Combustíveis

Foster: gasolina deve subir mais

Previsão da presidente da Petrobras é para 2014.

Diário do Nordeste
09/12/2013 10:26
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Na semana em que a Petrobras chegou a perder 10% de seu valor na Bolsa em um dia, a presidente da empresa, Graça Foster, disse, em entrevista para o jornal 'Folha de São de Paulo', esperar uma "compreensão maior" do mercado para o reajuste de preços recém-anunciado.
Perguntada diretamente sobre novos aumentos no ano que vem, Foster admitiu: "É possível, pela metodologia, que nós possamos ter que praticar novos aumentos".
Enquanto os cearenses já haviam amargado um aumento dos combustíveis uma semana antes, no dia 29, a estatal aumentou o diesel em 8% e a gasolina em 4%. Os valores ficaram abaixo do esperado pelos investidores, o que levou à forte queda das ações da Petrobras na bolsa.
Graça reconheceu que a desvalorização foi "muito ruim", mas prometeu recuperar a confiança dos acionistas e reduzir, aos poucos, a diferença entre os preços cobrados no Brasil e no exterior. Com uma tabela nas mãos, mostrou que a defasagem em relação ao mercado internacional seis dias após o reajuste ainda era de 17,8% para o diesel e 14% para a gasolina.
Ela negou que a empresa tenha desistido de implantar uma nova metodologia para os reajustes, conforme anunciara ao mercado em outubro. Apesar de a inflação ter se tornado tema central no debate eleitoral, avisou que os preços podem voltar a subir em 2014 com a aplicação da fórmula.

Na semana em que a Petrobras chegou a perder 10% de seu valor na Bolsa em um dia, a presidente da empresa, Graça Foster, disse, em entrevista para o jornal 'Folha de São de Paulo', esperar uma "compreensão maior" do mercado para o reajuste de preços recém-anunciado.

Perguntada diretamente sobre novos aumentos no ano que vem, Foster admitiu: "É possível, pela metodologia, que nós possamos ter que praticar novos aumentos".

Enquanto os cearenses já haviam amargado um aumento dos combustíveis uma semana antes, no dia 29, a estatal aumentou o diesel em 8% e a gasolina em 4%. Os valores ficaram abaixo do esperado pelos investidores, o que levou à forte queda das ações da Petrobras na bolsa.

Graça reconheceu que a desvalorização foi "muito ruim", mas prometeu recuperar a confiança dos acionistas e reduzir, aos poucos, a diferença entre os preços cobrados no Brasil e no exterior. Com uma tabela nas mãos, mostrou que a defasagem em relação ao mercado internacional seis dias após o reajuste ainda era de 17,8% para o diesel e 14% para a gasolina.

Ela negou que a empresa tenha desistido de implantar uma nova metodologia para os reajustes, conforme anunciara ao mercado em outubro. Apesar de a inflação ter se tornado tema central no debate eleitoral, avisou que os preços podem voltar a subir em 2014 com a aplicação da fórmula.

 

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