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Locomotivas GE estão aptas a operar com biocombustível

Máquinas foram desenvolvidas em Contagem (MG).

Ascom GE
24/04/2014 15:29
Visualizações: 1303

 

A GE Transportation concluiu seu programa de validação do uso de biodiesel em locomotivas, o que significa que máquinas desenvolvidas pela companhia estão aptas a operar com combustível alternativo. Os testes foram realizados em trens desenvolvidos na fábrica da companhia em Contagem (MG), para circularem em ferrovias do estado como parte de uma frota experimental. Durante o período, cinco locomotivas usaram uma mistura de 25% de biocombustível (denominado B25) e 75% de diesel comum enquanto outras duas utilizaram 5% de biocombustível e 95% de diesel (denominado B5).
O monitoramento da frota experimental foi realizado por análise química de amostras de óleo lubrificante, combustível e inspeções de componentes em intervalos de 6, 12, 18 e 24 meses após o início dos testes. O projeto levantou dados necessários para a elaboração de instruções de manutenção pelo uso de misturas até 25% de biodiesel em motores tipo 7FDL.
Hoje, aproximadamente um terço das despesas das empresas que fazem transporte por linhas férreas está relacionado a custos operacionais e de combustível. “Nossos clientes buscam alternativas de combustível que garantam a mesma performance e o biocombustível atende a essa expectativa. Além disso, a iniciativa possibilita maior autonomia ao modal ferroviário, porque reduz a necessidade de importação de combustível”, afirma Marc Flammia, diretor de Tecnologia da GE Transportation para a América Latina.
Atualmente, o biocombustível é a terceira maior fonte de energia no Brasil e a expectativa é que até 2020 passe a ser a segunda mais importante. Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, é uma fonte de energia que, no futuro, pode ter escala suficiente para ser economicamente mais vantajoso do que petróleo. “A GE quer aumentar a capacidade local de fornecer tecnologia para uso e produção de biocombustível no mercado brasileiro e no mercado internacional”, vislumbra Marc.
A GE Transportation é pioneira no desenvolvimento da solução. Além do biodiesel, a empresa também começa a pesquisar o uso de gás natural em suas máquinas. “O Brasil assume posição de destaque frente as outras unidades por ter liderado um projeto tão grandioso do início à conclusão”, finaliza o executivo.

A GE Transportation concluiu seu programa de validação do uso de biodiesel em locomotivas, o que significa que máquinas desenvolvidas pela companhia estão aptas a operar com combustível alternativo. Os testes foram realizados em trens desenvolvidos na fábrica da companhia em Contagem (MG), para circularem em ferrovias do estado como parte de uma frota experimental. Durante o período, cinco locomotivas usaram uma mistura de 25% de biocombustível (denominado B25) e 75% de diesel comum enquanto outras duas utilizaram 5% de biocombustível e 95% de diesel (denominado B5).

O monitoramento da frota experimental foi realizado por análise química de amostras de óleo lubrificante, combustível e inspeções de componentes em intervalos de 6, 12, 18 e 24 meses após o início dos testes. O projeto levantou dados necessários para a elaboração de instruções de manutenção pelo uso de misturas até 25% de biodiesel em motores tipo 7FDL.

Hoje, aproximadamente um terço das despesas das empresas que fazem transporte por linhas férreas está relacionado a custos operacionais e de combustível. “Nossos clientes buscam alternativas de combustível que garantam a mesma performance e o biocombustível atende a essa expectativa. Além disso, a iniciativa possibilita maior autonomia ao modal ferroviário, porque reduz a necessidade de importação de combustível”, afirma Marc Flammia, diretor de Tecnologia da GE Transportation para a América Latina.

Atualmente, o biocombustível é a terceira maior fonte de energia no Brasil e a expectativa é que até 2020 passe a ser a segunda mais importante. Além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, é uma fonte de energia que, no futuro, pode ter escala suficiente para ser economicamente mais vantajoso do que petróleo. “A GE quer aumentar a capacidade local de fornecer tecnologia para uso e produção de biocombustível no mercado brasileiro e no mercado internacional”, vislumbra Marc.

Além do biodiesel, a empresa também começa a pesquisar o uso de gás natural em suas máquinas. “O Brasil assume posição de destaque frente as outras unidades por ter liderado um projeto tão grandioso do início à conclusão”, finaliza o executivo.

 

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