faremos a expansão comercial da nossa tecnologia para o mundo e estamos confiantes na demanda global”.

“A inauguração da usina representa um salto adiante, é o começo de uma nova era para os biocombustíveis avançados,” diz o CEO da Novozymes, Peder Holk Nielsen. “Nessa planta, com nossa tecnologia enzimática embarcada. Nós transformaremos resíduos agrícolas em milhões de litros de combustível verde de baixa emissão de gases, provando que o etanol celulósico não é mais um sonho. Ele está aqui, está acontecendo e está pronto para venda".


Políticas de incentivo

Com a tecnologia pronta em escala comercial, é vital que sejam criadas condições políticas estáveis e favoráveis em todo o mundo, para colher melhor as vastas oportunidades em etanol celulósico e biocombustíveis avançados.

"Agora o governo precisa enviar sinais claros para incentivar os investimentos necessários em biocombustíveis avançados", diz Peder Holk Nielsen. "Mandatos de mistura de etanol, incentivos para o uso de resíduos agrícolas e apoio ao investimento para as primeiras plantas em larga escala ajudarão a mover o mundo substancialmente em termos de redução de gases de efeito estufa, estimulando a economia e proporcionando segurança energética. A dependência contínua de combustíveis fósseis não é viável".


Tecnologia a custo competitivo

Desenvolvida pela Beta Renewables, a PROESA™, é uma tecnologia única de pré-tratamento e conversão de biomassa. Aliada à família de enzimas Cellic® da Novozymes, a PROESA™ é hoje a plataforma de produção de etanol celulósico de melhor custo competitivo. Mais de US $ 200 milhões foram investidos em pesquisa e desenvolvimento da tecnologia utilizada para a produção de etanol celulósico na instalação da biorrefinaria de Crescentino, desde 2011.

"Os investidores interessados em etanol celulósico muitas vezes perguntam quando a tecnologia estará pronta em escala comercial", diz Guido Ghisolfi. "PROESA permite aos clientes produzir biocombustível avançado a um preço de custo competitivo em relação aos biocombustíveis convencionais - em grande escala e hoje. Nossa oferta completa faz com que projetos de biocombustíveis celulósicos sejam financeiramente viáveis. A primeira usina comercial do mundo em funcionamento aqui no norte da Itália me deixa muito ansioso em percorrer o caminho rumo ao estabelecimento de uma nova indústria, nova e promissora".

 

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