Pré-Sal

FPSO Cidade de Ilhabela iniciou navegação em direção ao campo de Sapinhoá

Agência Petrobras
25/09/2014 09:55
FPSO Cidade de Ilhabela iniciou navegação em direção ao campo de Sapinhoá Imagem: Divulgação Petrobras Visualizações: 2613

 

FPSO Cidade de Ilhabela iniciou navegação em direção ao campo de Sapinhoá
O consórcio QGOG (Queiroz Galvão Óleo e Gás) / SBM (Single Buoy Moorings Inc.), contratado pela Petrobras para construir e operar o FPSO Cidade de Ilhabela, deu início neste domingo, dia 21/09, à saída da unidade da Baía de Guanabara, com destino ao campo de Sapinhoá no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, no litoral do estado de São Paulo.
Com conteúdo local previsto de 65%, o Cidade de Ilhabela teve 13 módulos construídos no Brasil: três na EBSE-Nuclep, em Itaguaí, e dez no estaleiro Brasa, em Niterói, onde também foram realizadas as operações de integração e o comissionamento final da unidade.
Ancorado a 310 km da costa do Rio de Janeiro, em águas com profundidade de 2.140 m, o Cidade de Ilhabela será conectado a oito poços produtores e sete poços injetores. A unidade terá capacidade de produzir até 150 mil barris de óleo por dia (bpd), comprimir até 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia e armazenar 1,6 milhão de barris de petróleo. Além disso, sua capacidade de injeção será de 180 mil barris de água por dia. A previsão é que a plataforma entre em produção no quarto trimestre deste ano.
A área de Sapinhoá, orginalmente denominada Guará, está localizada no bloco exploratório BM-S-9, no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos. A Petrobras é operadora do consórcio que desenvolve o BM-S-9 (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec Brasil SA com (25%).
FPSO (Floating Production Storage Offloading Unit) é a sigla em inglês que identifica uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo. Trata-se de um navio-plataforma com capacidade para separar o óleo do gás e da água durante o processo de produção, armazená-lo nos tanques de carga para, finalmente, transferi-lo para navios petroleiros, que serão os responsáveis pelo seu transporte. Além disso, o gás produzido será exportado para terra via gasoduto.

O consórcio QGOG (Queiroz Galvão Óleo e Gás) / SBM (Single Buoy Moorings Inc.), contratado pela Petrobras para construir e operar o FPSO Cidade de Ilhabela, deu início neste domingo (21), à saída da unidade da Baía de Guanabara, com destino ao campo de Sapinhoá no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, no litoral do estado de São Paulo.

Com conteúdo local previsto de 65%, o Cidade de Ilhabela teve 13 módulos construídos no Brasil: três na EBSE-Nuclep, em Itaguaí, e dez no estaleiro Brasa, em Niterói, onde também foram realizadas as operações de integração e o comissionamento final da unidade.

Ancorado a 310 km da costa do Rio de Janeiro, em águas com profundidade de 2.140 m, o Cidade de Ilhabela será conectado a oito poços produtores e sete poços injetores.

A unidade terá capacidade de produzir até 150 mil barris de óleo por dia (bpd), comprimir até 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia e armazenar 1,6 milhão de barris de petróleo.

Além disso, sua capacidade de injeção será de 180 mil barris de água por dia. A previsão é que a plataforma entre em produção no quarto trimestre deste ano.

A área de Sapinhoá, orginalmente denominada Guará, está localizada no bloco exploratório BM-S-9, no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos.

A Petrobras é operadora do consórcio que desenvolve o BM-S-9 (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec Brasil SA com (25%).

FPSO (Floating Production Storage Offloading Unit) é a sigla em inglês que identifica uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo.

Trata-se de um navio-plataforma com capacidade para separar o óleo do gás e da água durante o processo de produção, armazená-lo nos tanques de carga para, finalmente, transferi-lo para navios petroleiros, que serão os responsáveis pelo seu transporte.

Além disso, o gás produzido será exportado para terra via gasoduto.

 

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