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Tribuna Catarinense A informação é da Datamar em parceria com a CNNT (Centro Nacional de Navegação Transatlântica), consultoria especializada na análise de comércio exterior por via marítima do Brasil. Foram analisados dados entre abril de 2005 a junho de 2006 de todos os portos brasileiros.
De acordo com as informações da Datamar, o Porto de Itajaí registrou a marca de 763.230 TEUs (unidade internacional que transforma todos os contêineres em 20 pés) enquanto o porto de Rio Grande alcançou 708.249 TEUs. Uma diferença de 54.981 TEUs. Em unidades, que não diferencia o tamanho dos contêineres, o Porto de Itajaí movimentou 428.398 unidades. Uma diferença de 14.702 unidades em relação ao terceiro colocado, o Porto de Rio Grande.
Vários fatores contribuíram para a colocação do Porto de Itajaí, que tem 740 metros de cais contra os seis quilômetros do porto do Rio Grande. De acordo com o diretor executivo do Porto de Itajaí, Marcelo Salles, o conjunto de obras iniciadas pela superintendência em 2005 teve um papel fundamental na consolidação da segunda posição. ?A recuperação do molhe sul, a conclusão das obras dos quatro gates de entrada, a implantação das áreas B e segregada, a dragagem de readequação do canal de acesso e da bacia de evolução e o início das obras do CIA (Centro Integrado de Atendimento) e da Via Expressa Portuária demonstram a preocupação da Prefeitura Municipal e da Superintendência em solucionar problemas que estavam afetando a movimentação do porto?, disse.
O diretor de Logística do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz, destaca também a presença de novos equipamentos de alta performance para movimentação de contêineres. ?Hoje contamos com três guindastes MHC e 18 empilhadeiras Reach-Stacker que, aliados, a nossa infra-estrutura, nos possibilita as condições de oferecer um serviço tão ágil?, disse ele.
Para o superintendente do Porto de Itajaí, Wilson Francisco Rebelo, o ranking Datamar vem solidificar a posição de destaque nacional que o Porto de Itajaí alcançou. ?Os portos brasileiros vem passando por várias dificuldades desde o final de 2005. Embargos, greves de todos os lados, febre aftosa e gripe aviária. Graças à mão de obra qualificada e à política de diversificação de mercadorias, origens e destinos, o Porto de Itajaí conseguiu manter a movimentação de contêineres para Longo Curso.
Fonte: Tribuna Catarinense
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