Economia

Lucro da Caixa cresce mais de 15% em relação a 2013

E chega a R$ 1,5 bilhões no trimestre.

Agência Brasil
21/05/2014 14:38
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A Caixa Econômica Federal apresentou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2014, o que representa crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Os ativos totais administrados alcançaram R$ 1,6 trilhão. Desses, R$ 910,1 bilhões são ativos próprios da instituição, com expansão de 24,4% em 12 meses. O patrimônio líquido da Caixa encerrou o trimestre em R$ 34,7 bilhões.
Segundo o banco, o resultado decorreu, principalmente, do aumento de 46,4% das receitas financeiras de crédito - reflexo do crescimento de 33,1% da carteira, da ampliação do resultado de títulos e valores mobiliários em 51,3%, e do incremento nas receitas de prestação de serviços e tarifas em 13,4%. O aumento das receitas de serviços e tarifas foi influenciado pelo crescimento do volume de negócios com clientes.
No primeiro trimestre de 2014, o resultado bruto da intermediação financeira alcançou R$ 5,8 bilhões, crescimento de 28,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse resultado estão as receitas de operações de crédito, que totalizaram R$ 14,5 bilhões, e de títulos, valores mobiliários e derivativos, que alcançou R$ 6,1 bilhões.
A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e valores mobiliários e garantias prestadas, atingiu saldo de R$ 519,8 bilhões, crescimento de 33,1% em 12 meses, com participação de 18,6% no mercado. No trimestre, a Caixa foi responsável por 57,7% do crescimento ocorrido em todo o sistema financeiro.
O índice de inadimplência totalizou 2,6%, alta de 0,3 ponto percentual no trimestre. O Índice de Basileia encerrou o período em 13,7%, 2,7 pontos percentuais superior ao percentual mínimo exigido, de 11%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos.
A carteira de crédito habitacional atingiu saldo de R$ 284,3 bilhões, com evolução de 29,1% se comparado ao primeiro trimestre de 2013. As contratações somaram R$ 26,6 bilhões no trimestre. A Caixa se manteve na liderança desse segmento, com 67,6% de participação no mercado. Foram cerca de 6 mil contratos por dia, no valor médio de R$ 72,7 mil.
O crédito comercial alcançou saldo de R$ 180,6 bilhões, com crescimento de 35,3% em relação a março de 2013. Já as contratações totalizaram R$ 62,7 bilhões. Um dos destaques é o crescimento do crédito consignado de 30,3% em 12 meses, que registrou saldo de R$ 48,9 bilhões, com volume contratado de R$ 8,2 bilhões. A participação de mercado do crédito consignado alcançou 21,1% em março de 2014, uma evolução de 3 pontos percentuais.
Já a carteira de infraestrutura alcançou saldo de R$ 39,8 bilhões, com evolução de 50,9% no ano. O volume de contratações atingiu R$ 4,2 bilhões.
O banco também informou que tem como objetivo diversificar suas fontes de recursos e ampliar os prazos de captação. Neste mês, a Caixa fez sua terceira captação internacional, no valor de U$ 1,3 bilhão, com taxa de 4,25% ao ano. O saldo das captações no exterior, envolvendo emissões e linhas de crédito, somou R$ 9,3 bilhões no final do trimestre, crescimento de 156,9% em 12 meses.

A Caixa Econômica Federal apresentou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre de 2014, o que representa crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Os ativos totais administrados alcançaram R$ 1,6 trilhão. Desses, R$ 910,1 bilhões são ativos próprios da instituição, com expansão de 24,4% em 12 meses. O patrimônio líquido da Caixa encerrou o trimestre em R$ 34,7 bilhões.

Segundo o banco, o resultado decorreu, principalmente, do aumento de 46,4% das receitas financeiras de crédito - reflexo do crescimento de 33,1% da carteira, da ampliação do resultado de títulos e valores mobiliários em 51,3%, e do incremento nas receitas de prestação de serviços e tarifas em 13,4%. O aumento das receitas de serviços e tarifas foi influenciado pelo crescimento do volume de negócios com clientes.

No primeiro trimestre de 2014, o resultado bruto da intermediação financeira alcançou R$ 5,8 bilhões, crescimento de 28,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse resultado estão as receitas de operações de crédito, que totalizaram R$ 14,5 bilhões, e de títulos, valores mobiliários e derivativos, que alcançou R$ 6,1 bilhões.

A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e valores mobiliários e garantias prestadas, atingiu saldo de R$ 519,8 bilhões, crescimento de 33,1% em 12 meses, com participação de 18,6% no mercado. No trimestre, a Caixa foi responsável por 57,7% do crescimento ocorrido em todo o sistema financeiro.

O índice de inadimplência totalizou 2,6%, alta de 0,3 ponto percentual no trimestre. O Índice de Basileia encerrou o período em 13,7%, 2,7 pontos percentuais superior ao percentual mínimo exigido, de 11%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos.

A carteira de crédito habitacional atingiu saldo de R$ 284,3 bilhões, com evolução de 29,1% se comparado ao primeiro trimestre de 2013. As contratações somaram R$ 26,6 bilhões no trimestre. A Caixa se manteve na liderança desse segmento, com 67,6% de participação no mercado. Foram cerca de 6 mil contratos por dia, no valor médio de R$ 72,7 mil.

O crédito comercial alcançou saldo de R$ 180,6 bilhões, com crescimento de 35,3% em relação a março de 2013. Já as contratações totalizaram R$ 62,7 bilhões. Um dos destaques é o crescimento do crédito consignado de 30,3% em 12 meses, que registrou saldo de R$ 48,9 bilhões, com volume contratado de R$ 8,2 bilhões. A participação de mercado do crédito consignado alcançou 21,1% em março de 2014, uma evolução de 3 pontos percentuais.

Já a carteira de infraestrutura alcançou saldo de R$ 39,8 bilhões, com evolução de 50,9% no ano. O volume de contratações atingiu R$ 4,2 bilhões.

O banco também informou que tem como objetivo diversificar suas fontes de recursos e ampliar os prazos de captação. Neste mês, a Caixa fez sua terceira captação internacional, no valor de U$ 1,3 bilhão, com taxa de 4,25% ao ano. O saldo das captações no exterior, envolvendo emissões e linhas de crédito, somou R$ 9,3 bilhões no final do trimestre, crescimento de 156,9% em 12 meses.

 

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