Empresas

ONG diz que ALL abandonou malha ferroviária argentina

Privilegiando sua própria frota de caminhões brasileiros.

Agência Brasil
06/06/2013 10:55
Visualizações: 889

 

O presidente da organização não governamental Instituto Argentino de Ferrovias (IAF), Pablo Martorelli, fez novas acusações ontem (5) contra a empresa brasileira América Latina Logística (ALL), cujo contrato foi rescindido na terça-feira (4) pelo governo da presidenta Cristina Kirchner. Segundo ele, a empresa abandonou 60% da malha ferroviária de 8 mil quilômetros, que usava desde 1999 para transporte de carga, “e rejeitou novos clientes, prejudicando a economia argentina, para beneficiar sua própria frota de caminhões brasileiros, que faziam o mesmo trajeto que os trens”.
Martorelli disse, em entrevista à 'Agência Brasil', que a expulsão da empresa brasileira da Argentina vinha sendo pedida há anos. A privatização da rede ferroviária argentina, que ocorreu nos anos 1990, é questionada há décadas: as empresas privadas que ganharam as concessões têm sido acusadas de investir pouco em manutenção, graças, em parte, à falta de fiscalização do Estado. “Mas de todas as empresas privadas que ganharam concessões na Argentina, a ALL é a pior”, disse Martorelli. “A ALL desmantelava a malha de ramais ativos para fundir o material e foi denunciada e flagrada várias vezes”.
Ontem o Ministro do Interior e do Transporte da Argentina, Florencio Randazzo, anunciou a rescisão dos contratos com a ALL e outra empresa argentina, que tinha a concessão do Trem da Costa. Ele disse que, como nenhuma das duas cumpriu o estipulado, o Estado não terá que pagar indenização.
No início da noite de ontem, a ALL soltou um comunicado em que informa que “adotará todas as medidas legais cabíveis” em relação à decisão do governo argentino de rescindir os contratos da empresa na Argentina.

O presidente da organização não governamental Instituto Argentino de Ferrovias (IAF), Pablo Martorelli, fez novas acusações ontem (5) contra a empresa brasileira América Latina Logística (ALL), cujo contrato foi rescindido na terça-feira (4) pelo governo da presidenta Cristina Kirchner. Segundo ele, a empresa abandonou 60% da malha ferroviária de 8 mil quilômetros, que usava desde 1999 para transporte de carga, “e rejeitou novos clientes, prejudicando a economia argentina, para beneficiar sua própria frota de caminhões brasileiros, que faziam o mesmo trajeto que os trens”.


Martorelli disse, em entrevista à 'Agência Brasil', que a expulsão da empresa brasileira da Argentina vinha sendo pedida há anos. A privatização da rede ferroviária argentina, que ocorreu nos anos 1990, é questionada há décadas: as empresas privadas que ganharam as concessões têm sido acusadas de investir pouco em manutenção, graças, em parte, à falta de fiscalização do Estado. “Mas de todas as empresas privadas que ganharam concessões na Argentina, a ALL é a pior”, disse Martorelli. “A ALL desmantelava a malha de ramais ativos para fundir o material e foi denunciada e flagrada várias vezes”.


Ontem o Ministro do Interior e do Transporte da Argentina, Florencio Randazzo, anunciou a rescisão dos contratos com a ALL e outra empresa argentina, que tinha a concessão do Trem da Costa. Ele disse que, como nenhuma das duas cumpriu o estipulado, o Estado não terá que pagar indenização.


No início da noite de ontem, a ALL soltou um comunicado em que informa que “adotará todas as medidas legais cabíveis” em relação à decisão do governo argentino de rescindir os contratos da empresa na Argentina.

 

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