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HRT tem crescimento de 5% no EBITDA

Empresa conseguiu estabilizar perdas no 4T12.

Redação TN
05/03/2013 10:42
Visualizações: 1278

 

HRT tem crescimento de 5% no EBITDA e 
estabiliza perdas no 4T12
 
 
Rio de Janeiro, 5 de março de 2012. A HRT anuncia os resultados referentes ao quarto trimestre de 2012 bem como ao exercício de 2012. O EBITDA no 4T12 foi 5% superior ao do mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 158,7 milhões. No acumulado do ano, o indicador foi 25% melhor do que o de 2011, ficando negativo em R$ 368,5 milhões. O resultado é devido, principalmente, à diminuição nas despesas com geologia e geofísica (-36%) em virtude da redução da quantidade de sísmica executada no ano de 2012 comparativamente ao ano anterior. 
 
No 4T12 o prejuízo registrado foi de R$ 140 milhões, resultado em linha com o mesmo período do ano anterior e que revela a estabilização das perdas. Em relação a 2011, apesar do crescimento das despesas, a companhia reduziu o resultado negativo para R$ 277,5 milhões, em função dos efeitos positivos da venda de 45% de participação nos direitos exploratórios de 21 blocos na Bacia do Solimões para a TNK-Brasil. O montante apurado é 9% melhor do que o total de R$ 304 milhões registrado em 2011. 
 
A companhia encerrou o 4º trimestre com caixa consolidado de R$ 1,052 bilhão, apresentando redução de 29% em relação ao saldo de 31 de dezembro de 2011 e de 15% em relação ao trimestre anterior, em decorrência da aplicação de recursos na campanha exploratória na Bacia do Solimões e do avanço da campanha sísmica na costa da Namíbia.
 
“O ano de 2012 foi de conquistas importantes onde conseguimos avançar, de forma significativa, na exploração de nossos ativos, no controle de custos, na administração dos recursos financeiros e na preparação de nossa campanha exploratória nos ativos offshore na Namíbia, nosso mais importante projeto”, afirma Marcio Rocha Mello, diretor presidente e presidente do Conselho de Administração da HRT.
 
Ao longo do ano, foram perfurados seis poços (1-HRT-5, HRT-6, HRT-7, HRT-8 e HRT-9, além do HRT-10, cuja avaliação foi concluída no primeiro mês de 2013) na campanha exploratória da Bacia do Solimões, gerando resultados positivos de gás e condensados em cinco deles. Vale destacar que o HRT-9 e o HRT-10 estão entre as maiores descobertas de gás no onshore brasileiro.
 
Durante o 4T12, a HRT concluiu todas as ações necessárias para o início da campanha exploratória nos blocos offshore da Namíbia. No dia 15 de janeiro de 2013 a HRT recebeu a sonda semissubmersível Transocean Marinas, que está em período de manutenção para entrar em operação. O início da perfuração do primeiro poço na Namíbia está previsto para ocorrer em março de 2013.
 
A companhia concluiu também um dos maiores programas de sísmica 3D realizados na costa oeste da África, com mais de 9 mil km² executados. A conclusão do processamento e interpretação dos dados possibilitou que a Degolyer & MacNaughton (D&M) emitisse um novo relatório elevando o volume de recursos potenciais de 6,9 bilhões para 7,4 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE). Com isso, a HRT passa a ter um volume de recursos líquidos no Solimões e na Namíbia de 7,8 bilhões de BOE. 
 
“Todas as iniciativas que implementamos ao longo de 2012 preparam a HRT para enfrentar os desafios dos próximos anos”, destacou Mello.
 
 

A HRT anunciou hoje os resultados referentes ao quarto trimestre de 2012 bem como ao exercício de 2012. O EBITDA no 4T12 foi 5% superior ao do mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 158,7 milhões. No acumulado do ano, o indicador foi 25% melhor do que o de 2011, ficando negativo em R$ 368,5 milhões. O resultado é devido, principalmente, à diminuição nas despesas com geologia e geofísica (-36%) em virtude da redução da quantidade de sísmica executada no ano de 2012 comparativamente ao ano anterior. 


 
No 4T12 o prejuízo registrado foi de R$ 140 milhões, resultado em linha com o mesmo período do ano anterior e que revela a estabilização das perdas. Em relação a 2011, apesar do crescimento das despesas, a companhia reduziu o resultado negativo para R$ 277,5 milhões, em função dos efeitos positivos da venda de 45% de participação nos direitos exploratórios de 21 blocos na Bacia do Solimões para a TNK-Brasil. O montante apurado é 9% melhor do que o total de R$ 304 milhões registrado em 2011. 


 
A companhia encerrou o 4º trimestre com caixa consolidado de R$ 1,052 bilhão, apresentando redução de 29% em relação ao saldo de 31 de dezembro de 2011 e de 15% em relação ao trimestre anterior, em decorrência da aplicação de recursos na campanha exploratória na Bacia do Solimões e do avanço da campanha sísmica na costa da Namíbia.


 
“O ano de 2012 foi de conquistas importantes onde conseguimos avançar, de forma significativa, na exploração de nossos ativos, no controle de custos, na administração dos recursos financeiros e na preparação de nossa campanha exploratória nos ativos offshore na Namíbia, nosso mais importante projeto”, afirma Marcio Rocha Mello, diretor presidente e presidente do Conselho de Administração da HRT.


 
Ao longo do ano, foram perfurados seis poços (1-HRT-5, HRT-6, HRT-7, HRT-8 e HRT-9, além do HRT-10, cuja avaliação foi concluída no primeiro mês de 2013) na campanha exploratória da Bacia do Solimões, gerando resultados positivos de gás e condensados em cinco deles. Vale destacar que o HRT-9 e o HRT-10 estão entre as maiores descobertas de gás no onshore brasileiro.


 
Durante o 4T12, a HRT concluiu todas as ações necessárias para o início da campanha exploratória nos blocos offshore da Namíbia. No dia 15 de janeiro de 2013 a HRT recebeu a sonda semissubmersível Transocean Marinas, que está em período de manutenção para entrar em operação. O início da perfuração do primeiro poço na Namíbia está previsto para ocorrer em março de 2013.


 
A companhia concluiu também um dos maiores programas de sísmica 3D realizados na costa oeste da África, com mais de 9 mil km² executados. A conclusão do processamento e interpretação dos dados possibilitou que a Degolyer & MacNaughton (D&M) emitisse um novo relatório elevando o volume de recursos potenciais de 6,9 bilhões para 7,4 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE). Com isso, a HRT passa a ter um volume de recursos líquidos no Solimões e na Namíbia de 7,8 bilhões de BOE. 


 
“Todas as iniciativas que implementamos ao longo de 2012 preparam a HRT para enfrentar os desafios dos próximos anos”, destacou Mello.
 
 

 

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