Portos

Pedro Brito defende autonomia das autoridades portuárias

O ex-ministro dos Portos e atual diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Pedro Brito, acha que chegou o momento das autoridades portuárias terem uma maior autonomia. Brito defende que tal independência é fundamental para aumentar a efici&

Redação
26/08/2011 07:21
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O ex-ministro dos Portos e atual diretor da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Pedro Brito, acha que chegou o momento das autoridades portuárias terem uma maior autonomia. "Não basta apenas falarmos que isso é necessário, é preciso agir. Vou trabalhar para que isso aconteça", afirmou.  
 

Brito defende que tal independência é fundamental para aumentar a eficiência e competitividade dos portos brasileiros. "Hoje a autoridade portuária não tem liberdade para tratar questões triviais como o tráfego marítimo. Precisamos mudar a atual estrutura legal e colocar os portos brasileiros em outro patamar", destacou o ex-ministro.
 

José Roberto Serra, presidente da Codesp, é outro defensor da autonomia portuária. "Todos sabem como é difícil para alguém da área de gestão como eu enfrentar a atual estrutura. É improdutivo ver que um processo licitatório para um arrendamento durar 577 dias, como ocorre hoje", desabafou. 
 

O diretor-presidente da Santos Brasil, Antonio Carlos Sepúlveda, é enfático quando fala da urgente necessidade da autoridade portuária ter maior poder de decisão: "não adianta construir um terminal em dois, três anos se não uma contrapartida nos procedimentos, que são burocráticos e pouco ágeis". O resultado é que o Brasil acaba perdendo a competitividade quando comparado aos seus verdadeiros concorrentes como, por exemplo, a Argentina em relação à carne e a Colômbia quando a carga é café. 
 

Paulo Naef, diretor superintendente da Fertimport, e Marcelo Araújo, presidente executivo da Libra, também se manifestaram de forma contundente em defesa da autonomia. "Somos testemunhas de que muita coisa melhorou, mas ficamos em 49° colocado em infraestrutura em uma pesquisa que envolveu 58 países. Muito disso é pela falta de agilidade", destacou Naef.

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