Pré-Sal

Libra mostra o país aberto ao investimento privado

Contrato para partilha e exploração foi assinado hoje.

Revista TN Petróleo, Redação com Agência
02/12/2013 14:42
Libra mostra o país aberto ao investimento privado Imagem: Roberto Stuckert Filho/PR Visualizações: 1298

 

Durante a assinatura do primeiro contrato para partilha e exploração do pré-sal, relativo ao prospecto de Libra, a presidente Dilma Rousseff destacou a abertura e atratividade do país aos investidores privados.
"O Brasil dá sinal efetivo concreto, e inequívoco que está aberto ao investimento privado, nacional ou estrangeiro. Ela atesta o sucesso das parcerias que meu governo tem firmado com iniciativa privada, que vão além do petróleo. Parcerias presentes na construção de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Os resultados da exploração de Libra, vão se propagar pela economia. Isso é um fato importante”, disse a presidente.
A exploração do pré-sal no bloco de Libra será feita pelo consórcio formado pelas empresas Petrobras (40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e Cnooc (10%). O critério que definiu o primeiro colocado na licitação foi o excedente em óleo oferecido pelo consórcio, que ficou em 41,65%.
Esta será a primeira experiência do Brasil no regime de partilha da produção. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Nacional e Biocombustíveis, Libra poderá gerar cerca de R$ 300 bilhões em royalties ao longo de 30 anos de produção. Do total, 75% serão aplicados na educação e 25% na saúde.
Autossuficiência
O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, destacou o potencial do país na exploração de petróleo. Com o Campo de Libra, o Brasil produzirá, no pico, 1,4 milhão de barris de óleo e 40 milhões de m³ de gás natural por dia. Assim, a produção nacional alcançará 2,1 milhões de barris de petróleos diários. Outro ponto destacado pelo ministro foi a política de conteúdo local na construção de equipamentos e plataformas, que gerará milhares de empregos.
“O Brasil é apontado por organismos internacionais como tendo potencial para ser o sexto maior produtor de petróleo até 2020. As rodadas de 2013 e interesse demonstrado por empresas brasileiras e estrangeiras ratifica esse potencial, que pode até ser superado. (…) Os benefícios oriundos dessa grande jazida explorada pelo regime de partilha resultarão no aumento da produção para abastecimento interno e para nossas exportações”, afirmou Lobão.

Durante a assinatura do primeiro contrato para partilha e exploração do pré-sal, relativo ao prospecto de Libra, a presidente Dilma Rousseff destacou a abertura e atratividade do país aos investidores privados.

"O Brasil dá sinal efetivo concreto, e inequívoco que está aberto ao investimento privado, nacional ou estrangeiro. Ela atesta o sucesso das parcerias que meu governo tem firmado com iniciativa privada, que vão além do petróleo. Parcerias presentes na construção de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. Os resultados da exploração de Libra, vão se propagar pela economia. Isso é um fato importante”, disse a presidente.

A exploração do pré-sal no bloco de Libra será feita pelo consórcio formado pelas empresas Petrobras (40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e Cnooc (10%). O critério que definiu o primeiro colocado na licitação foi o excedente em óleo oferecido pelo consórcio, que ficou em 41,65%.

Esta será a primeira experiência do Brasil no regime de partilha da produção. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Nacional e Biocombustíveis, Libra poderá gerar cerca de R$ 300 bilhões em royalties ao longo de 30 anos de produção. Do total, 75% serão aplicados na educação e 25% na saúde.


Autossuficiência

O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, destacou o potencial do país na exploração de petróleo. Com o Campo de Libra, o Brasil produzirá, no pico, 1,4 milhão de barris de óleo e 40 milhões de m³ de gás natural por dia. Assim, a produção nacional alcançará 2,1 milhões de barris de petróleos diários. Outro ponto destacado pelo ministro foi a política de conteúdo local na construção de equipamentos e plataformas, que gerará milhares de empregos.

“O Brasil é apontado por organismos internacionais como tendo potencial para ser o sexto maior produtor de petróleo até 2020. As rodadas de 2013 e interesse demonstrado por empresas brasileiras e estrangeiras ratifica esse potencial, que pode até ser superado. (…) Os benefícios oriundos dessa grande jazida explorada pelo regime de partilha resultarão no aumento da produção para abastecimento interno e para nossas exportações”, afirmou Lobão.

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