Gasodutos

Pré-sal: Forship participa do Projeto Integrado Rota 3

Redação TN Petróleo/Assessoria
05/01/2021 17:08
Pré-sal: Forship participa do Projeto Integrado Rota 3 Imagem: Divulgação Visualizações: 3640

A Forship Engenharia, empresa brasileira que atua há mais de duas décadas no setor de petróleo e gás, com forte expertise em comissionamento, manutenção e operação de ativos, foi selecionada pela Petrobras para operar a planta de utilidades da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Projeto Integrado Rota 3, no complexo GásLub Itaboraí (ex-Comperj).

A Forship Engenharia conquistou o contrato de 36 meses, renovável por mais dois anos, para prestar os serviços de comissionamento, operação, manutenção e engenharia para a planta de utilidades, que abrange das unidades de geração de energia elétrica e vapor (CAFOR), estação de tratamento de água (ETA) e estação de tratamento de despejos industriais (ETDI) e respectivas subestações elétrica.

Institucional

A empresa brasileira será uma das operadoras desse projeto que vai ampliar o escoamento de gás natural produzido nos campos do pré-sal da bacia de Santos. Prevista para entrar em operação no primeiro semestre de 2021. O projeto inclui ainda um gasoduto com aproximadamente 355 km de extensão total, dos quais 307 km de trecho marítimo (já construído) e 48 km terrestre (em final de construção).

A Forship Engenharia conquistou o contrato de 36 meses para prestar os serviços de comissionamento, operação, manutenção e engenharia para a planta de utilidades da UPGN. Renovável por dois anos, o contrato, sob o regime de tarefa por preço unitário visa garantir a operação desse ativo estratégico.

Institucional“O escopo dos serviços prestados pela Forship agrega novas responsabilidades e áreas de atuação, pois seremos cobrados pelos indicadores operacionais das unidades CAFOR, ETA, ETDI e respectivas subestações elétrica”, explica o presidente e CEO do Grupo Forship, Fábio Fares. “Toda e qualquer permissão de trabalho (PT) será dada pelo gestor”, complementa o executivo do grupo empresarial brasileiro, presente no Brasil, Singapura, Moçambique e Holanda.

Para o diretor de Operações da Forship, Marco Antonio Kronemberger, o maior desafio do contrato é a complexidade de operação dos sistemas elétricos e de geração de vapor, nos quais há tensões elevadas e grande volume de vapor em alta pressão, respectivamente. “Como estamos responsáveis por acompanhar o comissionamento, e consequentemente, receber os sistemas das montadoras, teremos o desafio extra de acompanhar os testes com uma equipe reduzida, devido às restrições impostas pela COVID-19”, frisa.

Kronemberger observa que outros contratos com a Petrobras já têm no escopo a cobrança dos indicadores das atividades de manutenção, entre eles o que a Forship tem com a Unidade de Operações de Exploração e Produção de Sergipe e Alagoas. (UO-SEAL), referente às redes de alta tensão em Carmópolis e às plataformas fixas. “Na UO-SEAL, damos apoio à equipe de operação da Petrobras. Mas já tivemos contratos similar, como por exemplo, o de manutenção e operação na Termoaçu (RN)”, afirma o diretor de Operações. A Usina Termelétrica do Vale do Açu Jesus Soares Pereira (Termoaçu) está localizada em Alto do Rodrigues, na região do Vale do Açu, no Rio Grande do Norte.

Divulgação

“Estamos ampliando e consolidando a nossa expertise em operação e manutenção”, conclui o presidente e CEO da Forship, Fábio Fares, lembrando que a empresa já participou de mais de 100 projetos da indústria brasileira de óleo e gás, acompanhando a evolução das atividades de upstream, midstream e downstream no país, há 22 anos.

A UPGN e o gasoduto, projetados para atuar de forma integrada, devem entrar em operação em 2021, assegurando o processamento do crescente volume de gás que vem sendo produzido nos principais ativos operados pela Petrobras no pré-sal. O que faz do Projeto Integrado Rota 3 emblemático para o Brasil, uma vez que o pré-sal responde hoje por mais de 70% da produção nacional de óleo e gás.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 reforça agenda de DE&I no setor de energia co...
24/09/26
ROG.e 2026
Programa Offshore do Futuro deve chegar a Sergipe para f...
24/09/26
ROG.e 2026
Shell Energy Brasil destaca oportunidade de ampliar inte...
24/09/26
PPSA
A parcela de petróleo da União foi de 328 mil barris por...
24/09/26
Apoio Offshore
Afretado pela Petrobras, o PSV Starnav Elektra é batizad...
24/09/26
ROG.e 2026
SONDA aposta em IA e Drones para operações críticas no s...
24/09/26
ROG.e 2026
O papel da Lumina e o impacto da ROG.e 2026 para a indús...
23/09/26
Negócios
Avanço acompanha expansão da cadeia de petróleo e gás e ...
23/09/26
ROG.e 2026
A energia inteligente no poço
23/09/26
ROG.e 2026
Como o profissional de Química impulsiona a inovação e a...
23/09/26
ROG.e 2026
IBP lança caderno de Projetos e Iniciativas de Responsab...
23/09/26
ROG.e 2026
Gigantes do setor e produtores independentes aceleram pr...
22/09/26
PPSA
PPSA publica pré-edital do 1º Leilão de Gás Natural da União
22/09/26
ABPIP
ABPIP terá programação própria de debates durante a ROG....
22/09/26
ROG.e 2026
MODEC debate desafios para um offshore mais eficiente na...
22/09/26
ROG.e 2026
Cladtek foi selecionada para desenvolver tecnologia que ...
22/09/26
ROG.e 2026
Abertura da ROG.e 2026 destaca transição energética just...
22/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25