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Movimentação de cargas nos Portos do Paraná cresce 15%

E chega a 11 milhões de toneladas no primeiro trimestre.

Ascom APPA
14/04/2014 16:14
Movimentação de cargas nos Portos do Paraná cresce 15% Imagem: Divulgação Visualizações: 1359

 

A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre. O volume é 15% maior do que aquele registrado no mesmo período de 2013.
Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior aos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, totalizando 883,7 mil toneladas.
A exportação de açúcar também registrou crescimento: foram 1 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, o que representou alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.
Outro número que chamou a atenção no fechamento do trimestre foi o da exportação de veículos, que este ano está 115% maior do que o registrado em 2013. Até agora, foram exportados 14,8 mil unidades de veículos, contra 6,9 mil no mesmo período de 2013. Na importação, a alta dos veículos foi de 3%, totalizando 16,3 mil unidades importadas.
Ainda entre os produtos importados, outro destaque foi o fertilizante: 2,2 milhões de toneladas até agora, o que representou alta de 8%.
Para o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino, os números expressivos registrados pela movimentação dos portos de Paranaguá e Antonina reforçam a necessidade de agilidade nos processos de concessão nos portos do Paraná. "Estamos realizando melhorias operacionais, mas que são limitadas. Para continuarmos atendendo a contento a demanda nacional, é preciso aumentar a capacidade operacional do Porto", avalia.
O Secretario de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, acredita que a demora do Governo Federal em promover as novas concessões para novos terminais portuários coloca todo o setor produtivo em alerta. "Com o contínuo crescimento da produção agrícola no sul do país, precisamos de providencias urgentes do Governo Federal no sentido de estabelecermos condições para o escoamento dos produtos do nosso Estado", afirma.

A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre. O volume é 15% maior do que aquele registrado no mesmo período de 2013.

Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior aos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, totalizando 883,7 mil toneladas.

A exportação de açúcar também registrou crescimento: foram 1 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, o que representou alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

Outro número que chamou a atenção no fechamento do trimestre foi o da exportação de veículos, que este ano está 115% maior do que o registrado em 2013. Até agora, foram exportados 14,8 mil unidades de veículos, contra 6,9 mil no mesmo período de 2013. Na importação, a alta dos veículos foi de 3%, totalizando 16,3 mil unidades importadas.

Ainda entre os produtos importados, outro destaque foi o fertilizante: 2,2 milhões de toneladas até agora, o que representou alta de 8%.

Para o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino, os números expressivos registrados pela movimentação dos portos de Paranaguá e Antonina reforçam a necessidade de agilidade nos processos de concessão nos portos do Paraná. "Estamos realizando melhorias operacionais, mas que são limitadas. Para continuarmos atendendo a contento a demanda nacional, é preciso aumentar a capacidade operacional do Porto", avalia.

O Secretario de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, acredita que a demora do Governo Federal em promover as novas concessões para novos terminais portuários coloca todo o setor produtivo em alerta. "Com o contínuo crescimento da produção agrícola no sul do país, precisamos de providencias urgentes do Governo Federal no sentido de estabelecermos condições para o escoamento dos produtos do nosso Estado", afirma.

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