Gasodutos

Impactos econômicos do gasoduto em 50 cidades

Estudo da Fiemg.

Diário do Comércio – MG
06/08/2014 09:37
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A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) lança, na próxima semana, estudo sobre os impactos econômicos que a implantação do gasoduto que ligará Queluzito (região Central) a Uberaba (Triângulo), batizado de Integração, terá sobre os cerca de 50 municípios existentes ao longo de seu trajeto. O levantamento é fruto de entendimentos entre o presidente da entidade, Olavo Machado Junior, e o prefeito de Uberaba, Paulo Piau.
De acordo com Piau, a ideia é que o documento seja feito nos mesmos moldes do “Caderno de Oportunidades BR-381 – Norte”, publicado pela Fiemg em 2013, detalhando as principais oportunidades de negócios que serão geradas com a duplicação dos 303 quilômetros da rodovia entre Belo Horizonte e Governador Valadares (Vale do Rio Doce). A intenção, segundo ele, é detalhar toda a cadeia produtiva que será criada nos locais por onde passará o gasoduto e que, possivelmente, abrirá possibilidades de desenvolvimento industrial.
“Como o gasoduto é um eixo do desenvolvimento da região e terá impactos econômicos em mais de 50 municípios, achamos por bem desvendar e destacar os benefícios que serão gerados por sua implantação. O estudo vai trazer também as principais justificativas para a criação deste empreendimento, como a distribuição de gás natural e a viabilização da fábrica de amônia da Petrobras em Uberaba”, diz.
Privatização – A expectativa do governo do Estado era que o projeto executivo do gasoduto ficasse pronto até novembro. No entanto, a estimativa se baseava na confiança de que os deputados estaduais aprovassem ontem a emenda à Constituição estadual que permitirá a privatização da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), o que não ocorreu, uma vez que a reunião foi cancelada.
A audiência da comissão especial que analisa a proposta estava marcada justamente para emitir parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 68/2014, do deputado Sebastião Costa e outros, que dispõe sobre operações societárias de empresas estatais. A partir da aprovação, a parceria com a iniciativa privada seria a única alternativa para concretização da estrutura que permitirá a construção do gasoduto e, conseqüentemente, o abastecimento de gás na planta de amônia em Uberaba.
Caso aprovado, o texto permitirá a venda para a iniciativa privada de sociedades de economia mista e empresas públicas, desde que não controladas pela administração direta. Há a necessidade de votos favoráveis de, pelo menos, 48 dos 77 que deputados que compõem a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para que a legislação seja alterada.
Desde o início da transação de compra da Gasmig, que envolveu um aporte de R$ 600 milhões, a Cemig já havia deixado clara a intenção de fazer negócios com a iniciativa privada. A ideia é formar uma parceria com a espanhola Gás Natural Fenosa (GNF) para a criação da Gás Natural do Brasil (GNB), com participação de 30% da Gasmig.
Com essa união, a Cemig aportará cerca de 35% do valor do gasoduto e a GNF os 65% restantes dos R$ 2 bilhões estimados para a efetivação de toda a obra. Porém, essa parceria depende da mudança na legislação estadual.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) lança, na próxima semana, estudo sobre os impactos econômicos que a implantação do gasoduto que ligará Queluzito (região Central) a Uberaba (Triângulo), batizado de Integração, terá sobre os cerca de 50 municípios existentes ao longo de seu trajeto. O levantamento é fruto de entendimentos entre o presidente da entidade, Olavo Machado Junior, e o prefeito de Uberaba, Paulo Piau.

De acordo com Piau, a ideia é que o documento seja feito nos mesmos moldes do “Caderno de Oportunidades BR-381 – Norte”, publicado pela Fiemg em 2013, detalhando as principais oportunidades de negócios que serão geradas com a duplicação dos 303 quilômetros da rodovia entre Belo Horizonte e Governador Valadares (Vale do Rio Doce). A intenção, segundo ele, é detalhar toda a cadeia produtiva que será criada nos locais por onde passará o gasoduto e que, possivelmente, abrirá possibilidades de desenvolvimento industrial.

“Como o gasoduto é um eixo do desenvolvimento da região e terá impactos econômicos em mais de 50 municípios, achamos por bem desvendar e destacar os benefícios que serão gerados por sua implantação. O estudo vai trazer também as principais justificativas para a criação deste empreendimento, como a distribuição de gás natural e a viabilização da fábrica de amônia da Petrobras em Uberaba”, diz.

Privatização – A expectativa do governo do Estado era que o projeto executivo do gasoduto ficasse pronto até novembro. No entanto, a estimativa se baseava na confiança de que os deputados estaduais aprovassem ontem a emenda à Constituição estadual que permitirá a privatização da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), o que não ocorreu, uma vez que a reunião foi cancelada.

A audiência da comissão especial que analisa a proposta estava marcada justamente para emitir parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 68/2014, do deputado Sebastião Costa e outros, que dispõe sobre operações societárias de empresas estatais.

A partir da aprovação, a parceria com a iniciativa privada seria a única alternativa para concretização da estrutura que permitirá a construção do gasoduto e, conseqüentemente, o abastecimento de gás na planta de amônia em Uberaba.

Caso aprovado, o texto permitirá a venda para a iniciativa privada de sociedades de economia mista e empresas públicas, desde que não controladas pela administração direta. Há a necessidade de votos favoráveis de, pelo menos, 48 dos 77 que deputados que compõem a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para que a legislação seja alterada.

Desde o início da transação de compra da Gasmig, que envolveu um aporte de R$ 600 milhões, a Cemig já havia deixado clara a intenção de fazer negócios com a iniciativa privada. A ideia é formar uma parceria com a espanhola Gás Natural Fenosa (GNF) para a criação da Gás Natural do Brasil (GNB), com participação de 30% da Gasmig.

Com essa união, a Cemig aportará cerca de 35% do valor do gasoduto e a GNF os 65% restantes dos R$ 2 bilhões estimados para a efetivação de toda a obra. Porém, essa parceria depende da mudança na legislação estadual.

 

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