Economia

PAC prevê R$ 1 trilhão em investimentos em energia

Afirmação é do ministro do MME, Edison Lobão.

G1
29/07/2013 16:03
Visualizações: 792

 

Os empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de energia representam R$ 1 trilhão de investimentos nos próximos dez anos, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta segunda-feira (29).
Lobão participa de debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo e fala sobre energias renováveis, pré-sal e eficiência energética.
Ao falar sobre o primeiro leilão do pré-sal, que ocorre ainda este ano, em relação aos R$ 15 bilhões que as empresas terão que pagar para a União, Lobão disse que este “é um grande negócio para os empresários”.
“Os empresários praticamente não correm risco. É quase impossível colocar uma sonda no pré-sal e não extrair petróleo”, comentou.
Durante o debate, o ministro de Minas e Energia também disse que o novo código de mineração, que está em regime de urgência, deve ser aprovado ainda este ano.
Ao ser questionado sobre reportagem desta segunda-feira do jornal “O Estado de S.Paulo”, que afirma que o governo federal não tem mais recursos em fundos setoriais para as indenizações que terá de pagar às empresas do setor elétrico, Lobão disse que os fundos setoriais têm recursos.
“Os fundos setoriais têm recursos e naquilo que eventualmente não tivessem, nós acudiríamos de outro modo”, afirmou. Uma alternativa, segundo o ministro, seria recorrer o Tesouro Nacional.
A reportagem diz que, com saldo insuficiente, caberia realmente ao Tesouro Nacional arcar com a despesa e cita que, em última instância, o contribuinte teria que desembolsar pelo menos R$ 6,7 bilhões nos próximos quatro anos para reembolsar as companhias.
Leilão do pré-sal
O ministro não citou nomes de eventuais empresas que estejam interessadas em participar do primeiro leilão do pré-sal. Ele lembrou apenas que as empresas nacionais vão se constituir em consórcio e que há “várias” empresas internacionais interessadas, como americanas, inglesas e chinesas.
O ministro comentou que a Petrobras participará do consórcio vencedor, mas que não está limitada aos 30% de participação do consórcio.

Os empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de energia representam R$ 1 trilhão de investimentos nos próximos dez anos, disse o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta segunda-feira (29).


Lobão participa de debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo e fala sobre energias renováveis, pré-sal e eficiência energética.


Ao falar sobre o primeiro leilão do pré-sal, que ocorre ainda este ano, em relação aos R$ 15 bilhões que as empresas terão que pagar para a União, Lobão disse que este “é um grande negócio para os empresários”.


“Os empresários praticamente não correm risco. É quase impossível colocar uma sonda no pré-sal e não extrair petróleo”, comentou.


Durante o debate, o ministro de Minas e Energia também disse que o novo código de mineração, que está em regime de urgência, deve ser aprovado ainda este ano.


Ao ser questionado sobre reportagem desta segunda-feira do jornal “O Estado de S.Paulo”, que afirma que o governo federal não tem mais recursos em fundos setoriais para as indenizações que terá de pagar às empresas do setor elétrico, Lobão disse que os fundos setoriais têm recursos.


“Os fundos setoriais têm recursos e naquilo que eventualmente não tivessem, nós acudiríamos de outro modo”, afirmou. Uma alternativa, segundo o ministro, seria recorrer o Tesouro Nacional.


A reportagem diz que, com saldo insuficiente, caberia realmente ao Tesouro Nacional arcar com a despesa e cita que, em última instância, o contribuinte teria que desembolsar pelo menos R$ 6,7 bilhões nos próximos quatro anos para reembolsar as companhias.



Leilão do pré-sal


O ministro não citou nomes de eventuais empresas que estejam interessadas em participar do primeiro leilão do pré-sal. Ele lembrou apenas que as empresas nacionais vão se constituir em consórcio e que há “várias” empresas internacionais interessadas, como americanas, inglesas e chinesas.


O ministro comentou que a Petrobras participará do consórcio vencedor, mas que não está limitada aos 30% de participação do consórcio.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e 2026, Shell destaca parcerias, inovação e disci...
25/09/26
ROG.e 2026
Nikki Martin, presidente e CEO da EnerGeo Alliance falou...
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e OceanPact assinam acordo para expansão de...
25/09/26
ROG.e 2026
Shell destaca papel da capacitação para aproximar jovens...
25/09/26
Terminais
Ultracargo é reconhecida pelo quarto ano consecutivo com...
25/09/26
GNL
Edge e Governo do Rio Grande do Sul assinam Memorando de...
25/09/26
E&P
ANP contrata B3 para assessoria técnica às licitações de E&P
25/09/26
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25