Economia

Ministro aponta desafios brasileiros no cenário geopolítico global

Campolina abordou fortalecimento da integração sul-americana.

Redação TN/ Ascom MCTI
16/04/2014 13:51
Visualizações: 815

 

Ministro aponta desafios brasileiros no cenário geopolítico global
Clique para ver todas as fotos de Ministro aponta desafios brasileiros no cenário geopolítico global
Campolina abordou o contexto sul-americano e a ascensão de novas forças. Foto: Davi Fernandes/Ascom do MCTI
O fortalecimento da integração sul-americana, a ascensão de países como o Brasil e a China no novo cenário geopolítico mundial, o protagonismo de setores como a biotecnologia e as novas formas de tecnologias da informação e da comunicação (TICs) foram alguns dos pontos abordados nesta terça-feira (15) pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, em aula inaugural para alunos do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio (Coppe/RJ).
 
“No pós Segunda Guerra Mundial, a geopolítica ficou dividida entre capitalismo e socialismo. Depois vimos a emergência de uma ordem multipolar com o G8, formado pelos países mais ricos. Agora chegou a vez do G 20, do qual o Brasil faz parte”, pontuou o ministro.
Segundo ele, para que a América do Sul ganhe mais força na economia global é importante haver o desenvolvimento conjunto de um projeto para a Amazônia, com base na biodiversidade, além da intensificação do comércio entre os países da região. “Brasil e Argentina, principalmente, precisam buscar uma forte integração ligada, entre outras, ao comércio, à energia e ao mercado de trabalho”, disse.
Campolina também ressaltou os desafios para a transformação do Brasil em um dos protagonistas internacionais, tendo em vista o novo modelo de governança global, marcado pela presença de novos polos de desenvolvimento e pela perda de hegemonia de países da Europa Ocidental, do Japão e dos Estados Unidos.
“Educação, ciência e tecnologia são a base para o desenvolvimento brasileiro, tanto no aspecto social como econômico”, disse, acrescentando que essa perspectiva, de médio e longo prazos, inclui a aproximação entre a produção científica e o sistema produtivo, que deve ser legitimada pelos diversos atores do cenário científico-tecnológico nacional.

O fortalecimento da integração sul-americana, a ascensão de países como o Brasil e a China no novo cenário geopolítico mundial, o protagonismo de setores como a biotecnologia e as novas formas de tecnologias da informação e da comunicação (TICs) foram alguns dos pontos abordados nesta terça-feira (15) pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clelio Campolina Diniz, em aula inaugural para alunos do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio (Coppe/RJ). 

“No pós Segunda Guerra Mundial, a geopolítica ficou dividida entre capitalismo e socialismo. Depois vimos a emergência de uma ordem multipolar com o G8, formado pelos países mais ricos. Agora chegou a vez do G 20, do qual o Brasil faz parte”, pontuou o ministro.

Segundo ele, para que a América do Sul ganhe mais força na economia global é importante haver o desenvolvimento conjunto de um projeto para a Amazônia, com base na biodiversidade, além da intensificação do comércio entre os países da região. “Brasil e Argentina, principalmente, precisam buscar uma forte integração ligada, entre outras, ao comércio, à energia e ao mercado de trabalho”, disse.

Campolina também ressaltou os desafios para a transformação do Brasil em um dos protagonistas internacionais, tendo em vista o novo modelo de governança global, marcado pela presença de novos polos de desenvolvimento e pela perda de hegemonia de países da Europa Ocidental, do Japão e dos Estados Unidos.

“Educação, ciência e tecnologia são a base para o desenvolvimento brasileiro, tanto no aspecto social como econômico”, disse, acrescentando que essa perspectiva, de médio e longo prazos, inclui a aproximação entre a produção científica e o sistema produtivo, que deve ser legitimada pelos diversos atores do cenário científico-tecnológico nacional.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Lideranças apontam o Brasil como pilar de segurança ener...
24/09/26
ROG.e 2026
Firjan SENAI e Sebrae Rio conectam MPEs a grandes empres...
24/09/26
ROG.e 2026
Estudo da PPSA identifica boas práticas para apoiar deci...
24/09/26
ROG.e 2026
EAS participa da ROG.e 2026
24/09/26
ROG.e 2026
Mayekawa apresenta soluções para óleo, gás e energia na ...
24/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 reforça agenda de DE&I no setor de energia co...
24/09/26
ROG.e 2026
Programa Offshore do Futuro deve chegar a Sergipe para f...
24/09/26
ROG.e 2026
Shell Energy Brasil destaca oportunidade de ampliar inte...
24/09/26
ROG.e 2026
Oil States destaca integração entre engenharia, fabricaç...
24/09/26
PPSA
A parcela de petróleo da União foi de 328 mil barris por...
24/09/26
Apoio Offshore
Afretado pela Petrobras, o PSV Starnav Elektra é batizad...
24/09/26
ROG.e 2026
SONDA aposta em IA e Drones para operações críticas no s...
24/09/26
ROG.e 2026
O papel da Lumina e o impacto da ROG.e 2026 para a indús...
23/09/26
Negócios
Avanço acompanha expansão da cadeia de petróleo e gás e ...
23/09/26
ROG.e 2026
A energia inteligente no poço
23/09/26
ROG.e 2026
Como o profissional de Química impulsiona a inovação e a...
23/09/26
ROG.e 2026
IBP lança caderno de Projetos e Iniciativas de Responsab...
23/09/26
ROG.e 2026
Gigantes do setor e produtores independentes aceleram pr...
22/09/26
PPSA
PPSA publica pré-edital do 1º Leilão de Gás Natural da União
22/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e Perenco Brasil assinam acordo para primei...
22/09/26
ABPIP
ABPIP terá programação própria de debates durante a ROG....
22/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25