Combustíveis

Preço do óleo diesel nas bombas deverá subir em média 4%

A estimativa foi feita pelo Sindicomb.

Agência Brasil
07/03/2013 09:47
Preço do óleo diesel nas bombas deverá subir em média 4% Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 919

 

O aumento de 5%, determinado pela Petrobras, no preço do óleo diesel comercializado, a partir de ontem (6) nas refinarias de todo o país, deverá elevar o preço médio do produto nas bombas do município do Rio de Janeiro em cerca de 4%. A estimativa é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb), Manoel Fonseca da Costa.
“Nós vamos ter que repassar o aumento, sem dúvida. A consequência da decisão será que o consumidor deverá ter que arcar com uma alta nas bombas em média de 4%. Mas como não há opção ao diesel no transporte de carga, a alta não deverá influenciar as vendas nos postos do município”, disse. Costa lembrou, ainda, que a alta também deverá refletir no custo do frete, que implicará no aumento nos preços dos produtos, com reflexo direto na inflação.
Com o reajuste de hoje, o óleo diesel acumula este ano uma elevação de 9,5% nas refinarias da Petrobras em todo o país. No dia 30 de janeiro, a empresa reajustou o combustível em 4,5%.
O presidente do Sindicomb informou ainda que a venda de derivados caiu em média em fevereiro entre 5% a 6%, como consequência da elevação do preço do produto e pelo menor número de dias de fevereiro, além de, tradicionalmente, ser um mês em que os consumidores diminuem as compras por causa das despesas com pagamentos de impostos como o Imposto Predial, Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
Fonseca da Costa acredita que este ano o consumo de derivados no país deverá ser inferior ao do ano passado, embora fique acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país). “A expectativa é de que este ano o consumo de derivados suba em torno de 5%, contra os 6,5% relativos ao ano passado”.

O aumento de 5%, determinado pela Petrobras, no preço do óleo diesel comercializado, a partir de ontem (6) nas refinarias de todo o país, deverá elevar o preço médio do produto nas bombas do município do Rio de Janeiro em cerca de 4%. A estimativa é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb), Manoel Fonseca da Costa.


“Nós vamos ter que repassar o aumento, sem dúvida. A consequência da decisão será que o consumidor deverá ter que arcar com uma alta nas bombas em média de 4%. Mas como não há opção ao diesel no transporte de carga, a alta não deverá influenciar as vendas nos postos do município”, disse. Costa lembrou, ainda, que a alta também deverá refletir no custo do frete, que implicará no aumento nos preços dos produtos, com reflexo direto na inflação.


Com o reajuste de hoje, o óleo diesel acumula este ano uma elevação de 9,5% nas refinarias da Petrobras em todo o país. No dia 30 de janeiro, a empresa reajustou o combustível em 4,5%.


O presidente do Sindicomb informou ainda que a venda de derivados caiu em média em fevereiro entre 5% a 6%, como consequência da elevação do preço do produto e pelo menor número de dias de fevereiro, além de, tradicionalmente, ser um mês em que os consumidores diminuem as compras por causa das despesas com pagamentos de impostos como o Imposto Predial, Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).


Fonseca da Costa acredita que este ano o consumo de derivados no país deverá ser inferior ao do ano passado, embora fique acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país). “A expectativa é de que este ano o consumo de derivados suba em torno de 5%, contra os 6,5% relativos ao ano passado”.

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