ROG.e 2026
João Santos Rosa citou Orca como exemplo de novas oportunidades e ressaltou a importância da competitividade na execução de megaprojetos.
Redação TN Petróleo/Assessoria Shell Brasil
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O último dia da ROG.e 2026 foi marcado pelo painel “Campos gigantes em produção e lições aprendidas na implementação de projetos”, que reuniu executivos de grandes empresas produtoras de petróleo no Brasil. O presidente da Shell Brasil, João Santos Rosa, participou da discussão ao lado de Alberto Ferrin, da ExxonMobil; Aurélie Clavé, da TotalEnergies; Suhana Sidik, da Petronas; e Verônica Coelho, da Equinor. A sessão foi moderada por Luiz
Otávio dos Santos, gerente executivo de Búzios da Petrobras. Em sua fala, Rosa destacou que o Brasil construiu, nas últimas décadas, um ecossistema de inovação e aprendizado que permite à indústria de energia avançar em projetos cada vez mais complexos, combinando escala, competitividade, tecnologia e parcerias.
O painel discutiu os desafios associados ao desenvolvimento e à operação de campos de grande escala no Brasil, incluindo complexidade geológica, cadeia de suprimentos, ambiente regulatório e integração de plataformas, sistemas submarinos e demais infraestruturas. Durante o debate, Rosa afirmou que, nas últimas décadas, o país consolidou competências, capital humano e capacidade tecnológica no país. Ele apontou Orca, primeiro projeto da Shell como operadora no pré-sal brasileiro, como exemplo da importância de tecnologia, inovação e colaboração para viabilizar novos desenvolvimentos na região.
“Hoje, o Brasil tem os fundamentos e uma matriz no seu setor energético que permitem pensar grande, fazer grande, mas, principalmente, fazer bem feito”, afirmou.
Para o executivo, uma das principais lições aprendidas com os megaprojetos é que escala e volume, isoladamente, não significam geração de valor. A capacidade de executar projetos de grande escala precisa estar associada à competitividade. Por isso, a disciplina na alocação de recursos é determinante para projetos que precisam permanecer competitivos durante décadas.
“Ter disciplina de capital e essa exigência de que o que fazemos seja realmente competitivo é sempre um contexto muito importante nos processos de decisão da Shell”, reforçou.
Sobre a Shell - Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
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