Internacional

Odebrecht e Enagás ganham licitação para gasoduto no Peru

Investimentos chegarão a US$ 4 bilhões.

Folha de São Paulo
01/07/2014 17:23
Visualizações: 1314

 

Um consórcio formado pela brasileira Odebrecht e a espanhola Enagás venceu, na segunda-feira (30), uma licitação para construir e operar um gasoduto que demandará investimentos de até US$ 4 bilhões no Peru. O projeto é o maior do ramo de energia no país e fundamental para o governo do presidente Ollanta Humala.
O Proinversión, órgão estatal que promove o investimento privado no Peru, concedeu o projeto ao grupo denominado Gasoduto Sur Peruano, no qual a construtora Odebrecht tem uma participação de 75% e Enagás de 25%.
O gasoduto
O gasoduto com cerca de 1 mil quilômetros se estenderá desde a reserva de gás natural de Camisea, localizada no sul da selva do Peru, e cruzar a Cordilheira dos Andes para a região costeira de Moquegua, onde operam grandes mineradoras.
"Os recursos de Camisea, que têm contribuído para o desenvolvimento nos últimos 10 anos, vão chegar desta vez aos mercados do sul e permitirão sustentar o crescimento, que é o único caminho viável para combater a pobreza em nosso país", disse a jornalistas o ministro de Minas e Energia, Eleodoro Mayorga.
O prazo para a construção do gasoduto é de 56 meses, a contar da assinatura do contrato de concessão, de acordo com a agência estatal.
Economia peruana
A concessão do projeto ocorre num momento em que a economia do Peru vem perdendo força por conta de uma menor demanda pelos minérios que o país exporta para a China, principal consumidor global.
O Proinversión disse que a Odebrecht e Enagás venceram a licitação ao ofertar US$ 7,329 bilhões, incluindo investimentos entre US$ 3,6 bilhões e US$ 4 bilhões para construir o gasoduto e as despesas administrativas que serão geradas durante os 34 anos de concessão do projeto.
A agência estatal rejeitou a proposta técnica do outro grupo interessado no projeto, composto pela francesa Suez, a norte-americana Sempra, a argentina Techint e a colombiana TGI.

Um consórcio formado pela brasileira Odebrecht e a espanhola Enagás venceu, na segunda-feira (30), uma licitação para construir e operar um gasoduto que demandará investimentos de até US$ 4 bilhões no Peru. O projeto é o maior do ramo de energia no país e fundamental para o governo do presidente Ollanta Humala.

O Proinversión, órgão estatal que promove o investimento privado no Peru, concedeu o projeto ao grupo denominado Gasoduto Sur Peruano, no qual a construtora Odebrecht tem uma participação de 75% e Enagás de 25%.


O gasoduto

O gasoduto com cerca de 1 mil quilômetros se estenderá desde a reserva de gás natural de Camisea, localizada no sul da selva do Peru, e cruzar a Cordilheira dos Andes para a região costeira de Moquegua, onde operam grandes mineradoras.

"Os recursos de Camisea, que têm contribuído para o desenvolvimento nos últimos 10 anos, vão chegar desta vez aos mercados do sul e permitirão sustentar o crescimento, que é o único caminho viável para combater a pobreza em nosso país", disse a jornalistas o ministro de Minas e Energia, Eleodoro Mayorga.

O prazo para a construção do gasoduto é de 56 meses, a contar da assinatura do contrato de concessão, de acordo com a agência estatal.

 

Economia peruana

A concessão do projeto ocorre num momento em que a economia do Peru vem perdendo força por conta de uma menor demanda pelos minérios que o país exporta para a China, principal consumidor global.

O Proinversión disse que a Odebrecht e Enagás venceram a licitação ao ofertar US$ 7,329 bilhões, incluindo investimentos entre US$ 3,6 bilhões e US$ 4 bilhões para construir o gasoduto e as despesas administrativas que serão geradas durante os 34 anos de concessão do projeto.

A agência estatal rejeitou a proposta técnica do outro grupo interessado no projeto, composto pela francesa Suez, a norte-americana Sempra, a argentina Techint e a colombiana TGI.

 

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