Combustíveis

Governo elevará mistura de etanol na gasolina em 1º de junho de 2013

Prazo pode ser antecipado caso haja oferta suficiente.

Agência Estado
11/10/2012 11:15
Visualizações: 714

 

O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Helder Queiroz, confirmou para 1º de junho a data prevista pelo governo para elevar a mistura de etanol anidro na gasolina, com o prazo podendo ser antecipado caso haja oferta de etanol suficiente para atender à demanda.
Queiroz, no entanto, declinou de comentar detalhes, já que o assunto não é de sua competência dentro da agência. O ministério de Minas e Energia teria estabelecido, há algumas semanas, o prazo para o aumento da mistura de 20% para 25% em 1º de junho, mas não fez o anúncio oficial.
A elevação da mistura poderia ser antecipada em um par de meses a depender do resultado da próxima safra, que se inicia em abril. O aumento da mistura vai ao encontro dos anseios da Petrobras, já que haveria redução do consumo de gasolina. Para atender ao mercado interno, a Petrobras está importando volumes grandes de gasolina no mercado exterior a preços acima dos praticados internamente, tendo prejuízo na área.

O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Helder Queiroz, confirmou para 1º de junho a data prevista pelo governo para elevar a mistura de etanol anidro na gasolina, com o prazo podendo ser antecipado caso haja oferta de etanol suficiente para atender à demanda.


Queiroz, no entanto, declinou de comentar detalhes, já que o assunto não é de sua competência dentro da agência. O ministério de Minas e Energia teria estabelecido, há algumas semanas, o prazo para o aumento da mistura de 20% para 25% em 1º de junho, mas não fez o anúncio oficial.


A elevação da mistura poderia ser antecipada em um par de meses a depender do resultado da próxima safra, que se inicia em abril. O aumento da mistura vai ao encontro dos anseios da Petrobras, já que haveria redução do consumo de gasolina. Para atender ao mercado interno, a Petrobras está importando volumes grandes de gasolina no mercado exterior a preços acima dos praticados internamente, tendo prejuízo na área.

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