Energia Eólica

Guia da EPE do Ministério de Minas e Energia, orienta sobre análises de potencial eólico

Publicação da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) traz diretrizes para instalações de estações de estudo da velocidade e direção dos ventos no País.

Redação/Portal Brasil/MME
14/10/2016 08:27
Guia da EPE do Ministério de Minas e Energia, orienta sobre análises de potencial eólico Imagem: Divulgação Visualizações: 2182

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, e a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por intermédio da empresa alemã GIZ, publicaram, nesta quinta-feira (13), o Guia de Boas Práticas para Instalação de Estações Anemométricas.

O Guia reúne informações e práticas recomendadas por empresas especializadas no desenvolvimento de campanhas de medição, projeto e instalação de estações anemométricas destinadas ao conhecimento do vento como recurso energético. As estações anemométricas registram a velocidade e a direção dos ventos.

O objetivo do documento é apresentar de forma simples e prática informações para a instalação de torres e estações anemométricas. Essas unidades são fontes de conhecimento seguro do potencial eólico e do comportamento temporal característico dos ventos, obtidos por meio de medições anemométricas e climatológicas de qualidade.

O Guia está disponível nos formatos PDF e PDF interativo, sendo que neste último o leitor tem acesso a um acervo maior de fotos, vídeos e a uma linha do tempo que mostra a evolução da geração eólica até os dias de hoje.

Energia eólica

No ano de 1992, o Brasil iniciou sua jornada no sentido de inserir novas fontes de energia na sua matriz energética ao instalar a primeira turbina eólica no arquipélago de Fernando de Noronha. Na época, um aerogerador de 225 KW, pequeno quando comparado com as turbinas de 7 mil KW hoje disponíveis no mercado.

Passados 23 anos, o vento se apresenta como fonte renovável de energia elétrica de mais rápido crescimento no País. Atualmente, são mais de 8 mil MW em operação comercial distribuídos em 322 parques eólicos, com previsão de se atingir 23 mil MW de potência instalada até 2023.

Em 2014, o Brasil foi o quarto país em incremento da potência instalada, ficando atrás apenas da China, Alemanha e Estados Unidos, passando a ocupar a décima posição mundial em potência instalada acumulada.

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