Empresas

OSX entrega plano de recuperação que prevê revisão do projeto no Açu

Objetivo de reorganizar suas operações.

Valor Econômico
19/05/2014 12:28
Visualizações: 1397

 

A OSX apresentou seu plano de recuperação judicial na tarde de sexta-feira (16), com o objetivo de reorganizar suas operações. A empresa atribuiu sua atual situação à crise financeira da OGX, petroleira do mesmo grupo EBX, de Eike Batista. Como OSX e OGX tinham muitos negócios em comum, os problemas da petroleira atrapalharam as receitas do estaleiro, que não pôde cumprir com suas obrigações com terceiros.
A OSX Leasing, uma das empresas do grupo, não está em recuperação judicial. Como possui ativos valiosos, eles poderão ser colocados à venda, medida que não dependerá de autorização do juiz da recuperação judicial. Os recursos obtidos com a venda serão destinados primeiro para os pagamentos das obrigações da empresa de leasing. Se houver dinheiro remanescente, ele irá para o grupo, que poderá reduzir suas despesas.
OGX e OSX têm negociado a repactuação das condições de afretamento e operação do FPSO OSX-3, instalado no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos. A renegociação é essencial para ambos e, se confirmada, os recursos irão para o pagamento das  obrigações da OSX Leasing e da OSX Serviços  junto a seus credores. O plano prevê a continuidade do afretamento e da exploração do FPSO OSX-3, mas não está descartada a venda  desse ativo. Outros bens também poderão ser vendidos.
A OSX já contratou assessores para vender as plataformas OSX-1 e OSX-2  e espera que os negócios saiam em condições de mercado favoráveis. Mas a aprovação do plano de recuperação judicial é fundamental para o processo, uma vez que os compradores interessados têm receios em relação ao andamento do processo.
Para compor o capital de giro, a OSX poderá buscar novos financiamentos e poderá dar em garantia alguns de seus outros bens. Entre as medidas contempladas pelo Grupo OSX para captar estão a monetização de ações da OGX reestruturada.
Atualmente, o grupo OSX está dividido em três unidades de negócios:  leasing,  construção naval e serviços operacionais.
Com relação à unidade de construção naval, a OSX estima ocupar integralmente sua área no porto do Açu, em São João da Barra (RJ), até o terceiro trimestre de 2018. A empresa tem uma área de 3,2 milhões de metros quadrados, que engloba uma área a construir projetada em 2,6 milhões de metros quadrados.
Como já era esperado pelo mercado, o grupo pretende arrendar parte de sua área no porto do Açu para empresas da cadeia de óleo e gás interessadas em se instalar na região. Outra opção é formar joint ventures com possíveis parceiras na área. A revisão do plano de negócios para a unidade do Açu faz parte do redimensionamento das atividades operacionais e da adequação à nova realidade do grupo.
A estratégia é utilizar o valor a ser recebido em caso de arrendamento de áreas da Unidade de Construção Naval (UCN) Açu para o pagamento dos credores e manutenção das operações do grupo OSX. E, com a realização de parcerias previstas, a ideia é que os investimentos necessários para a complementação do estaleiro na UCN Açu passem a ser arcados pelo parceiro que fechar acordo com a OSX Construção Naval, subsidiária do grupo que também está em recuperação judicial.
A OSX entende que, para que seja possível atrair interessados para o desenvolvimento da UCN Açu, é indispensável a manutenção do contrato de financiamento obtido junto à Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), sob os termos e condições atualmente vigentes. O grupo está negociando com a Caixa a manutenção do contrato.

A OSX apresentou seu plano de recuperação judicial na tarde de sexta-feira (16), com o objetivo de reorganizar suas operações. A empresa atribuiu sua atual situação à crise financeira da OGX, petroleira do mesmo grupo EBX, de Eike Batista. Como OSX e OGX tinham muitos negócios em comum, os problemas da petroleira atrapalharam as receitas do estaleiro, que não pôde cumprir com suas obrigações com terceiros.

A OSX Leasing, uma das empresas do grupo, não está em recuperação judicial. Como possui ativos valiosos, eles poderão ser colocados à venda, medida que não dependerá de autorização do juiz da recuperação judicial. Os recursos obtidos com a venda serão destinados primeiro para os pagamentos das obrigações da empresa de leasing. Se houver dinheiro remanescente, ele irá para o grupo, que poderá reduzir suas despesas.

OGX e OSX têm negociado a repactuação das condições de afretamento e operação do FPSO OSX-3, instalado no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos. A renegociação é essencial para ambos e, se confirmada, os recursos irão para o pagamento das  obrigações da OSX Leasing e da OSX Serviços  junto a seus credores. O plano prevê a continuidade do afretamento e da exploração do FPSO OSX-3, mas não está descartada a venda  desse ativo. Outros bens também poderão ser vendidos.

A OSX já contratou assessores para vender as plataformas OSX-1 e OSX-2  e espera que os negócios saiam em condições de mercado favoráveis. Mas a aprovação do plano de recuperação judicial é fundamental para o processo, uma vez que os compradores interessados têm receios em relação ao andamento do processo.

Para compor o capital de giro, a OSX poderá buscar novos financiamentos e poderá dar em garantia alguns de seus outros bens. Entre as medidas contempladas pelo Grupo OSX para captar estão a monetização de ações da OGX reestruturada.

Atualmente, o grupo OSX está dividido em três unidades de negócios:  leasing,  construção naval e serviços operacionais.

Com relação à unidade de construção naval, a OSX estima ocupar integralmente sua área no porto do Açu, em São João da Barra (RJ), até o terceiro trimestre de 2018. A empresa tem uma área de 3,2 milhões de metros quadrados, que engloba uma área a construir projetada em 2,6 milhões de metros quadrados.

Como já era esperado pelo mercado, o grupo pretende arrendar parte de sua área no porto do Açu para empresas da cadeia de óleo e gás interessadas em se instalar na região. Outra opção é formar joint ventures com possíveis parceiras na área. A revisão do plano de negócios para a unidade do Açu faz parte do redimensionamento das atividades operacionais e da adequação à nova realidade do grupo.

A estratégia é utilizar o valor a ser recebido em caso de arrendamento de áreas da Unidade de Construção Naval (UCN) Açu para o pagamento dos credores e manutenção das operações do grupo OSX. E, com a realização de parcerias previstas, a ideia é que os investimentos necessários para a complementação do estaleiro na UCN Açu passem a ser arcados pelo parceiro que fechar acordo com a OSX Construção Naval, subsidiária do grupo que também está em recuperação judicial.

A OSX entende que, para que seja possível atrair interessados para o desenvolvimento da UCN Açu, é indispensável a manutenção do contrato de financiamento obtido junto à Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), sob os termos e condições atualmente vigentes. O grupo está negociando com a Caixa a manutenção do contrato.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Parceria
MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nac...
09/06/26
Etanol
Preço do hidratado cai pela 2ª semana consecutiva
09/06/26
BOGE 2026
Smart Control ganha destaque na Bahia Oil & Gas Energy 2...
08/06/26
Investimentos
Mar aberto para o crescimento: investimentos impulsionam...
08/06/26
Transmissão
ENGIE lidera projeto de tecnologia inédito e investe R$ ...
08/06/26
Aviação
O Brasil pode se tornar uma potência em SAF
08/06/26
Etanol
Mercado de etanol encerra a primeira semana de junho pre...
08/06/26
BRANDED CONTENT
Complexo de Energias Boaventura impulsiona o futuro ener...
05/06/26
PPSA
CNOOC e Petrochina arrematam cargas de Atapu e de Bacalh...
05/06/26
Descomissionamento
Ecovix e Gerdau finalizam desmontagem da plataforma P-32...
04/06/26
Biometano
Gás Verde e Knauf fecham parceria para fornecimento de b...
04/06/26
BOGE 2026
Mayekawa do Brasil presente na Bahia Oil & Gas Energy
03/06/26
Meio Ambiente
TIM amplia geração própria de energia renovável e usa in...
03/06/26
Investimento
Projeto de coleta de óleos e gorduras residuais irá rece...
03/06/26
BOGE 2026
WIKA apresenta soluções para medição e controle de proce...
03/06/26
Etanol
Brasil pode mais que dobrar produção de etanol até 2040 ...
03/06/26
GLP
Posicionamento do Sindigás sobre reunião da Diretoria Co...
03/06/26
Combustíveis
Petrobras aprova adesão à nova subvenção econômica e pre...
03/06/26
Resultado
Com 5,640 milhões de barris de óleo equivalente por dia ...
02/06/26
BOGE 2026
Bahia Oil & Gas Energy encerra edição histórica e projet...
02/06/26
Bolsa de Valores
Com mercado volátil, ações de petróleo, combustíveis e g...
02/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25