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Redação TN Petróleo/Miza Tâmara
A Goldwind tem ampliado sua atuação no Brasil e fortalecido sua presença na Bahia com investimentos que abrangem produção industrial, qualificação profissional e inovação tecnológica no setor eólico. Em entrevista à TN Petróleo, o vice-presidente da companhia, Roberto Veiga (foto), detalhou os principais avanços e os próximos passos da empresa no estado.
Um dos destaques é a implantação de uma fábrica em Camaçari, iniciativa que marca a consolidação da estrutura produtiva da empresa na Bahia e contribui para o fortalecimento da cadeia industrial local. "Nós já implementamos uma fábrica em Camaçari, aqui na Bahia, e trouxemos importantes empresas internacionais, como a Sinoma, que também fabrica bases eólicas na cidade", afirmou.
Formação de mão de obra e fortalecimento da cadeia local
A estratégia da companhia também está centrada no desenvolvimento de capital humano e na ampliação da participação de fornecedores locais. Segundo Veiga, a atuação da empresa se estrutura em três pilares fundamentais: qualificação profissional, inovação e desenvolvimento da cadeia produtiva.
"Temos promovido três pilares importantes: a formação de mão de obra, juntamente com o SENAI e o SENAI Cimatec; o desenvolvimento de tecnologias junto com o Cimatec; e também o desenvolvimento de fornecedores de serviços e parte do nosso produto", destacou.
De acordo com o executivo, esse conjunto de ações vem sendo implementado ao longo do último ano, com foco na construção de um ambiente industrial mais integrado e competitivo no estado.
Armazenamento de energia marca novo avanço
Entre os próximos investimentos, a Goldwind se prepara para avançar em uma frente ainda incipiente no Brasil: o armazenamento de energia em baterias. O projeto prevê a instalação de um sistema BESS (Battery Energy Storage System) no município de Tanque Novo, no interior baiano.
"Estamos agora para implementar o primeiro BESS em Tanque Novo, com a participação do SENAI Cimatec nessa implementação, que é pioneira no Brasil", ressaltou Veiga.
A iniciativa é considerada estratégica para o setor, ao permitir maior flexibilidade no uso da energia gerada por fontes renováveis, contribuindo para a estabilidade e eficiência do sistema elétrico.
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