Negócios

Parte das encomendas do polo naval do Jacuí vão para o RJ

Estaleiro Inhaúma e Caneco estão dentre as possibilidades.

Zero Hora
21/03/2014 15:50
Parte das encomendas do polo naval do Jacuí vão para o RJ Imagem: Estaleiro Inhaúma. TN Petróleo Visualizações: 1501

 

Enquanto o governo do Rio Grande do Sul e empresários se esforçam para manter as encomendas da Petrobras no Estado, garantindo a implantação do polo naval do Jacuí, a estatal voltou a afirmar que "é fundamental" o cumprimento do prazo de entrega. E o Rio de Janeiro já se movimenta para pegar parte do contrato da Iesa, envolvida em séria crise – 24 módulos para plataformas no valor de US$ 800 milhões.
O secretário do Desenvolvimento do Rio, Julio Bueno, diz que não houve conversas nesse sentido, mas o mercado já trata como "óbvia" a ida das obras para aquele Estado, considerando que as plataformas em que serão instalados esses módulos se encontram em construção no Estaleiro Inhaúma.
Além do Inhaúma, outra possibilidade é a encomenda ir para o Estaleiro Caneco, hoje com capacidade ociosa – ambos situados no Caju – e ainda para a UTC, em Niterói.
Outra ideia é levar parte do lote para a China, hipótese que avança principalmente depois de a presidente da Petrobras, Graça Foster, ter garantido que a prioridade de aumentar a produção de petróleo está acima da contratação de encomendas junto à indústria nacional.
Embora a estatal reafirme que estão em andamento esforços para "manter a execução dos serviços no Rio Grande do Sul", com análise e identificação de "soluções de longo prazo", sabe-se que é cada vez mais difícil cumprir o prazo em Charqueadas, agora agravado com os funcionários em nova paralisação.
A entrada de um parceiro no projeto da Iesa é vista como a melhor iniciativa, já que um sócio para a empresa demandaria bem mais tempo.
Enquanto isso, uma nova plataforma – a P-58, construída em Rio Grande, abriu o seu primeiro poço nesta semana na Bacia de Campos. Primeira a ser automatizada desde o início pela gaúcha Altus, a P-58 deve extrair 180 mil barris de óleo e 6 milhões de m3 de gás por dia.

Enquanto o governo do Rio Grande do Sul e empresários se esforçam para manter as encomendas da Petrobras no Estado, garantindo a implantação do polo naval do Jacuí, a estatal voltou a afirmar que "é fundamental" o cumprimento do prazo de entrega. E o Rio de Janeiro já se movimenta para pegar parte do contrato da Iesa, envolvida em séria crise – 24 módulos para plataformas no valor de US$ 800 milhões.

O secretário do Desenvolvimento do Rio, Julio Bueno, diz que não houve conversas nesse sentido, mas o mercado já trata como "óbvia" a ida das obras para aquele Estado, considerando que as plataformas em que serão instalados esses módulos se encontram em construção no Estaleiro Inhaúma.

Além do Inhaúma, outra possibilidade é a encomenda ir para o Estaleiro Caneco, hoje com capacidade ociosa – ambos situados no Caju – e ainda para a UTC, em Niterói.Outra ideia é levar parte do lote para a China, hipótese que avança principalmente depois de a presidente da Petrobras, Graça Foster, ter garantido que a prioridade de aumentar a produção de petróleo está acima da contratação de encomendas junto à indústria nacional.

Embora a estatal reafirme que estão em andamento esforços para "manter a execução dos serviços no Rio Grande do Sul", com análise e identificação de "soluções de longo prazo", sabe-se que é cada vez mais difícil cumprir o prazo em Charqueadas, agora agravado com os funcionários em nova paralisação.

A entrada de um parceiro no projeto da Iesa é vista como a melhor iniciativa, já que um sócio para a empresa demandaria bem mais tempo.

Enquanto isso, uma nova plataforma – a P-58, construída em Rio Grande, abriu o seu primeiro poço nesta semana na Bacia de Campos. Primeira a ser automatizada desde o início pela gaúcha Altus, a P-58 deve extrair 180 mil barris de óleo e 6 milhões de m3 de gás por dia.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Internacional
Petrobras assina contrato de longo prazo para compra e v...
16/09/26
ROG.e 2026
Equinor celebra 25 anos de presença no Brasil e apresent...
16/09/26
Negócios
Vallourec conquista importante contrato com a Subsea7 pa...
16/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 deve movimentar R$ 593 milhões na economia do...
14/09/26
KPMG
Fusões e aquisições no setor de Óleo e Gás recuam 48.6% ...
14/09/26
ROG.e 2026
PPSA realiza 12 palestras na ROG.e sobre seus próximos l...
12/09/26
Qualificação Profissional
Camorim forma nova turma de moço de máquinas para impuls...
10/09/26
Águas Profundas
Firjan promove Agrega+Indústria Especial SEAP II e SEAP I
10/09/26
ROG.e 2026
Merax confirma participação na ROG.e 2026 com soluções p...
10/09/26
ROG.e 2026
PRINER exibe na Rio Oil & Gas Energy o serviço de pintur...
05/09/26
Produtos e Serviços
Mancais e Vedações RiverTough
05/09/26
Apoio Offshore
OceanPact conclui a aquisição do Estaleiro Dock Brasil
04/09/26
Margem Equatorial
Ibama autoriza Petrobras a perfurar três novos poços na ...
04/09/26
Rio de Janeiro
Firjan lança recorte Norte Fluminense do Anuário do Petr...
04/09/26
PPSA
TotalEnergies e Petrobras vencem lotes do 8º Leilão Spot...
02/09/26
Bacia de Santos
Shell Brasil adquire participação no bloco exploratório ...
02/09/26
ANP
Produção de petróleo e gás em julho de 2026 foram de 5,8...
01/09/26
Royalties
ANP publica resolução sobre distribuição a municípios af...
28/08/26
Pré-Sal
P-80 e P-82, que vão operar em Búzios, são batizadas em ...
28/08/26
Royalties
Valores referentes à produção de junho foram distribuído...
27/08/26
Pré-Sal
Campo de Búzios bate recordes mensal e diário de exporta...
26/08/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25