iBEM26
Redação TN Petróleo/Miza Tâmara
Durante o iBEM 2026, em Salvador, a Pason destacou em entrevista para a TN Petróleo suas estratégias no sentido de ampliar a digitalização das operações de perfuração no Brasil. A empresa, especializada em soluções tecnológicas para o setor de óleo e gás, vem consolidando sua atuação no país, especialmente em operações onshore.
O country manager da Pason no Brasil, Ricardo Guedes (foto), explicou que a companhia tem priorizado o desenvolvimento de sistemas capazes de coletar e organizar grandes volumes de dados operacionais, permitindo maior agilidade na tomada de decisão.
"A gente trabalha com a coleta de dados e a integração dessas informações para que o cliente consiga tomar decisões de forma mais rápida e mais segura dentro da operação", afirmou.
Segundo Guedes, a evolução tecnológica tem transformado a forma como essas informações são utilizadas no dia a dia das operações, tornando os processos mais inteligentes e conectados.
"Hoje, com essas informações disponíveis de maneira mais rápida, o profissional consegue comparar cenários e tomar decisões mais assertivas", explicou.
Presente no Brasil desde 2008, a Pason atua principalmente no suporte a sondas de perfuração, com sistemas que auxiliam no monitoramento e na gestão integrada das atividades. A presença da empresa acompanha o avanço das operações terrestres, com destaque para o Nordeste, região que concentra parte relevante dos campos maduros em produção.
Outro ponto enfatizado por Guedes é a aproximação da tecnologia com o usuário final, ampliando o acesso às informações diretamente no campo.
"A gente está cada vez mais próximo da operação, levando essa inteligência até o usuário final, inclusive no celular, para que ele consiga usar o sistema de forma mais produtiva. A prioridade é entregar tudo isso com segurança e na maior escala possível, sempre com foco na eficiência operacional", completou.
Com esse direcionamento, a Pason reforça sua atuação no Brasil e acompanha o movimento de transformação digital do setor, especialmente em regiões como o Nordeste, onde a atividade onshore segue em expansão.
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