<P>Anteriormente voltado para atender à demanda de reparos navais, o armazém de, aproximadamente, 150 metros de comprimento e de 70 metros de largura, será melhor aproveitado.<BR><BR>A área aberta vai proporcionar maior flexibilidade, sendo adaptada ao novo sistema, que não ficará restrito às...
O Fluminense/Amanda RaiterAnteriormente voltado para atender à demanda de reparos navais, o armazém de, aproximadamente, 150 metros de comprimento e de 70 metros de largura, será melhor aproveitado.
A área aberta vai proporcionar maior flexibilidade, sendo adaptada ao novo sistema, que não ficará restrito às atividades de engenharia naval. Para as mercadorias que necessitem de proteção contra chuva, haverá lonas espessas, similares às utilizadas nas chamadas lonas culturais.
A expectativa é que, em plena atividade, o porto gere cerca de R$ 10 milhões em impostos. Para não diminuir a capacidade de atendimento ao setor naval, o armazém 2, recém-reformado, permane cerá coberto, atendendo ao setor e, ainda, cedendo o pátio para eventos culturais.
No Rio, o armazém, que antigamente operava como frigorífico, foi demolido e passou a ter 10 mil metros quadrados de área para a movimentação de carga. Com o novo modelo, o estabelecimento manuseia produtos siderúrgicos e de ferro gusa.
Caso siga os mesmos moldes, a demolição da estrutura, no Porto de Niterói, pode durar um pouco mais de quatro meses. Segundo a assessoria de imprensa de ambos os portos, a demora para finalização é necessária.
Fonte: O Fluminense/Amanda Raiter
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