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Meta da Shell é atender conteúdo Local

Empresa estuda capacidade de fornecedores.

Redação TN/ Karolyna Gomes
08/03/2013 17:22
Meta da Shell é atender conteúdo Local Imagem: Presidente da Shell para o Brasil, André Araujo Visualizações: 1282

 

Estudar o mercado nacional e sua capacidade de fornecer equipamentos e serviços para a indústria de óleo e gás é uma das preocupações da Shell para desenvolver futuros projetos no país. Segundo o presidente da empresa para o Brasil, André Araujo, os projetos já em produção não têm a obrigação da atual exigência de conteúdo local - como o Bloco BC-10, conhecido como Parque das Conchas, concedido na Rodada Zero e por isso sem porcentagem mínima para conteúdo local - mas o planejamento da empresa é atender as regras da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
"Nossos maiores riscos estão por vir, em projetos que possuem percentual de conteúdo local maior. Nosso plano é atender essas exigências, apesar de não termos chegado no momento de fazer os investimentos. Temos trabalhado com cada parte da cadeia e com nossos principais fornecedores locais e globais, analisando como eles estão preparados. Temos sinais muito positivos", afirmou Araújo. "Não posso negar que o volume da demanda por equipamentos e serviços é muito grande, e obviamente existe uma preocupação sobre como vai estar a capacidade da indústria para entregar produtos a preços competitivos daqui a quatro ou cinco anos", disse o executivo, complementando que o caso está sendo analisado junto com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
André Araujo participou do 2º Encontro de Inovação da Shell, realizado no Jardim Botânico (RJ), na quinta-feira (7). O evento, que contou com uma exposição sobre inovação além de palestras que abordaram desafios e inovações tecnológicas para atender à futura demanda global de energia, reuniu especialistas do mercado de óleo e gás.
Mediado pelo jornalista George Vidor, foram realizados dois painéis. Do primeiro - ‘Novas tecnologias para exploração em águas profundas’ - participaram: Alvaro Belloso, gerente do Projeto BC-10 da Shell Brasil Petróleo; Osman Tosun, gerente do Projeto Bijupirá & Salema, também da Shell; Paulo Couto, vice-presidente de Tecnologia da FMC Technologies, e Marcos Isaac Assayag, gerente Executivo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes).
Abordando o tema ‘Desenvolvendo o potencial do Gás Natural’, o segundo painel contou com a participação de Alexandre Cerqueira, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Governança da Shell Brasil Petróleo; Symone Araújo, diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia; e também de Gerald Schotman, cientista chefe mundial da Shell.
11ª Rodada
Sobre o próximo leilão que será realizado pela ANP nos dias 14 e 15 de maio, Araújo disse que a empresa está analisando dados técnicos para decidir se há interesse em áreas ofertadas.
"Os leilões estão sendo retornandos, e isso foi uma coisa que nós [empresas] estamos solicitando há quase meia década". "Para a Shell o Brasil é um país estratégico e as oportunidades irão se abrir. Nesse momento estamos analisando os dados técnicos. Esse trabalho será feito internamente nos próximos 30/40 dias, e então definiremos se temos interesse em participar da 11ª Rodada, aonde e de que forma", afirmou o presidente da Shell no Brasil, André Araujo.

Estudar o mercado nacional e sua capacidade de fornecer equipamentos e serviços para a indústria de óleo e gás é uma das preocupações da Shell para desenvolver futuros projetos no país. Segundo o presidente da empresa para o Brasil, André Araujo, os projetos já em produção não têm a obrigação da atual exigência de conteúdo local - como o Bloco BC-10, conhecido como Parque das Conchas, concedido na Rodada Zero e por isso sem porcentagem mínima para conteúdo local - mas o planejamento da empresa é atender as regras da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


"Nossos maiores riscos estão por vir, em projetos que possuem percentual de conteúdo local maior. Nosso plano é atender essas exigências, apesar de não termos chegado no momento de fazer os investimentos. Temos trabalhado com cada parte da cadeia e com nossos principais fornecedores locais e globais, analisando como eles estão preparados. Temos sinais muito positivos", afirmou Araújo. "Não posso negar que o volume da demanda por equipamentos e serviços é muito grande, e obviamente existe uma preocupação sobre como vai estar a capacidade da indústria para entregar produtos a preços competitivos daqui a quatro ou cinco anos", disse o executivo, complementando que o caso está sendo analisado junto com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).


André Araujo participou do 2º Encontro de Inovação da Shell, realizado no Jardim Botânico (RJ), na quinta-feira (7). O evento, que contou com uma exposição sobre inovação além de palestras que abordaram desafios e inovações tecnológicas para atender à futura demanda global de energia, reuniu especialistas do mercado de óleo e gás.


Mediado pelo jornalista George Vidor, foram realizados dois painéis. Do primeiro - ‘Novas tecnologias para exploração em águas profundas’ - participaram: Alvaro Belloso, gerente do Projeto BC-10 da Shell Brasil Petróleo; Osman Tosun, gerente do Projeto Bijupirá & Salema, também da Shell; Paulo Couto, vice-presidente de Tecnologia da FMC Technologies, e Marcos Isaac Assayag, gerente Executivo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes).

 

Belloso aproveitou para explicar a nova tecnologia que a empresa usará para monitorar os reservatórios do Parque das Conchas. "A Shell vai lançar mão de um inovador sistema de monitoramento sísmico em 4D em reservatórios de águas profundas no campo BC-10 (Parque das Conchas). A empresa contratou a Geospace Engineering Resources International (GERI) para instalar uma rede de mais de 100 quilômetros de sensores a uma profundidade de 1.700m. Esta será a maior profundidade operacional desse sistema em todo mundo, e BC-10 será o primeiro campo no Brasil a utilizá-lo em toda a sua área”, afirmou o gerente do projeto.


Abordando o tema ‘Desenvolvendo o potencial do Gás Natural’, o segundo painel contou com a participação de Alexandre Cerqueira, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Governança da Shell Brasil Petróleo; Symone Araújo, diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia; e também de Gerald Schotman, cientista chefe mundial da Shell.



11ª Rodada


Sobre o próximo leilão que será realizado pela ANP nos dias 14 e 15 de maio, Araújo disse que a empresa está analisando dados técnicos para decidir se há interesse em áreas ofertadas.


"Os leilões estão sendo retornandos, e isso foi uma coisa que nós [empresas] estamos solicitando há quase meia década". "Para a Shell o Brasil é um país estratégico e as oportunidades irão se abrir. Nesse momento estamos analisando os dados técnicos. Esse trabalho será feito internamente nos próximos 30/40 dias, e então definiremos se temos interesse em participar da 11ª Rodada, aonde e de que forma", afirmou o presidente da Shell no Brasil, André Araujo.

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