Internacional

Índia deverá antecipar fundos para subsidiar petróleo

Alerta é da agência de notas de crédito, Fitch Ratings.

Redação, com agências
18/11/2013 09:32
Visualizações: 997

 

A Índia terá que depender do seu orçamento para o ano fiscal que se encerra em março de 2015 para financiar parte dos subsídios ao petróleo no atual ano fiscal, alertou a Fitch Ratings.
O governo alocou 650 bilhões de rupias indianas (US$ 10,4 bilhões) para subsídios ao petróleo no ano fiscal de 2014, sendo que deste valor o governo destinou 450 bilhões de rupias indianas para o pagamento do subsídio incorrido no último ano fiscal e 200 bilhões de rupias indianas para fechar a diferença entre o preço subsidiado e o preço de mercado no atual ano fiscal.
No entanto, a Fitch vê esse nível como insuficiente, o que provavelmente obrigará o governo a utilizar cerca de 450 bilhões de rupias indianas do orçamento do próximo ano.
Pelas contas da agência de classificação de risco, os subsídios totalizaram 609 bilhões de rupias indianas na primeira metade do ano e devem alcançar 1,4 bilhão no ano fiscal de 2014, de 1,610 bilhão no ano fiscal de 2013.
O modo como o subsídio ao setor será dividido entre o governo, as empresas de exploração e as refinarias ainda é incerto, afirmou a Fitch Ratings. "Com eleições gerais no começo de 2014, a habilidade do governo em passar grandes aumentos de preço do petróleo aos consumidores no topo dos pequenos aumentos mensais será limitado", disse, em comunicado. Ao mesmo tempo, o governo tenta reduzir o déficit orçamentário, en grande parte influenciado pelo subsídio ao petróleo.
Em janeiro deste ano o governo já tomou medidas para desregular o setor, permitindo que o diesel para uso industrial siga o preço de mercado e que as refinarias aumentem os preços do diesel no varejo em 0,5 rupia indiana por mês.
Pela avaliação da Fitch, as exploradores deverão pagar uma porção maior dos subsídios. No primeiro semestre, a ONGC e a Oil India pagaram 52,5% da diferença de preços, ante menos de 40% nos anos anteriores.

A Índia terá que depender do seu orçamento para o ano fiscal que se encerra em março de 2015 para financiar parte dos subsídios ao petróleo no atual ano fiscal, alertou a Fitch Ratings.

O governo alocou 650 bilhões de rupias indianas (US$ 10,4 bilhões) para subsídios ao petróleo no ano fiscal de 2014, sendo que deste valor o governo destinou 450 bilhões de rupias indianas para o pagamento do subsídio incorrido no último ano fiscal e 200 bilhões de rupias indianas para fechar a diferença entre o preço subsidiado e o preço de mercado no atual ano fiscal.

No entanto, a Fitch vê esse nível como insuficiente, o que provavelmente obrigará o governo a utilizar cerca de 450 bilhões de rupias indianas do orçamento do próximo ano.

Pelas contas da agência de classificação de risco, os subsídios totalizaram 609 bilhões de rupias indianas na primeira metade do ano e devem alcançar 1,4 bilhão no ano fiscal de 2014, de 1,610 bilhão no ano fiscal de 2013.

O modo como o subsídio ao setor será dividido entre o governo, as empresas de exploração e as refinarias ainda é incerto, afirmou a Fitch Ratings. "Com eleições gerais no começo de 2014, a habilidade do governo em passar grandes aumentos de preço do petróleo aos consumidores no topo dos pequenos aumentos mensais será limitado", disse, em comunicado. Ao mesmo tempo, o governo tenta reduzir o déficit orçamentário, en grande parte influenciado pelo subsídio ao petróleo.

Em janeiro deste ano o governo já tomou medidas para desregular o setor, permitindo que o diesel para uso industrial siga o preço de mercado e que as refinarias aumentem os preços do diesel no varejo em 0,5 rupia indiana por mês.

Pela avaliação da Fitch, as exploradores deverão pagar uma porção maior dos subsídios. No primeiro semestre, a ONGC e a Oil India pagaram 52,5% da diferença de preços, ante menos de 40% nos anos anteriores.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Biometano
ANP credencia B3 S.A. como entidade registradora de Cert...
14/10/26
Bacia de Pelotas
TGS retoma pesquisa sísmica na Bacia de Pelotas com foco...
13/10/26
Aviação
Avanço do combustível sustentável de aviação reforça imp...
13/10/26
Sustentabilidade
Vallourec Avança na Sustentabilidade com Tecnologia que ...
13/10/26
PD&I
ANP fará consulta e audiência públicas sobre credenciame...
09/10/26
Combustível
ANP retoma restrição à venda de biodiesel entre distribu...
09/10/26
Logística
Corredor Verde inicia operação e cria eixo de biometano ...
08/10/26
Pessoas
CEO da Necta assume presidência do Conselho do CIBiogás ...
08/10/26
Oferta Permanente
PPSA passa a gerir 36 contratos de partilha após resulta...
08/10/26
Resultado
Oferta Permanente de Concessão (OPC): 6º Ciclo tem maior...
08/10/26
Leilão da ANP
Firjan destaca os resultados positivos do leilão de Part...
07/10/26
Bacia de Campos
PRIO vence leilão de Oferta Permanente de Partilha da Pr...
07/10/26
Drilling
Constellation obtém certificação em tecnologia pioneira ...
07/10/26
ANP
4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da ANP tem set...
07/10/26
Gás Natural
PPSA publica edital do 1º Leilão de Gás Natural da União
07/10/26
Biometano
ABiogás alerta sobre risco de perda de lastro para emiss...
06/10/26
Oferta Permanente
ANP realiza em 07/10 4º Ciclo de Partilha e 6º Ciclo de ...
06/10/26
Gás Natural
ANP divulga relatório da consulta pública sobre Programa...
05/10/26
PPSA
9º Leilão Spot: PPSA oferta cargas remanescentes nesta q...
05/10/26
IBP
RELIVRE parabeniza acordo que destrava o mercado livre d...
03/10/26
Gás Natural
Firjan celebra acordo para efetivar abertura do mercado ...
03/10/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25