Economia

FMI reduz pela 3ª vez previsão do PIB brasileiro

Nova estimativa indica que o país crescerá 1,8%.

Diário do Nordeste
09/04/2014 16:42
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O FMI reduziu pela terceira vez consecutiva a previsão de crescimento do Brasil, em 2014. A nova estimativa indica que o país crescerá 1,8% neste ano - em janeiro, a previsão era de 2,3%, e em outubro passado, de 2,5%. Em abril do ano passado, o FMI estimava um crescimento de 3,2%, em 2014.
Entre os Brics, apenas a Rússia, que sofre com turbulência política e sanções internacionais, teve uma redução (0,6 ponto percentual) maior que a brasileira (0,5% p.P.) nas estimativas de crescimento. China deve crescer 7,5%, e Índia, 5,4%.
Apenas Argentina (0,5%) e Venezuela (-0,5%) terão crescimento menor que o Brasil na América do Sul. O crescimento mundial, estima o FMI, será de 3,6%, neste ano, e de 3,9%, em 2015, puxado principalmente pela Ásia e pelos países desenvolvidos. A situação brasileira só deve melhorar no ano que vem, com alta do PIB de 2,7%, também menor que previsões anteriores (de 3,2% e 2,8%).
Avanço
No relatório "Panorama Econômico Global", divulgado na manhã de ontem, pelo FMI, o crescimento brasileiro é chamado de "comedido" "a demanda é apoiada pela recente desvalorização do real e alta de salários e do consumo", mas "o investimento privado continua fraco, em parte refletindo a baixa confiança empresarial".
O texto diz que o Brasil necessita de mais ajuste, "porque, apesar do aumento da taxa de juros no ano passado, a inflação se manteve-se no topo da meta". Outras recomendações falam que a intervenção no câmbio deve ser "seletiva", e utilizada para limitar a volatilidade; que a consolidação fiscal ajudaria a reduzir desequilíbrios externos e a alta taxa de dívida pública; e que gargalos na oferta precisam ser respondidos mais rapidamente.
Mundo
Sobre o resto do mundo, o relatório do FMI diz que, lentamente, a Europa se recupera e os EUA terão um crescimento acima de 2,8% neste ano, e de 3%, no ano que vem, com a recuperação da renda doméstica e dos valores dos imóveis, bem acima da Alemanha (1,7% em 2014) e França (1%). O Reino Unido, fora da zona do euro, crescerá 2,9%. Já a América Latina avançará 2,5%,em 2014 e 3%, em 2015. O México deve ter alta de 3% do PIB, como efeito de reformas estruturais e a influência dos EUA.

O FMI reduziu pela terceira vez consecutiva a previsão de crescimento do Brasil, em 2014. A nova estimativa indica que o país crescerá 1,8% neste ano - em janeiro, a previsão era de 2,3%, e em outubro passado, de 2,5%. Em abril do ano passado, o FMI estimava um crescimento de 3,2%, em 2014.

Entre os Brics, apenas a Rússia, que sofre com turbulência política e sanções internacionais, teve uma redução (0,6 ponto percentual) maior que a brasileira (0,5% p.P.) nas estimativas de crescimento. China deve crescer 7,5%, e Índia, 5,4%.

Apenas Argentina (0,5%) e Venezuela (-0,5%) terão crescimento menor que o Brasil na América do Sul. O crescimento mundial, estima o FMI, será de 3,6%, neste ano, e de 3,9%, em 2015, puxado principalmente pela Ásia e pelos países desenvolvidos. A situação brasileira só deve melhorar no ano que vem, com alta do PIB de 2,7%, também menor que previsões anteriores (de 3,2% e 2,8%).


Avanço

No relatório "Panorama Econômico Global", divulgado na manhã de ontem, pelo FMI, o crescimento brasileiro é chamado de "comedido" "a demanda é apoiada pela recente desvalorização do real e alta de salários e do consumo", mas "o investimento privado continua fraco, em parte refletindo a baixa confiança empresarial".

O texto diz que o Brasil necessita de mais ajuste, "porque, apesar do aumento da taxa de juros no ano passado, a inflação se manteve-se no topo da meta". Outras recomendações falam que a intervenção no câmbio deve ser "seletiva", e utilizada para limitar a volatilidade; que a consolidação fiscal ajudaria a reduzir desequilíbrios externos e a alta taxa de dívida pública; e que gargalos na oferta precisam ser respondidos mais rapidamente.


Mundo

Sobre o resto do mundo, o relatório do FMI diz que, lentamente, a Europa se recupera e os EUA terão um crescimento acima de 2,8% neste ano, e de 3%, no ano que vem, com a recuperação da renda doméstica e dos valores dos imóveis, bem acima da Alemanha (1,7% em 2014) e França (1%). O Reino Unido, fora da zona do euro, crescerá 2,9%. Já a América Latina avançará 2,5%,em 2014 e 3%, em 2015. O México deve ter alta de 3% do PIB, como efeito de reformas estruturais e a influência dos EUA.

 

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